Atividades acontecem remotamente no perfil do Instagram e site da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, além da plataforma de reuniões Zoom

 

40tena Cultural – projeto da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto que leva atividades culturais, shows e bate-papos, divulga sua agenda de atividades para a próxima semana com dicas de leitura para crianças, bate-papo, o quadro fixo “Defenda seu Best” e o tradicional Núcleo de Contadores de Histórias.

 

A programação começa na segunda-feira (23/11) com a atividade “Dicas de leitura para crianças: Literatura negra e representatividade”, com a jornalista e escritora Elizandra Souza. O bate-papo acontece no Instagram (@fundacaolivrorp) e site da entidade (https://www.fundacaodolivroeleiturarp.com/), às 19 horas. Durante o encontro, a escritora irá trazer algumas dicas de literatura negra produzida para as crianças e destacará ainda a importância da pluralidade de vozes e personagens negras. “A proposta nesse bate-papo é aumentar o repertório e as referências das crianças negras, além de dicas de escritoras negras como Kiusam Oliveira, Mel Adún, entre outras”, adiantou Elizandra Souza.

 

Elizandra Souza. Foto: Fernando Solidade

 

 

Segundo ela, os pais devem ler mais para as crianças, já que elas enxergam nos adultos exemplos a serem seguidos. “Acredito que as crianças precisam ser íntimas dos livros e, para que isso aconteça, é importante que o adulto leia para a sua criança. Aprendemos muito com o exemplo”, destaca a autora.

 

Na quarta-feira (25/11), às 19h, a série “Defenda seu Best” será sobre o livro Mulheres que amam demais, de Robin Norwood. O encontro terá a participação da poeta Kimani e será mediado pela psicóloga Mari Luz. Kimani pretende contar sobre sua vivência como mulher negra e dividir com quem está participando algumas situações que passou, fazendo relação com algumas partes do livro. “É esse processo de podermos conversar que nos identificar uns com os outros”, comenta.

 

Kimani. Foto: Sergio Silva

 

Sobre o livro, Kimani destaca a dificuldade em digerir alguns pontos quando ela se identificou com o enredo. “De modo geral, nós mulheres temos uma tendência a priorizar os relacionamentos e estarmos muito mais disponíveis para as outras pessoas, até mais do que para nós mesmas. É isso que o patriarcado faz conosco”, disse. Para ela, o principal ponto positivo de bate-papos como esse é que as mulheres precisam se identificar e conversar umas com as outras. “É um processo de conscientizar as mulheres”, conclui.

 

 Mari Luz

 

Na sexta-feira (27/11), às 19h, durante transmissão ao vivo pelo Instagram e plataforma da entidade, acontece mais um bate-papo, em parceria com o Centro Cultural Orunmila, com o tema: “Conceito é como visgo... (Muniz Sodré) Povos tradicionais de matriz africana”. A atividade será com o cientista social Pedro Neto, com mediação da historiadora Silvany Euclênio.

 

Pedro Neto. Foto: Fernanda Procopio

 

Núcleo de Contadores de Histórias

O tradicional encontro do Núcleo de Contadores de Histórias se reúne, mais uma vez em 2020, remotamente. Organizado e mediado pela atriz Míriam Fontana, a atividade do próximo sábado (28/11), às 10h, terá seis contadores como convidados especiais, são eles: Ademir Apparício, Carol Capacle, Claudete Feijó, Michele Maria, Monalisa Machado e Thaís Foresto. O encontro será realizado através da plataforma de reuniões Zoom (o link para acesso está disponível na bio do perfil da Fundação no Instagram).

 

Mirian Fontana. Foto: Jair Correia

 

Segundo a atriz, o encontro terá uma atividade lúdica corporal, roda de histórias e, para finalizar, uma roda de conversa on-line, com a participação dos convidados. “O tema dessa roda de conversa será como as histórias me fizeram companhia nestes meses de reclusão social e qual a perspectiva as histórias me apontam para o ano que se aproxima”, adianta Míriam.

 

Ela ainda ressalta que os participantes estão livres para contar a história de sua preferência. “Novembro é nosso último encontro do ano. As histórias terão uma abrangência para todas as idades. Elas são como presentes e poderão conter uma voz que abrace os acontecimentos deste ano e nos projetar para o novo amanhã”, conclui a coordenadora.

 

SERVIÇO:

“Dicas de leitura para crianças: Literatura negra e representatividade”
Com: Elizandra Souza, jornalista e escritora
Data: 23/11, 19h

Plataforma: Live pelo Instagram (@fundacaolivrorp) e site da Fundação (https://www.fundacaodolivroeleiturarp.com/)

 

 

Defenda seu Best |  “Mulheres que amam demais”, de Robin Norwood;
Com: Kimani, poeta, e Mariana Luz, psicóloga
Data: 25/11, às 19h

Plataforma: Live pelo Instagram (@fundacaolivrorp) e site da Fundação  (https://www.fundacaodolivroeleiturarp.com/)

Conceito é como visgo... (Muniz Sodré) Povos tradicionais de matriz africana
Com:
 Pedro Neto, cientista social e Silvany Euclênio, historiadora
Data: 27/11, 19h

Plataforma: Live pelo Instagram (@fundacaolivrorp) e site da Fundação (https://www.fundacaodolivroeleiturarp.com/)

Núcleo de Contadores de Histórias
Com: 
Míriam Fontana, Ademir Apparício, Carol Capacle, Claudete Feijó, Michele Maria, Monalisa Machado e Thaís Foresto
Data: 28/11, 10h
Plataforma: reunião pelo ZOOM

 

40tena Cultural

Durante mais de sete meses de programação consecutiva, a 40tena Cultural já realizou mais de 70 atividades e interagiu com mais de 25 mil pessoas. O projeto, realizado pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, tem como proposta incentivar as pessoas a ficarem em casa durante o período de isolamento social, em virtude da pandemia do coronavírus (Covid-19). Semanalmente, são divulgadas atividades que abrangem desde transmissões ao vivo com artistas e convidados até contação de histórias para crianças, shows, dicas e discussões de livros. Para acompanhar a programação semanal, basta acessar as redes sociais da Fundação do Livro e Leitura:

Instagram (@fundacaolivrorp)
Facebook (facebook.com/FundacaodoLivroeLeituraRP)
Linkedin (fundacaolivrorp)
Twitter (@FundacaoLivroRP)
Youtube (FeiraDoLivroRibeirao)
Plataforma www.fundacaodolivroeleiturarp.com

23 nov/20

Nova unidade chega à cidade já com o novo design da marca e tecnologia de ponta

 

foto: HRI

 

O Hard Rock® apresenta a Ribeirão Preto sua já consagrada combinação de música, entretenimento, mercadorias icônicas e a autêntica comida norte-americana. Turistas e visitantes locais poderão conhecer o novo estilo de design e tecnologia de ponta da marca no Hard Rock Cafe® Ribeirão Preto, localizado na Arena Eurobike, arrojado complexo e Estádio situado no Bairro de Santa Cruz.

 

"Estamos entusiasmados em trazer o Hard Rock Cafe para Ribeirão Preto de uma forma que os visitantes desta área nunca experimentaram antes", diz Anibal Fernandez, vice-presidente de Operações e Desenvolvimento de Franquias da Hard Rock International. "Abriremos nossas portas com o rigoroso e premiado programa 'SAFE + SOUND' desenvolvido por uma equipe de especialistas em hospitalidade em colaboração com autoridades mundiais em saúde e saneamento, como Ecolab e NSF, contemplando orientações de importantes agências, como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC). Estamos ansiosos para receber os fãs do Hard Rock."

 

Foto: Luíz Flavio Bezerra

 

Os visitantes do Hard Rock Cafe Ribeirão Preto já poderão desfrutar da mais extensa atualização do menu do Hard Rock na história da empresa, apresentando mais de 20 novos itens. Deste novo menu é possível destacar os premiados steakburgers, como The Original Legendary® Burger e Double Decker Double Cheeseburger, Milkshakes instagramáveis, Sliders e combinados perfeitos para convidados que queiram criar o seu próprio line-up.

 

A nova unidade em Ribeirão Preto é composta por uma arquitetura moderna com 620 lugares em dois andares, duas salas privativas para eventos, palco e um exclusivo deck para a arquibancada do Estádio. A decoração inclui também uma seleção de memorabilia, itens originais pertencentes a ícones da música. Dentre eles, instrumentos como uma guitarra que pertencia a Paul McCartney e um baixo saído da coleção de Gene Simmons da banda KISS. Outros itens incluem um moletom de Ozzy Osbourne e um disco de ouro que certifica o álbum "Let It Be" dos Beatles.

 

A Rock Shop® do Hard Rock Cafe Ribeirão Preto oferecerá itens inspirados pela música, assim como mercadorias ​​da grife Hard Rock Cafe. Os fãs podem adquirir mercadorias específicas para Ribeirão Preto, como as cobiçadas camisetas e pins colecionáveis, na loja.

O Hard Rock Cafe Ribeirão Preto é a mais nova adição à Arena Eurobike, uma estrutura multiuso e inigualável para a região. Além de um estádio com capacidade para 15 mil pessoas, o complexo oferece opções gastronômicas, de entretenimento, esportes e lazer. Além do deck para arquibancadas, as paredes de vidro do piso principal proporcionam aos visitantes do Hard Rock Cafe uma vista privilegiada para ao estádio, perfeita para ampliar a experiência dos disputados jogos de futebol e shows.

