Encontro on-line, promovido pelo IPCCIC, será às 19h pelas redes sociais, e conta com a participação de Fábio Mariz Gonçalves, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP)

 

 Nesta quarta-feira (14/10), o IPCCIC - Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais promove o último encontro on-line do circuito “Jornada Cidade Humana Hoje - Seis passos para a cidade humana”. O debate terá como tema central “O lugar da rua na cidade humana”,  com a participação arquiteto e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP), doutor Fábio Mariz Gonçalves, e da doutora em História da Arte e pesquisadora do IPCCIC, Maria de Fátima Mattos. A live acontece às 19 horas, no Instagram do instituto (@ipccic).

 

 

As discussões do encontro serão concentradas, na vitalidade e importância das ruas tanto comerciais quanto as que guardam histórias para a cidade. “Quero contribuir com o entendimento da importância da vitalidade dos espaços públicos e suas múltiplas atividades, garantindo que esses espaços sejam transformadores, impactados e recuperados, sem perder sua potência e significado”, explica o professor convidado Fábio Mariz Gonçalves.

Segundo o professor, neste período de pandemia, o mundo mostrou a importância dos espaços e da vida pública, através da experimentação da falta desses locais na vida das pessoas. “Grande parte da população brasileira não pôde ficar em quarentena, pela dependência das estratégias de ganho e subsistência desses espaços”, comenta.

 

 

Já a pesquisadora do IPCCIC, Maria de Fátima Mattos, acrescenta um outro fator importante que é a coletividade. “É na rua que você troca as suas impressões, onde se dão as trocas nas relações pessoais e de vizinhança. A pesquisadora destaca também um problema enfrentado na quarentena: a falta de relacionamento com o outro - o toque, até mesmo as formas de cumprimentos ou mesmo, de olhares e sorrisos. “A falta disso foi um fator de depressão para a maioria dos idosos que estão dentro de casa na quarentena, e também mais jovens. Voltar a frequentar a rua do bairro, rever pessoas faz parte de uma medida profilática de saúde mental, tão necessária neste momento”, alerta.

O encontro faz parte do projeto “Jornada Cidade Humana Hoje - Seis passos para a cidade humana”, que já discutiu temas como suicídio, identidade cultural e saúde pública. Os encontros são on-line e ao vivo, pela rede social do Instituto Paulista de Cidades Criativas e Identidades Culturais (@ipccic).

 

Sobre o IPCCIC

É um instituto sediado em Ribeirão Preto e tem como objetivo estudar a realidade das cidades brasileiras e a partir de diagnósticos específicos, com base nas referências culturais dos locais, criar programas de ações integradas entre Poder Público e sociedade para a transformação das cidades em lugares mais humanos. A meta do Instituto é criar Redes de Gestão Cooperadas entre cidades ligadas geográfica e/ou culturalmente.

A equipe do instituto é formada por historiadores, economistas, produtores de audiovisual, professores, arquitetos, cientista da cultura, cineastas, psicóloga, analista internacional, turismóloga, gestora ambiental, cientista social, cientista política e advogados. Ao todo são 23 profissionais que atuam no IPCCIC. Todos são fontes aptas para atendimento à imprensa e dominam assuntos variados que envolvem os cenários das cidades e suas identidades culturais.

 

Durante o mês de outubro, além