Desde sua fundação em 1971, o Hard Rock está comprometido com uma ampla variedade de causas e atividades filantrópicas em todo o mundo. Em todas as cidades do Hard Rock, a equipe cria uma parceria valiosa à comunidade e o Hard Rock Café Ribeirão Preto busca dar continuidade a essa tradição.

Para comprar mercadorias do Hard Rock Cafe, visite a Rock Shop online em https://shop.hardrock.com. Para obter informações adicionais sobre a marca Hard Rock Cafe, visite https://www.hardrockcafe.com/ .

 

SERVIÇO

Inauguração Hard Rock Cafe Ribeirão Preto

Data: 01 de dezembro (terça-feira)

Local: Arena Eurobike, no Estádio Santa Cruz

Sobre o Hard Rock®:

Hard Rock International (HRI) é uma empresa reconhecida mundialmente, com unidades proprietárias, licenciadas ou gerenciadas em 248 localidades, distribuídas em mais de 70 países, constituídas por Hotéis, Cassinos, Rock Shops®, Cafes e espaços para shows Hard Rock Live. A partir de uma guitarra de Eric Clapton, Hard Rock possui a coleção de memorabilia da música mais valiosa do mundo, com mais de 83.000 peças em exibição em todas as suas unidades. Em 2020, a Hard Rock International foi apreciada como uma das Melhores Empregadoras pela Diversidade e Melhores Empregadores para Mulheres da Forbes Magazine. Hard Rock foi reconhecida, pelo segundo ano consecutivo, como uma das marcas de hotel de melhor desempenho no Estudo de Satisfação de Hóspedes em Hotéis da América do Norte em 2020 da J.D. Power. Os destinos da HRI estão localizados nas principais cidades de acesso internacional do mundo, incluindo suas duas bem-sucedidas propriedades carro-chefe na Flórida, lar do primeiro Guitar Hotel®️ do mundo, no sul da Flórida, onde sua sede está localizada. A marca é propriedade da entidade controladora da HRI, The Seminole Tribe of Florida. Para mais informações sobre a Hard Rock International, visite www.hardrock.com ou shop.hardrock.com.

 

Michelangelo Giampaoli, PhD do departamento de antropologia da Universidade de Illinois, em Chicago (EUA), discute o tema junto com a historiadora Lilian Rosa, durante atividade que faz parte da Jornada Cidade Humana Hoje, nesta 5ª feira, às 19 horas

 

Nesta quinta-feira (12/11), às 19 horas, o Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais (IPCCIC) promove mais uma atividade on-line. O tema do encontro será “Acesso à Cultura rumo à Cidade Humana” com a participação de Michelangelo Giampaoli, PhD no departamento de antropologia da Universidade de Illinois, em Chicago (EUA), e Lilian Rosa, presidente do IPCCIC. A discussão será transmitida pelo Instagram do Instituto (@IPCCIC).

 

Um dos assuntos centrais da discussão será sobre o papel da cultura no paradigma de transformar as cidades em locais que ofertam qualidade de vida em diversas áreas. “Falar sobre acesso a cultura durante esse momento, em que a pandemia colocou o setor da produção cultural em crise, é o momento fundamental para discutir o tema”, alerta Lilian Rosa, historiadora e pesquisadora do IPCCIC, que fará a mediação do debate.

 

 

Para ela, a atividade fará com que as pessoas reflitam sobre a importância da cultura na qualidade de vida das cidades, principalmente, como o acesso à cultura pode influenciar nos aspectos da desigualdade social. “Se nós pensarmos na cultura como modo de vida, é fundamental que ela esteja na base das estratégias de planejamento de políticas públicas de uma cidade que projeta ser humana”, afirma a presidente.

 

Para o convidado, Michelangelo Giampaoli, o tema tem uma importância especial para os brasileiros, onde muitas pessoas perderam o emprego ou tiveram o salário reduzido por conta da pandemia. “Dificilmente terá alguém com dinheiro que possa ser usado para a educação e cultura. Portanto, é importante pensar o que pode ou não ser acessado sem a necessidade de pagamento”, comenta o antropólogo, destacando que há a necessidade de valorizar o espaço público, para que todos se sintam acolhidos.

 

 

Michelangelo Giampaoli possui mestrado em Conservação do Patrimônio Cultural - Università degli Studi di Perugia (2004), mestrado em Ciências Antropológicas - Università degli Studi di Perugia (2006), doutorado internacional em Etnologia-Antropologia - Università degli Studi di Perugia e Université de Paris Ouest - Nanterre La Defense (2010) revalidado em 2014 como doutorado em Antropologia Social na Universidade Federal de São Carlos - UFSCar), pós-doutorado na área da saúde coletiva, pelo Dipartimento Uomo & Territorio da Università degli Studi di Perugia (2014) e pós-doutorado na área da antropologia urbana, realizado na UNESP/CNPq (2016). Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Urbana, Antropologia Médica e da Saúde e no estudo das políticas e práticas de saúde coletiva. Também dedica-se ao estudo da relação entre o homem e a morte a partir da análise dos espaços funerários, publicando em português, italiano, inglês e francês. É membro do "Grupo de trabalho sobre antropologia urbana, desigualdades e saúde no Brasil", do Departamento de Filosofia, Ciências Sociais, Humanas e da Formação (FISSUF) da Universitá degli Studi di Perugia (Itália).

 

Sobre o IPCCIC

É um instituto sediado em Ribeirão Preto e tem como objetivo estudar a realidade das cidades brasileiras e a partir de diagnósticos específicos, com base nas referências culturais dos locais, criar programas de ações integradas entre Poder Público e sociedade para a transformação das cidades em lugares mais humanos. A meta do Instituto é criar Redes de Gestão Cooperadas entre cidades ligadas geográfica e/ou culturalmente.


A equipe do instituto é formada por historiadores, economistas, produtores de audiovisual, professores, arquitetos, cientista da cultura, cineastas, psicóloga, analista internacional, turismóloga, gestora ambiental, cientista social, cientista política e advogados. Ao todo são 23 profissionais que atuam no IPCCIC. Todos são fontes aptas para atendimento à imprensa e dominam assuntos variados que envolvem os cenários das cidades e suas identidades culturais.

 

 

 

 

Atividade irá debater o livro “Teatro das Oprimidas: estéticas feministas para poéticas políticas” e será realizada remotamente através de transmissão ao vivo no Instagram e nova plataforma da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto

 

 

 

 

Completando a semana de atividades da 40tena Cultural – evento promovido pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto que leva atividades culturais, debates, contações de histórias e shows on-line – acontece nesta quinta-feira (12/11), às 19h, bate-papo com a escritora e diretora teatral, Bárbara Santos. O encontro, mediado pela atriz e produtora cultural, Adriana Scannavez, irá abordar o livro “Teatro das Oprimidas: estéticas feministas pra poéticas políticas”, de autoria de Bárbara Santos. A atividade será transmitida, ao vivo, pelo Instagram e nova plataforma da instituição https://www.fundacaodolivroeleiturarp.com/).

 

 

“Teatro das Oprimidas: estéticas feministas pra poéticas políticas” é a terceira obra de Bárbara, resultado de uma experiência teatral que contou com uma equipe de atrizes teatrais feministas - a Rede Ma(g)dalena Internacional. O livro mostra um trabalho investigativo e metodológico do convívio que teve com o grupo. “Fazer o livro foi parte desse processo: fui anotando a parte prática e estrutura da Rede. É resultado desses encontros e experiências que tive”, comenta a autora.

 

Ela conta que o livro é fruto do impacto na vida das pessoas, em que dezenas de grupos feministas formaram a Rede, com diversos festivais. “É um trabalho, ao mesmo tempo, que é fruto do impacto das vidas de centenas de mulheres envolvidas nesse projeto. Para muitas feministas, esse livro vai se tornar uma espécie de ferramenta de trabalho”, destaca.

 

Por dialogar para um público diferente, durante o bate-papo on-line, a autora acredita que vai levar o assunto para pessoas que, talvez, não tenham tido acesso à publicação. “Tenho uma expectativa de alcançar outras áreas e pessoas, além dos meus seguidores. São pessoas que vão poder entrar no debate, e quero ampliar essa discussão”, revela.

Bárbara Santos é atriz, dramaturga, performer, diretora teatral, autora de três livros e fundadora da Rede Ma(g)dalena Internacional de Teatro das Oprimidas, formada por grupos de artistas-ativistas da América Latina, África e Europa. Vive em Berlim desde 2009 onde é diretora artística do espaço teatral KURINGA.

 

PROGRAMAÇÃO SÁBADO

No sábado (16/11), às 16h, acontece mais uma atividade da 40tena Cultural: a contação de história “Da criação do mundo às lendas tribais africanas”, com o ator Evaristo Moura ou, como é conhecido, La Diva Croquete. A história contará a visão do povo africano sobre a criação do mundo, citando a religião e seus orixás, com toda a história do folclore africano. “Já estou preparando o figurino, pensando em todo o enredo das histórias, e espero transmitir conhecimentos, histórias e o lúdico com os contos”, destaca Evaristo.

 

SERVIÇO

Bate-papo: “Teatro das Oprimidas: estéticas feministas para poéticas políticas”
Data: 
12 de novembro (quinta-feira), às 19h
Redes: https://www.fundacaodolivroeleiturarp.com/) e Instagram (@fundacaolivrorp)
Com: Bárbara Santos, autora do livro, e mediação de Adriana Scannavez, atriz e produtora cultural

 

Contação de História: “Da criação do mundo às lendas tribais africanas”
Data: 14 de novembro (sábado), às 16h
Redes: https://www.fundacaodolivroeleiturarp.com/) e Instagram (@fundacaolivrorp)
Com: Evaristo Moura, ator

 

 

40tena Cultural

Durante mais de sete meses de programação consecutiva, a 40tena Cultural já realizou mais de 70 atividades e interagiu com mais de 25 mil pessoas. O projeto, realizado pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, tem como proposta incentivar as pessoas a ficarem em casa durante o período de isolamento social, em virtude da pandemia do coronavírus (Covid-19). Semanalmente, são divulgadas atividades que abrangem desde as transmissões ao vivo com artistas e convidados até contação de histórias para crianças, shows, dicas e discussões de livros. Para acompanhar a programação semanal, basta acessar as redes sociais da Fundação do Livro e Leitura:

Instagram (@fundacaolivrorp)
Facebook (facebook.com/FundacaodoLivroeLeituraRP)
Linkedin (fundacaolivrorp)
Twitter (@FundacaoLivroRP)
Youtube (FeiraDoLivroRibeirao)
Plataforma www.fundacaodolivroeleiturarp.com

 

Sobre a Fundação

A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Trata-se de uma evolução da antiga Fundação Feira do Livro, criada em 2004, especialmente para realizar a Feira Nacional do Livro da cidade. Hoje, é considerada a segunda maior feira a céu aberto do país. Em 2020, a Feira tornou-se internacional e entraria na 20ª edição. Por isso, recebeu recentemente nova identidade, apresentando-se como FIL (Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto), mas foi remarcada para agosto de 2021, devido à pandemia do novo Coronavírus.

Com uma trajetória sólida e projeção nacional e agora internacional, ao longo de seus 20 anos, a entidade ganhou experiência e, atualmente, além da Feira, realiza muitos outros projetos ligados ao universo do livro e da leitura, com calendário de atividades durante todo o ano. A Fundação se mantém com o apoio de mantenedores e patrocinadores, com recursos diretos e advindos das leis de incentivo, em especial do Pronac e do ProAc.

 

Álbum que lançou a cantora no mercado musical está completando uma década em 2020. As 13 faixas do CD serão interpretadas durante transmissão ao vivo pelo YouTube, neste domingo (8/11), a partir do palco do Theatro Pedro II, às 17h

 

 

A cantora Alessandra Freire está comemorando neste ano de 2020 os 10 anos de seu primeiro CD “Três”, que marcou sua entrada no mercado fonográfico. Direto do Theatro Pedro II, neste domingo (8/11), às 17h,  ela apresenta a live “Três - 10 anos” que será transmitida pelo seu canal do YouTube. O show online contará com a presença dos músicos em palco: Robson Ribeiro (guitarra), Alessandro Machado (violão), Carlito Rodrigues (contrabaixo) e Victor Grili (bateria), que vão acompanhar a cantora e também uma participação especial do compositor Evandro Navarro. A produção do  espetáculo é de Evandro Grili.

A live traz uma novidade possibilitada pela tecnologia: todos os músicos que gravaram o CD em 2010 participarão da apresentação, mas por meio do recurso VS, o Virtual Sampler. Trata-equipamento que consegue armazenar sons de arquivos em formato WAV numa memória digital e que serão reproduzidos simultaneamente à apresentação em palco.

 

Para a Alessandra, fazer 10 anos é sempre uma marca importante e, principalmente, por ser uma data que registra seu retorno à música em definitivo. “Foi o início de tudo. Foi por causa do cd “Três” que as pessoas conheceram a minha voz nas rádios, que eu consegui realizar todos os shows no Theatro Pedro II e em outros palcos. Comemorar 10 anos do CD é completar 10 anos da minha volta para a música e de estar atenta às oportunidades que ela pôde me oferecer depois deste trabalho. É muito bom entender que o “Três” traz, de novo, tudo isso à minha vida”, explica.

A proposta da live é fazer com que as pessoas revivam cada detalhe do momento do lançamento. Até o vestuário da cantora será o mesmo usado há 10 anos.  “Vamos utilizar as imagens dos dois teatros onde tudo começou: o Minaz e Pedro II. A ideia é fazer com que as pessoas voltem, de fato, no tempo”, completa Alessandra.

Todas as músicas do CD original serão interpretadas na live deste domingo. A cantora promete uma mostra dos estilos que vão desde o samba, bossa-nova, ao blues e ao jazz. Os sucessos  “Aguaceiro”, “Aldeia Brasil”, “Cadiquinho”, “Saudade Blues”, “Três” e “Qual explicação?”, além de “Alto Paraíso” e “Pro amor viver”, estão no repertório. “As músicas “Exagerado” - sucesso de Cazuza e Barão Vermelho e o samba “Meu Rio”, composto pela cantora, também serão parte integrante da live.

 

Alessandra Freire

Natural de Ribeirão Preto, Alessandra Freire viveu boa parte de sua vida no Rio de Janeiro, onde descobriu sua paixão pela Bossa-Nova. O talento para o canto surgiu cedo, ainda menina, quando cantava com a mãe e participava de serestas com o avô. No Rio, o dom musical aflorou ainda mais depois de conhecer o trabalho de músicos como Tom Jobim, Elis Regina, Miúcha, Chico Buarque, Nara Leão, entre outros ícones da Música Popular Brasileira.

 

Nos últimos 10 anos, Alessandra Freire apresentou projetos musicais bem diversificados. No ano de 2010, a produção que marcou sua jornada musical foi o lançamento do CD Três, pela Nova Digital Produtora, resultante do encontro da cantora com o compositor Evandro Navarro e o músico Robson Ribeiro. O CD reúne 13 faixas que ilustram o talento de Alessandra Freire para a MPB – todas canções de autoria de Evandro Navarro. O trabalho ficou conhecido principalmente por dois hits que tocaram em diversas rádios do Estado de São Paulo como Duas Palavrinhas e Cadiquinho e apresentaram a cantora para os fãs que hoje acompanham seu trabalho. Outro single que a sintonizou com os fãs através das as rádios foi “Exagerado”, sucesso com Cazuza e Barão Vermelho nos anos 80.

 

Depois do primeiro CD, Alessandra investiu na realização de shows como Todas as Mulheres da Música (2012), Vida (2013), O Rock Virou Bossa (2014), Tudo Junto e Misturado (2015) e Barulhinho Bom (2017), além de várias outras apresentações com interpretações mistas destes trabalhos e participações especiais como no espetáculo de aniversário de Ribeirão Preto, em 2018, sendo uma das artistas convidadas pela Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto.

 

O trabalho da cantora pode ser conhecido por seus canais oficiais na internet:
Facebook: https://www.facebook.com/alessandra.freire.50

Instagram: https://www.instagram.com/alessandra_freire_/,

Youtube: https://www.youtube.com/user/AlessandraFreire3

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Serviço

O que : Live “Três, 10 anos” – com transmissão direto do palco do Theatro Pedro II

Quando: 08/11/2020

Horário: 17h

Transmissão pelo YouTube da cantora

 

Encontro on-line, promovido pelo IPCCIC, será às 19h pelas redes sociais, e conta com a participação de Fábio Mariz Gonçalves, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP)

 

 Nesta quarta-feira (14/10), o IPCCIC - Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais promove o último encontro on-line do circuito “Jornada Cidade Humana Hoje - Seis passos para a cidade humana”. O debate terá como tema central “O lugar da rua na cidade humana”,  com a participação arquiteto e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP), doutor Fábio Mariz Gonçalves, e da doutora em História da Arte e pesquisadora do IPCCIC, Maria de Fátima Mattos. A live acontece às 19 horas, no Instagram do instituto (@ipccic).

 

 

As discussões do encontro serão concentradas, na vitalidade e importância das ruas tanto comerciais quanto as que guardam histórias para a cidade. “Quero contribuir com o entendimento da importância da vitalidade dos espaços públicos e suas múltiplas atividades, garantindo que esses espaços sejam transformadores, impactados e recuperados, sem perder sua potência e significado”, explica o professor convidado Fábio Mariz Gonçalves.

Segundo o professor, neste período de pandemia, o mundo mostrou a importância dos espaços e da vida pública, através da experimentação da falta desses locais na vida das pessoas. “Grande parte da população brasileira não pôde ficar em quarentena, pela dependência das estratégias de ganho e subsistência desses espaços”, comenta.

 

 

Já a pesquisadora do IPCCIC, Maria de Fátima Mattos, acrescenta um outro fator importante que é a coletividade. “É na rua que você troca as suas impressões, onde se dão as trocas nas relações pessoais e de vizinhança. A pesquisadora destaca também um problema enfrentado na quarentena: a falta de relacionamento com o outro - o toque, até mesmo as formas de cumprimentos ou mesmo, de olhares e sorrisos. “A falta disso foi um fator de depressão para a maioria dos idosos que estão dentro de casa na quarentena, e também mais jovens. Voltar a frequentar a rua do bairro, rever pessoas faz parte de uma medida profilática de saúde mental, tão necessária neste momento”, alerta.

O encontro faz parte do projeto “Jornada Cidade Humana Hoje - Seis passos para a cidade humana”, que já discutiu temas como suicídio, identidade cultural e saúde pública. Os encontros são on-line e ao vivo, pela rede social do Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais (@ipccic).

 

Sobre o IPCCIC

É um instituto sediado em Ribeirão Preto e tem como objetivo estudar a realidade das cidades brasileiras e a partir de diagnósticos específicos, com base nas referências culturais dos locais, criar programas de ações integradas entre Poder Público e sociedade para a transformação das cidades em lugares mais humanos. A meta do Instituto é criar Redes de Gestão Cooperadas entre cidades ligadas geográfica e/ou culturalmente.

A equipe do instituto é formada por historiadores, economistas, produtores de audiovisual, professores, arquitetos, cientista da cultura, cineastas, psicóloga, analista internacional, turismóloga, gestora ambiental, cientista social, cientista política e advogados. Ao todo são 23 profissionais que atuam no IPCCIC. Todos são fontes aptas para atendimento à imprensa e dominam assuntos variados que envolvem os cenários das cidades e suas identidades culturais.

 

Durante o mês de outubro, além da fachada iluminada na cor rosa, o empreendimento traz a exposição de uma peça que representa uma mulher em tratamento

 

 

Para marcar o Outubro Rosa, o RibeirãoShopping, além de iluminar toda a fachada na Avenida Presidente Vargas na cor rosa, traz uma escultura inspirada em história de paciente com câncer de mama. Durante todo o mês, os visitantes que passarem pelo Centro Médico RibeirãoShopping podem apreciar, gratuitamente, a peça de torso que representa uma mulher em tratamento.

 

A obra faz parte da exposição Inspiração Pink, que ao lado do projeto Artemisa, ambos executados via Lei de Incentivo à Cultura, levam a oito cidades do país 23 esculturas de torsos que retratam mulheres e um homem em tratamento. Essa exposição integra à programação do Coletivo Pink, iniciativa da Pfizer em parceria com as principais associações de pacientes no país. Tem como objetivo levar informação de qualidade sobre câncer de mama para a sociedade, romper paradigmas e acolher pacientes que vivem com metástase.

 

Com 1,70 m de altura, as esculturas ficarão expostas nas cidades de São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Recife, Belém e Brasília, durante o mês de outubro. As intervenções artísticas nos torsos foram criadas por 15 artistas plásticos que se inspiraram em cada paciente, de acordo com suas particularidades e histórias. São elas: Nina Pandolfo, Rizza, Ju Violeta, Patrícia Carparelli, Clara Leff, Minhau, Stella Nanni, Linoca, Pri Barbosa, Rafa Mon, Stefany Lima, Leticia Maia, Erika Chichkanoff, Associação Laramara, coletivo de artistas com deficiência visual, e Didu Losso, curador da exposição, ao lado de Camila Alves, que também assina a mostra. 

 

Em Ribeirão Preto, a escultura que está em exposição é da artista Stella Nanni. Quem estiver observando qualquer um dos 23 torsos pode também visualizar as outras esculturas no mesmo momento, basta direcionar o celular para o QR Code que o levará à exposição virtual completa. 

 

Mais informações podem ser obtidas no site ribeiraoshopping.com.br

Atividade, que acontece nesta quinta-feira (08/10), às 19 horas, pelo Instagram na nova plataforma da entidade, terá como tema central crítica na poesia. Escritora, atriz, poetisa, jornalista, cantora e atriz, Elisa Lucinda esteve na Feira do Livro no ano de 2018, emocionando o público com seu discurso de força e luta contra o preconceito

 

 

O projeto 40tena Culturalda Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, promove neste mês de outubro, o bate-papo “Crítica na Poesia”, com a escritora Elisa Lucinda. A live acontece nesta quinta-feira (08/10), às 19h, no Instagram (@fundacaodolivrorp) e pela nova plataforma da entidade (https://www.fundacaodolivroeleiturarp.com/). A agenda promete trazer um debate sobre poesia e reflexão de forma gratuita e on-line. A mediação do encontro será feita pela arte-educadora e artista visual, Brenda Cigarra.

 

 

Esta não é a primeira vez que Elisa Lucinda participa de atividades da Fundação. Ela esteve na 18ª edição da Feira do Livro de Ribeirão Preto, no ano de 2018, no projeto Combinando Palavras que reuniu cerca de 1 mil alunos no Theatro Pedro II. O encontro foi marcado por muita emoção por parte dos alunos e da própria escritora, a partir de um discurso de força e luta contra o preconceito, além de um grito de liberdade que trouxe em alto e bom tom para Ribeirão Preto, ecoando pelos quatro cantos da Feira. “Saibam que a palavra é uma arma. Eu sou negra e só estou hoje aqui por conta da palavra. Se minhas palavras continuarem depois que eu morrer, vou ser eterna”, disse, durante sua apresentação na Feira.

 

Elisa Lucinda é poetisa, jornalista, escritora, cantora e atriz. É uma das autoras que mais vendem no Brasil. Seus livros, em sucessivas edições, percorrem o país sendo lidos, interpretados e encenados. Possui 18 livros publicados, entre eles a Coleção Amigo Oculto, de livros infantojuvenis que lhe rendeu, em 2002, o prêmio Altamente Recomendável (FNLIJ) por “A Menina Transparente”. Elisa Lucinda encena e circula muito de sua obra pelos palcos brasileiros e estrangeiros e comemora o reconhecimento de ser uma das escritoras que mais popularizam a poesia em nosso tempo.

 


40tena Cultural

Durante mais de sete meses de programação consecutiva, a 40tena Cultural já realizou mais mais de 60 atividades e interagiu com quase 24 mil pessoas. O projeto, realizado pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, tem como proposta incentivar as pessoas a ficarem em casa durante o período de isolamento social, em virtude da pandemia do coronavírus (Covid-19). Semanalmente são divulgadas atividades que abrangem desde as transmissões ao vivo com artistas e convidados até contação de histórias para crianças, shows, dicas e discussões de livros. Para acompanhar a programação semanal, basta acessar as redes sociais da Fundação do Livro e Leitura:

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Linkedin (fundacaolivrorp)
Twitter (@FundacaoLivroRP)
Youtube (FeiraDoLivroRibeirao)
Plataforma www.fundacaodolivroeleiturarp.com

 

Sobre a Fundação

A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Trata-se de uma evolução da antiga Fundação Feira do Livro, criada em 2004, especialmente para realizar a Feira Nacional do Livro da cidade. Hoje, é considerada a segunda maior feira a céu aberto do país. Em 2020, a Feira tornou-se internacional e entraria na 20ª edição. Por isso, recebeu recentemente nova identidade, apresentando-se como FIL (Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto), mas foi remarcada para agosto de 2021 devido à pandemia do novo Coronavírus.

Com uma trajetória sólida e projeção nacional e agora internacional, ao longo de seus 20 anos, a entidade ganhou experiência e, atualmente, além da Feira, realiza muitos outros projetos ligados ao universo do livro e da leitura, com calendário de atividades durante todo o ano. A Fundação se mantém com o apoio de mantenedores e patrocinadores, com recursos diretos e advindos das leis de incentivo, em especial do Pronac e do ProAc.

28 set/20

Ação “20 Horas de Literatura”, promovida pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Sesc SP e Prefeitura Municipal, é exemplo de como a área da cultura pode conviver com os reflexos gerados pela pandemia do novo Coronavírus. Durante uma semana, foram 20 encontros ao vivo, transmitidos direto do palco do Theatro Pedro II, pela sua nova plataforma. O conteúdo ainda pode ser acessado no endereço www.fundacaodolivroeleiturarp.com

 

 

 

Primeiro setor a paralisar suas atividades por conta da pandemia do novo Coronavírus, ainda em março de 2020, e, provavelmente, o último a retomar plenamente o seu cotidiano produtivo, a cultura vive um momento de adaptações, bem como uma forte necessidade de reinvenção. No ano em que completa 20 anos, a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto se viu obrigada a cancelar o encontro do público com os livros e seus autores e anunciar uma nova edição, marcada para agosto de 2021. Mas, nem por isso, a data não deixou de ser comemorada.

 

Realizada entre os dias 14 e 18 de setembro, a ação “20 Horas de Literatura”, promovida pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Sesc SP e Prefeitura Municipal, movimentou o setor da economia criativa local em torno do debate sobre 20 palavras que marcaram as duas últimas décadas. Todo o evento foi transmitido de forma on-line, pela nova plataforma da Fundação, bem como em seus perfis em redes sociais, como Facebook e YouTube – que já estão disponíveis para acesso. Um uso intenso da tecnologia que, se depender de quem produz cultura, é um caminho sem volta. “A pandemia trouxe uma releitura da classe artística e cultural como um todo, nos forçando a aproximarmos dos recursos e das potencialidades tecnológicas. Na minha opinião, as plataformas on-line serão a nova realidade para os projetos de economia criativa, bem como as ações de cunho colaborativo, por um bom tempo, até que, gradualmente, possamos criar produtos e ações híbridas - tanto presenciais quanto à distância. Para isso, teremos cada vez mais que estar antenados e preparados para as novas tecnologias e inovações”, acredita Viviane Mendonça, superintendente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e produtora cultural.

 

 

 

Desde o início das restrições de circulação e de atividades coletivas, por conta da Covid-19, a Fundação fez uso constante de recursos tecnológicos, que permitiram que o trabalho fosse realizado sem interrupções, oferecendo ao público transmissões de lives, contações de histórias, shows, performances e apresentações diversas pelas redes sociais, que formaram  a agenda da 40tena Cultural. “Acredito que o público também se beneficia destas novas produções e, com o tempo, se ajustará às novas propostas com mais engajamento, conforme as práticas tornarem-se hábitos”, avalia Viviane.

 

Processos colaborativos

 

Parceiro da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto na realização da Feira do Livro e outras produções culturais desde 2015, o Sesc SP também acredita que o momento é de reinvenção. “As crises sempre nos colocam para pensar e este tem sido um momento muito importante para repensarmos nossas ações, repensar públicos, formas de realizar as atividades de maneira adequada e com segurança para o público, os artistas e os trabalhadores da área cultural”, opina Lucas Molina, gerente adjunto do Sesc Ribeirão, que aponta outra característica dos novos tempos de pandemia: o fortalecimento das ações colaborativas. “Agora, mais do que nunca, o setor cultural está em um movimento muito colaborativo. Você tem muitas parcerias, muitos eventos ocorrendo de forma que antes seria impensável. Acredito que este seja o novo modelo da área cultural, uma maior aproximação dos agentes no território e produções mais inovadoras neste sentido, com realizações menos individuais”, diz.

 

Oportunidades para a cadeia produtiva

 

O estudo nacional “Impactos da COVID-19 na Economia Criativa”, realizada pelo Observatório da Economia Criativa da Bahia e divulgado em agosto pela Agência Brasil, revelou que 50,2% das organizações culturais tiveram que demitir em função da pandemia e 65,8% fizeram reduções em contratos. Por outro lado, 45,1% dos profissionais e 42% das empresas conseguiram desenvolver novos projetos durante o período de isolamento social. Parcela de 12% dos indivíduos e 18% das organizações consultados buscaram novas formas de geração de receita, entre elas, a antecipação de venda de ingressos, campanhas de doação ou de financiamento coletivo. A pesquisa foi feita entre 27 de março e 23 de julho passado, com um total de 2.608 entrevistados, sendo 969 organizações e 1.639 pessoas físicas de todas as áreas relacionadas à arte, cultura e economia criativa.

 

Os números do estudo mostram uma realidade que também pode ser verificada em Ribeirão Preto e região. “Grande parte do setor tem suas atividades ligadas a eventos e aglomeração de público. Então o impacto foi e ainda é grande. Muitos tiveram que adaptar seus ofícios ou tiveram que trabalhar em alguma outra área, mesmo que ainda dentro do setor criativo. Minhas expectativas são de uma volta lenta da normalidade do setor. Sem a vacina (contra o novo Coronavírus), ainda teremos que ser muito criativos nas adaptações de todas as linguagens”, reflete Tomate Renato Vital, do Coletivo Fuligem de Comunicação e Arte, que trabalhou com uma equipe de cinco pessoas na transmissão das “20 Horas de Literatura”, cuidando da direção de fotografia, direção de cortes e som. “Eventos como esse agregam muito ao público, mas muito também a toda cadeia produtiva do setor, desde os escritores, até os técnicos e produtores, que também precisam trabalhar e ter renda em um momento de crise como o que estamos passando”, reconhece Tomate.

 

Apoio às iniciativas culturais

 

 

 

 

A realização do evento, em formato inédito na história da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto, foi viabilizada pela parceria, patrocínio e apoio de 30 empresas e instituições públicas ou privadas. “Acreditamos no poder transformador que a educação e a cultura possuem na sociedade, por isso, apoiar e efetivamente contribuir com a viabilização de ações e eventos com essa finalidade enobrecem nossa corporação e contribuem para a construção de uma sociedade melhor”, afirma Paulo Roberto de Oliveira, CEO da GS Inima Ambient, um dos patrocinadores ouro do evento on-line da última semana e da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto. “Acreditamos que essa nova modalidade de interação com o público, além de contribuir para a união das pessoas através do conhecimento e da informação, intensifica nosso poder de penetração nos mais diversos cenários e realidades. Com isso, podemos levar bons conteúdos e disseminar nosso entusiasmo em querer construir uma sociedade melhor”, completa Oliveira.

 

Balanço 20h de Literatura

 

Ao todo, 113 profissionais, entre escritores, mediadores, mestres de cerimônia, produtores, diretores, assistentes, bailarinos, jornalistas e intérpretes de Libras estiveram envolvidos na realização do evento 100% on-line “20 Horas de Literatura”, que resultou também no lançamento do e-book “20 Palavras: Leituras sobre o Agora”, editado pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, em parceria com Edições Sesc, e que traz 20 textos dos 20 autores que participaram da semana de debates em torno das 20 palavras.

 

Durante uma semana, mais de 3 mil espectadores, com média de 635 pessoas por dia, participaram do evento como plateia online de 18 países como Brasil, Canada, Chile, Finlândia, França, Índia, Irlanda, Filipinas, Portugal, EUA, entre outros. A maior concentração de público foi das cidades de Ribeirão Preto, São Paulo, Rio de Janeiro, São José do Rio Preto e Campinas, totalizando a participação de 25 estados brasileiros.  Mais de 5 mil pessoas visitaram a nova plataforma da Fundação durante a semana do evento.

 

O primeiro dia do evento (14/9) trouxe debates em torno de palavras contemporâneas como Globalização (Cairo Junqueira), Governança (João Luiz Passador), Identidade (Lilian Rosa) e Corrupção (Cristiano Pavini). O segundo dia (15/9) contou com   Protagonismo (Marcelino Freire), Sustentabilidade (Daniel Munduruku), Terrorismo (Juliana De Paula Bigatão) e Empatia (Mafoane Odara). No dia 16/9, o evento girou em torno dos vocábulos: Refugiados (Diego Souza Merigueti), Intolerância (Patricia Teixeira Santos), Democracia (Renato Janine Ribeiro) e Cidadania (Sandra Molina). No quarto dia (17/9), as palavras analisadas foram: Empoderamento (Amara Moira), Resiliência (Marlene Trivellato Ferreira), Humanização (César Nunes) e Disruptura (Adriana Silva). No último dia (18/9), a programação se dirigiu a palavras como Googlar (Guilherme Nali), Fake News (Lucas E. S. Galon), Selfie (Murilo Pinheiro) e Agenda (Galeno Amorim).

 

Debates disponíveis na rede

 

Todos os debates promovidos ao vivo ao longo da semana e transmitidos diretamente do palco do Theatro Pedro II estão disponíveis para serem assistidos pela plataforma de conteúdo da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto na internet (www.fundacaodolivroeleiturarp.com) – lá também pode ser baixado gratuitamente o e-book “20 Palavras: Leituras sobre o Agora”. Além disso, uma cobertura jornalística de cada tema também foi realizada e está disponível no site para consulta.

 

Patrocinadores e parceiros

 

O Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Prefeitura Municipal, Sesc SP e Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto apresentam 20 horas de Literatura. O evento tem Patrocínio Ouro das empresas: Alta Mogiana, GasBrasiliano, Gs Inima Ambient, São Francisco; Patrocínio Prata: Savegnago Supermercado; Patrocínio Bronze: Passalacqua. Pedra Agroindustrial, Ribeirão Shopping e RiberFoods; Patrocínio: ACIRP – Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto, São Martinho e Tanger. Tem como Instituição Cultural o SESC SP – Serviço Social do Comércio e apoio cultural da ALMA – Academia Livre de Música e Artes, Coderp, Fundação Dom Pedro II e Theatro Pedro II, Santa Helena, Sicoob Cooperac, Stecar, Grupo Utam e Grupo Via Brasil. Realização:  Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Secretaria da Cultura de Ribeirão Preto, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e Brasil – Governo Federal.

Para marcar a data histórica, evento será realizado em formato 100% digital, entre os dias 14 a 18 de setembro, das 18h às 22h. A Fundação do Livro e Leitura também lança sua nova plataforma digital, que será o canal de transmissão dos debates e de produção permanente de conteúdo a partir de agora. Participam escritores e educadores. Serão 20 horas com conteúdo gratuito e aberto a todos interessados

 

 A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto promove, em parceria com o SESC SP e a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, a ação “20 Horas de Literatura” para comemorar os 20 anos da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL), entre 14 e 18 de setembro. Com a participação de autores e educadores do cenário brasileiro, a comemoração tomará espaço em uma plataforma digital recém-lançada. O canal transmitirá as atividades ao vivo direto do Theatro Pedro II – o palco mais tradicional para os debates da Feira ao longo de sua história e em alguns casos terá interação com videoconferência com os palestrantes. Na ocasião, também será lançado um e-book “20 palavras. Leituras sobre o Agora”, contendo os textos dos convidados.

 

 

Adriana Silva

 

Com formato 100% digital para as 20 horas de literatura, o objetivo principal é  promover debates sobre literatura, educação e cultura. Para Adriana Silva, presidente interina da Fundação e curadora da FIL, o evento trará questões atuais e que refletiram nas decisões tomadas nos últimos 20 anos. “O debate é autêntico e esse tema escolhido pela Fundação deu a ele vivacidade, estando em sintonia com o que está acontecendo no mundo hoje”, afirma.

A ação literária traz uma proposta criativa: a Fundação escolheu 20 palavras que definiram os últimos 20 anos no mundo (tais como globalização, identidade, intolerância, democracia e cidadania) e 20 autores para discutirem sobre cada uma delas. A programação já está toda delineada para cinco dias de evento com carga horária de quatro horas por dia, sempre das 18 às 22 horas.

Mauro Cesar Jensen, gerente regional do SESC Ribeirão, diz que comemorar os 20 anos da FIL representa o reconhecimento da Feira do Livro de Ribeirão Preto, que se torna internacional, como um dos eventos de grande relevância cultural e social para a cidade e avalia que, os eventos literários são de extrema importância, pois, promovem conhecimento, lazer e socialização, podendo inclusive estimular o desenvolvimento do turismo no munícipio e sua região. “Tendo como missão institucional, a promoção de ações socioeducativas que contribuam para o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo, de seus familiares e da comunidade em geral, objetivando o desenvolvimento de uma sociedade justa e democrática, para o Sesc, a parceria com a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, só faz reforçar esses valores”.

Para Jensen, neste momento em que a grande parte dos eventos, incluindo culturais, literários, educativos, são apresentados através das plataformas digitais, o debate promovido pelas 20 horas de literatura se faz necessário. Na opinião da gerência regional do SESC, a inclusão digital se refere justamente à tentativa de garantir a um número maior de pessoas o acesso às tecnologias, estando relacionado à acessibilidade das pessoas e isso se torna muito importante. “Essas tecnologias podem trazer benefícios à população, principalmente de maior vulnerabilidade social que para além de uma maior interação com o universo digital, podem ter acesso a um conteúdo cultural diverso”, destaca.

Os interessados em participar podem se inscrever pela nova plataforma da Fundação do Livro e Leitura: www.fundacaodolivroeleiturarp.com e após a finalização do evento terão direito a certificados online para impressão pessoal. O conteúdo também estará disponível em outras plataformas: (YouTube) e redes sociais da Fundação.

Para saber mais informações e acompanhar as novidades do evento, basta acessar os endereços eletrônicos:
Nova plataforma de conteúdo:  www.fundacaodolivroeleiturarp.com
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Linkedin (fundacaolivrorp),
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Programação

 

João Luiz Passador

No dia 14/9, primeiro dia do evento, os temas discutidos são voltados para questões políticas. O docente de Relações Internacionais na Universidade Federal de Sergipe, Cairo Junqueira, discutirá o tema “Globalização”. Já o professor titular da FEA-USP de Ribeirão Preto, João Luiz Passador, falará sobre "Governança". A historiadora e ex-diretora do Patrimônio Cultural, Lilian Rosa, discutirá “Identidade”. O repórter, ativista local em transparência e controle social e coordenador no Instituto Ribeirão 2030, Cristiano Pavini, abordará “Corrupção”.

 

 

 

Marcelino Freire

No segundo dia, 15/9, o escritor premiado Marcelino Freire, que foi autor do projeto Combinando Palavras da 19ª FIL em 2019, e conta com dois Prêmios Jabutis e um Prêmio Machado de Assis, abordará o termo "Protagonismo". O escritor e professor da etnia indígena Munduruku, Daniel Munduruku, apresentará o tema "Sustentabilidade".  Juliana De Paula Bigatão, professora da Unifesp, falará sobre "Terrorismo". A última convidada do dia, Mafoane Odara, é psicóloga, gerente do Instituto Avon e lidera iniciativas de enfrentamento às violências contra mulheres – e trará sua análise sobre “Empatia”.

 

 

 

Renato Janine

O dia 16/9 trará temas relacionados à tolerância e acolhimento das diferenças. Diego Souza Merigueti é advogado e participa com o tema "Refugiados". Patricia Teixeira Santos, historiadora e autora de dois livros, conversa sobre "Intolerância". Renato Janine Ribeiro já foi ministro da Educação do Brasil em 2015, é filósofo, escritor e cientista político e debate o tema "Democracia". A historiadora e autora de livros Sandra Molina  discute "Cidadania”.

 

 

Amara Moira

No quarto dia, 17/9, os temas unem o respeito às individualidades. Amara Moira, que esteve na 19ª edição da Feira do Livro e também mais recentemente marcou presença na 40tena Cultural, falará sobre “Empoderamento”. Ela já participou de um “Ted Talks”, é escritora, professora de literatura, transexual e feminista. Já a psicóloga Marlene Trivellato Ferreira participa com o tema "Resiliência" e o educador brasileiro César Nunes apresenta a palavra "Humanização". A educomunicadora Adriana Silva, presidente interina da Fundação do Livro e Leitura e ex-secretária da Cultura de Ribeirão Preto, vai falar sobre "Disruptura”.

 

 

Galeno Amorim

No último dia, 18/9, a programação se dirige a temas da atualidade. Guilherme Nali é jornalista com atuação na EPTV, historiador e mestrando em políticas públicas e conta sobre o novo termo “Googlar”. O presidente interino e diretor artístico da Academia Livre de Música e Artes (Alma), Lucas E. S. Galon, conversa sobre as temidas “Fake News”. O diretor da revista Revide, Murilo Pinheiro, fala sobre "Selfie". Para finalizar as “20 Horas de Literatura”, o ex-secretário municipal de Cultura de Ribeirão Preto (e um dos fundadores da Feira do Livro), Galeno Amorim, discute o tema "Agenda”.

Além de todos os palestrantes confirmados, a Fundação do Livro também convidou o grupo Alma (Academia Livre de Música e Artes), sob a direção de José Maurício Cagno, para produzir 21 vídeos de 2 a 7 minutos. São produções artísticas que envolvem performances da música, cinema e teatro e ajudam a dar sentido às 20 palavras que movimentaram as últimas duas décadas.

 

Durante o evento, também será lançado um e-book de nome “20 palavras. Leituras sobre o Agora”, produzido para eternizar as celebrações dos 20 anos da Feira Internacional do Livro (FIL). A obra conta com a colaboração do Sesc SP - instituição parceira  da Fundação na realização da FIL,  e prefácio de Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc em São Paulo. Reúne textos dos autores convidados com o intuito de reforçar o diálogo e pensamentos sobre as palavras que norteiam o evento. O exemplar online ficará disponível na nova plataforma da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto de forma gratuita. A programação completa pode ser acessada pela nova plataforma: www.fundacaodolivroeleiturarp.com.

 

Feira foi remarcada para 2021

A FIL já se tornou um evento tradicional no interior de São Paulo. Nas suas 19 edições acumuladas, abrigou 5,9 milhões de pessoas, teve mais de 300 atividades oferecidas a cada ano e recebeu 3 mil escritores e 15 mil estudantes. Em 2020, ela completaria os seus 20 anos em sua primeira edição internacional, mas tais projeções tiveram de ser remodeladas em função da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

“Chegamos a pensar em realizar a Feira em um modelo virtual, mas depois desistimos: A FIL é contato, é troca de experiência. A feira é o menino pegar o livro na mão, é o menino ver o teatro. É o leitor conversar, dialogar e trocar uma ideia com o autor”, reflete a curadora do evento, Adriana Silva. Ela conta que, apesar de a troca literária ser sempre muito válida e intensa, a experiência não seria a mesma se o evento fosse feito por plataformas digitais. Por isso, a 20ª edição da FIL foi adiada para 2021.

Mas essa data histórica não poderia passar em branco. “Para comemorarmos, vamos realizar este encontro literário digital, com referência aos 20 anos de construção da FIL”, conta ela. A ação “20 horas de Literatura” será transmitida a partir da nova plataforma online da Fundação em formato streaming (www.fundacaodolivroeleiturarp.com). O canal institucional traz a história destes 20 anos, com material documental, informações, projetos, ações, eventos, fotos, vídeos e será retroalimentado semanalmente, lançando novidades e novos produtos da entidade.

Essa intensa imersão digital será a primeira após a experiência de sucesso da Fundação com a 40tena Cultural – projeto que a instituição criou para proporcionar atividades culturais durante o período de isolamento social e chegou a atrair mais de 20 mil pessoas.

 

Sobre a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto

A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Trata-se de uma evolução da antiga Fundação Feira do Livro, criada em 2004, especialmente para realizar a Feira Nacional do Livro da cidade. Hoje, é considerada a segunda maior feira a céu aberto do país. Em 2020, a Feira entraria na 20ª edição e se tornou internacional. Por isso recebeu recentemente nova identidade, apresentando-se como FIL - Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto, mas foi remarcada para 2021 devido à pandemia de Coronavírus.

Com uma trajetória sólida e projeção nacional e agora internacional, ao longo de seus 20 anos, a entidade ganhou experiência e atualmente, além da Feira, realiza muitos outros projetos ligados ao universo do livro e da leitura com calendário de atividade durante todo o ano. A Fundação se mantém com o apoio de mantenedores e patrocinadores, com recursos diretos e advindos das leis de incentivo, em especial do Pronac e do ProAc.

 

SERVIÇO

O que: “20 Horas de Literatura”

Quando: 14 a 18 de setembro

Horário: 18h às 22h

Onde: Captação de vídeos do Theatro Pedro II com transmissão (ao vivo) pela nova plataforma da Fundação do Livro e Leitura.

Acesso pela plataforma:  www.fundacaodolivroeleiturarp.com e redes sociais da instituição.

Participação: aberta e gratuita, porém, interessados em certificados devem se inscrever com antecedência.

 

 

27 ago/20

 

O músico e compositor Anddre Mafra lançou seu segundo EP autoral ‘’Octópios’’ em agosto deste ano, contando novamente com a elaboração das artes realizada pelo designer Caique Ferreira.
O trabalho foi escrito e produzido pelo próprio artista de dentro de sua casa durante os últimos meses, tendo em vista a impossibilidade da realização de seu trabalho (assim como o de muitos artistas) devido a atual situação vivida pela pandemia do vírus COVID 19.

 


“ ‘Octopios’ é o meu segundo lançamento, porém o primeiro trabalho em que além das melodias e letras, todo processo de produção fora realizado por mim (desde a gravação, edição, mixagem e masterização), ainda assim contando com a ajuda e apoio de amigos que me orientaram em cada processo, como o produtor de Uberaba Marcos Paulo Guimarães, e da parceria com o designer Caique Ferreira, que foi quem desenvolveu todas as artes mais uma vez. Por mais crítico que eu tenha procurado ser, não foi um trabalho onde visei a perfeição, pois devido a situação atual da pandemia permaneço em casa desde o começo da quarentena. Então este álbum envolveu e continuará envolvendo aprendizado e desenvolvimento pra mim, como produtor e como artista. Devo agradecer imensamente a todos que continuam acreditando em meu trabalho e contribuindo para o meu crescimento enquanto apenas espero que gostem deste lançamento e se cuidem”, relata o músico.

 


“Octópios’’ está sendo lançado na data de 29/08 pela distribuidora Tratore e está disponível nas plataformas digitais.

Mais informações em suas redes de acesso:

 

https://linktr.ee/anddremafra  


www.instagram.com/anddre.mafra


www.facebook.com/anddremaframusic


contatoanddremafra@gmail.com

 
 

 

♪ Duda Beat finaliza o segundo álbum, sucessor de Sinto muito (2018), disco editado há dois anos. A cantora e compositora pernambucana já terminou de gravar as vozes de todas as músicas que compõem o inédito repertório autoral do álbum, previsto inicialmente para ser lançado em 2021.

 

A gravação foi feita no Estúdio Frigideira, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Ainda sem título, o disco foi formatado com as adesões de convidados cujos nomes ainda estão sendo mantidos em sigilo. Uma das músicas é a composição inédita apresentada por Duda Beat em live feita em março.

 

Na rede social em que postou foto da gravação no estúdio carioca, a artista caracterizou o disco e o repertório como “uma mistura de gêneros populares brasileiros e gêneros eletrônicos internacionais”.

 

A julgar por esse conceito, a cantora e compositora – nascida no Recife (PE) em 8 de outubro de 1987 – segue no segundo álbum linha parecida com a do disco anterior Sinto muito, com o qual Duda Beat ganhou projeção nacional ao reprocessar o brega da região pernambucana com beats eletrônicos.

O tradicional Leilão de Arte Popular, realizado anualmente em parceria com o Grupo Iguatemi para arrecadação de fundos da organização, será promovido pela primeira vez de forma virtual, através da plataforma iArremate.com, com a colaboração do leiloeiro Aloísio Cravo.

 

 

Curadores: EDNA PONTES, THOMAS BACCARO E WALDICK JATOBÁ. Entre os artistas que terão obras no leilão estão: CARLITO CARVALHOSA, TONICO LEMOS AUAD, SIL E NOEMISIA.

 

F0cada em apoiar artesãos tradicionais de todo o território nacional, a organização Artesol vai lançar o leilão virtual na plataforma Iarremate.com com o leiloeiro Aloísio Cravo no próximo dia 20. Nessa edição, que acontece pela primeira vez de forma virtual, o evento contará com peças de arte popular, arte contemporânea e objetos de design criados exclusivamente para o leilão, que está sob a curadoria de Edna Pontes, Thomas Baccaro e Waldick Jatobá.

A grande maioria das peças que serão leiloadas foram doadas por artistas, designers e colecionadores que se juntaram nessa iniciativa com a Artesol para apoiar artesãos e artistas populares nesse momento delicado de pandemia.

 

 

"Essa ação terá um papel fundamental para manter a ONG ativa dando, suporte a centenas de artesãos que se encontram totalmente vulneráveis em consequências da crise econômica provocada pelo COVID - 19", explica Sonia Quintella, presidente da Artesol.

 

 

Entre os artistas que doaram obras para o leilão estão Carlito Carvalhosa, e Tonico Lemos Auad. A proposta é fortalecer associações e cooperativas de todo país, apoiando a preservação de saberes e técnicas artesanais que correm o risco de deixarem de existir por falta de valorização cultural e econômica.

 

 

Mais sobre a Artesol


A ONG Artesol foi fundada há 22 anos pela antropóloga Ruth Cardoso (1930-2008). Nestes anos já realizou 247 projetos de capacitação, beneficiando mais de 60 mil pessoas. É membro da World Fair Trade Organization - WFTO e credenciada na UNESCO - integrando o Comitê de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial. Sua missão é apoiar a salvaguarda do fazer artesanal de tradição cultural, promovendo a autonomia dos artesãos e o desenvolvimento socioeconômico de suas comunidades. O projeto central da organização é a Rede Artesol, uma iniciativa pioneira e inovadora que mapeia, capacita, divulga e conecta artesãos de todo o país ao mercado através de uma moderna plataforma virtual.

https://www.artesol.org.br/

Os participantes do primeiro dia do evento online, que é focado no mercado de bioenergia, indicam que o modelo brasileiro é viável e pode ser aplicado em qualquer país como solução ambiental para a redução de poluentes

 

 

O modelo de produção do setor sucroenergético brasileiro precisar trabalhar nos processos de divulgação, visando a internacionalização da experiência nacional como opção para as estratégias de redução de poluentes no cenário de sustentabilidade mundial.

 

Essa visão foi compartilhada pelos debatedores na abertura do FENASUCRO & AGROCANA TRENDS, ocorrida na terça-feira (18/08), que teve como tema principal “Tendências para o setor sucroenergético – as novas perspectivas que levarão o setor a um novo patamar”.

 

A proposta do evento online, que acontecerá até o dia 20 de agosto, é oferecer conteúdo atualizado em relação ao mercado de bioenergia, em um ambiente único e acessível para empresas e profissionais de toda a cadeia do setor.

 

O debate de abertura do FENASUCRO & AGROCANA TRENDS contou com a participação de Paulo Montabone, Diretor da Fenasucro & Agrocana; Marcos Montes Cordeiro, Secretário-Executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Antônio Tonielo, Presidente da COPERCANA; Evandro Gussi, Presidente da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar); Plínio Nastari, Presidente da DATAGRO; Luis Carlos Junior Jorge, Presidente do CEISE Br; Arnaldo Jardim, Presidente da Frente Parlamentar dos Biocombustíveis; Guilherme Nastari, Diretor da DATAGRO; e Alberto Gimenez, Prefeito de Sertãozinho.

 

De acordo com Evandro Gussi, Presidente da UNICA, a principal dificuldade é a falta de conhecimento sobre o setor bioenergético, que possui um nível de sustentabilidade e um valor estratégico de interesse mundial. “A descarbonização será a palavra de ordem do século 21. As soluções em alguns setores acontecem da seguinte maneira: um projeto para alcançar uma meta de 20% tem um orçamento de US$ 100 milhões, mas se precisar aumentar a meta em mais 10% dobra o custo. Por isso, que o nosso serviço de sustentabilidade e a nossa vocação têm um lugar fundamental nesse cenário futuro. Afinal, com todas as barreiras, atendemos 40% do mundo. Mostrar essa conexão é o nosso desafio”, disse Gussi.

 

A opinião foi reforçada por Plínio Nastari, presidente da DATAGRO, que também destacou os avanços do Brasil em relação à eficiência do processo de mecanização e a curva de valorização do etanol por suas qualidades ambientais. “Devemos transmitir a experiência do Brasil, porque o setor promove o desenvolvimento econômico, essa estratégia se aplica ao mundo inteiro. Muitos países estão voltados para a bioenergia aliada à agricultura alimentar. Regiões como a África, América Latina, Índia e sudeste asiático têm esse grande potencial. Estamos no meio de uma discussão de mobilidade sustentável e este setor é a solução. Para as empresas e empresários do setor significa valorização dos seus ativos, não adianta ser eficiente da porteira para dentro, é preciso unir esforços para valorizar esse produto e ampliar o mercado”, afirmou Nastari.

 

O secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes Cordeiro, disse que o governo também vem buscando medidas para melhorar as condições de negócio favorecendo os investimentos na bioenergia. “O Brasil precisa se debruçar buscando a segurança jurídica para fomentar os investimentos. O desenvolvimento sustentável está bastante acelerado. Agora estamos consolidando o Renovabio, mas vamos batalhar para melhorar as condições do CBIO.”

 

O deputado federal Arnaldo Jardim, presidente da Frente Parlamentar dos Biocombustíveis, ressaltou que o setor enfrentou algumas dificuldades no início do ano em razão da pandemia e que precisa de condições adequadas de infraestrutura. “O porto de Santos indicou um aumento de 12% em relação ao ano passado, o que demonstra o crescimento do setor agrícola, mas precisamos ampliar as condições de investimento em infraestrutura, já que o setor tem desafios de logística. O crescimento sustentável precisa de investimentos em setores estratégicos. O Plano Ásia, que teve a divulgação do etanol na Índia e a busca de novos mercados para o açúcar, é um bom exemplo. Além disso, o setor que mais pode contribuir com a descarbonização é setor sucroenergético”, afirma Jardim.

 

Homenagem

 

Durante o debate, o diretor da Fenasucro & Agrocana, Paulo Montabone, prestou uma homenagem para Plinio Nastari, Presidente da DATAGRO, com a entrega de uma placa pela sua contribuição ao setor, principalmente, ao programa Renovabio. “Se fosse possível personificar uma imagem do pai do Renovabio, ele teria a imagem do Plinio Nastari, que eu considero como sendo o pai do programa”, disse Montabone.

 

Bioeletricidade, Biogás e Canathon

 

O FENASUCRO & AGROCANA TRENDS prossegue na quarta-feira (19/08), a partir das 16h, com o seminário “Bioeletricidade/Biogás: a postos para a Retomada do Investimento”, que tem como objetivo discutir a modernização do setor elétrico e as perspectivas positivas para a retomada do investimento para a bioeletricidade e o biogás, incluindo, os impactos positivos para o biometano.

 

Os temas serão apresentados por Newton Duarte, presidente-executivo da Associação da Indústria de Cogeração de Energia (COGEN); Reginaldo Medeiros, presidente-executivo da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL); Alessandro Gardemann, presidente-executivo da Associação Brasileira do Biogás (ABIOGÁS); Bárbara Rubim, coordenadora de negócios em geração distribuída de energia na RAÍZEN e VP no Conselho de Administração da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR); Zilmar Souza, gerente de bioeletricidade da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (UNICA); e Luis Carlos Junior Jorge, presidente do CEISE Br.

 

Já na quinta-feira (20/08), tem início o Canathon, primeiro hackathon internacional voltado para o setor de bioenergia buscando soluções sustentáveis e inovadoras para o mercado.

 

Os interessados podem se inscrever gratuitamente e acompanhar a programação da Fenasucro & Agrocana TRENDS pelo link https://www.fenasucro.com.br/pt-br/fenasucro-agrocana-trends/conteudos-digitais.html .

 

A 28ª FENASUCRO & AGROCANA será realizada de 17 a 20 de agosto de 2021, em Sertãozinho/SP. A Feira Internacional da Bioenergia é realizada pelo CEISE Br e organizada pela Reed Exhibitions.

Foi esse o  movimento que  o autor acompanhou em suas publicações replicadas pelas redes sociais. Hoje tem mais de 500 mil seguidores no Instagram e é conhecido pela linguagem simples e lírica. O instapoeta participa de live da 40tena Cultural no dia 19 de agosto, a partir das 19h

 

O projeto 40tena Cultural promovido pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto traz na nesta quarta-feira (19) o escritor Lucão para uma live com o tema “Instapoetas – escrita criativa”, a partir das 19h, no Instagram da Fundação (@fundacaolivrorp).

 

O goiano Lucão, 35 anos, tem meio milhão de seguidores na plataforma Instagram e com a chegada das redes sociais ficou conhecido por poemas e textos que passou a publicar nos seus canais. Como instapoeta conduz sua produção com leveza e lirismo, características resultantes de seu olhar atento em buscar a poesia nas coisas simples.

O salto da internet para as páginas impressas do livro aconteceu em 2006, quando foi convidado por uma editora a publicar pela primeira vez e viu que a história ficaria mais séria. Ele, que era publicitário, a princípio levou as duas profissões como vidas paralelas, mas sempre encarou a literatura como um prazer que exigia rigor.

 

 

Três anos depois do lançamento do primeiro livro, uma decisão foi necessária: acabou deixando a publicidade para viver, exclusivamente, da literatura e do trabalho com a escrita. “Foram 15 anos desde que comecei a escrever para publicar o primeiro livro. Uma transição lenta e madura, como precisava ser”, analisa o autor. Até hoje, já escreveu três livros de poesia “É cada coisa que escrevo só para dizer que te amo”, “Telegramas” e “Dois Avessos”; e um de crônicas “Viver não pode ser só isso”, em três volumes. 

 

A tendência para a literatura surgiu cedo e dentro de casa. O escritor conta que foi incentivado primeiro pela mãe, que sempre foi uma grande leitora e isso o encantou muito. “Eu adorava vê-la lendo, estudando. Foi um exemplo. Ela também mantinha sempre muitos livros em casa. Um dia, comecei a fazer uso de alguns deles e me apaixonei também pela literatura”. Já o pai, por ser jornalista e apresentador de programas de rádio e TV gerou nele um fascínio pela comunicação. “Meu caminho acabou sendo através da palavra escrita, sem dúvida, influenciado pelos dois”. E não parou mais.

 

Influências e carreira
Lucão diz que Luis Fernando Veríssimo é um dos responsáveis por ele usar uma linguagem mais simples e popular e enumera poetas que também o influenciam na escrita, como Mario Quintana, Manoel de Barros, Adélia Prado, Pablo Neruda, Ferreira Gullar, a maioria apresentados a ele por Rubem Alves. O que o atrai nestes autores é a riqueza e a simplicidade nos versos. Já quanto aos romancistas cita García Márquez, Elena Ferrante, Domenico Starnone e explica que tanto os recentes quanto os antigos, o influenciam o tempo todo. “Gosto das novidades, mas sempre volto aos meus mestres”.

 

Para o escritor, trabalhar com literatura exige organização financeira e planejamento. “É uma jornada difícil. Bastante, mas possível. Principalmente para quem ama esse universo como eu amo”.

A popularidade de Lucão nas redes sociais aconteceu de forma natural. Segundo o instapoeta não houve nada repentino, mas basta acessar o seu canal que lá estão mais de 500 mil seguidores, que ele atraiu durante 10 anos publicando na internet. “Eu não imaginava, mas as pessoas pegavam os poemas e replicavam, como uma mensagem de coragem ou declarações amorosas. A poesia servindo para a reflexão ou para o amor. Foi um movimento interessante”. Quando percebeu, uma centena de milhares de pessoas o seguiam e aí entendeu que havia perdido as suas redes sociais para ele mesmo.

 

Essa proximidade do instapoeta com o internauta é vista por Lucão como algo positivo, mas afirma que não pensa nisso para ter mais liberdade ao escrever.  Ele prefere não ficar preso no que irão pensar ou em como irão reagir com sua escrita, mas confessa que adora ver os leitores presentes e se manifestando com apreço pelo que escreve. “Tem um valor isso e eu retribuo respondendo, sempre que posso. É uma relação de muito respeito e até amizade”, conclui.

 

Produção no isolamento
Estar em isolamento é algo que ele já vinha experimentando com a profissão de escritor, pois sempre trabalhou em casa. A pandemia não mudou muito a sua rotina, mas mexeu com sua autocrítica. No começo, ele achou que sua escrita estava boa, depois passou a achá-la ruim. Agora deixou de avaliar e diz que só aceita tudo que tem feito neste período. “São tantas notícias, tantas outras guerras que a gente precisa travar e vencer nesse momento que, sem dúvida, afetou minha escrita”.

 

Para vencer o momento, ele confessa que tem lido bastante, talvez mais do que antes.  No momento, o autor tem escrito histórias que ainda não sabe avaliar qualitativamente e optou pela diversificação dos gêneros. “Escrevi muito mais crônicas. Aliás, até lancei uma coletânea de crônicas, um livro em 3 volumes, o “Viver não pode ser só isso”, pela Amazon/Kindle”. A coletânea traz histórias baseadas em memórias, em reflexões de experiências vividas. Essa obra o ajuda a pensar na vida de hoje.

 

Quanto a à poesia, ele conta que perdeu o controle dos versos. “Ora quero um poema de amor, mas o poema não sai. Sai zangado. Ora é o contrário, quero um poema zangado e sai amoroso”, destaca. O escritor esclarece que passar pela pandemia sem ser afetado seria também um sinal horrível sobre ele.

A conversa com Lucão na live da Fundação do Livro e Leitura é aberta e gratuita e será mediada por Fran Micheli, jornalista ribeirão-pretana e autora do livro “Impróprio para Consumo”, e de uma reunião de crônicas e textos publicados em seu blog “Mãe, já acabei”, que está na internet há mais de 12 anos.

 

 

40tena Cultural
Durante mais de três meses de programação consecutiva, a 40tena Cultural já realizou quase 50 atividades e interagiu com mais de 15 mil pessoas. O projeto, realizado pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, tem como proposta incentivar as pessoas a ficarem em casa durante o período de isolamento social, em virtude da pandemia do coronavírus (Covid-19). Semanalmente são divulgadas atividades que abrangem desde as transmissões ao vivo com artistas e convidados até contação de histórias para crianças, show, dicas e discussões de livros. Para acompanhar a programação semanal, basta acessar as redes sociais da Fundação do Livro e Leitura:

 

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Sobre a Fundação
A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Trata-se de uma evolução da antiga Fundação Feira do Livro, criada em 2004, especialmente para realizar a Feira Nacional do Livro da cidade. Hoje, é considerada a segunda maior feira a céu aberto do país, realizada tradicionalmente no mês de junho.  Em 2020, a Feira entra na 20ª edição, torna-se internacional e recebe nova identidade, apresentando-se como FIL (Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto).

 

Com uma trajetória sólida e projeção nacional e agora internacional, a entidade ganhou experiência e, atualmente, além da Feira, realiza muitos outros projetos ligados ao universo do livro e da leitura com calendário de atividade durante todo o ano. A Fundação se mantém com o apoio de mantenedores e patrocinadores, com recursos diretos e advindos das leis de incentivo, em especial do Pronac e do ProAc.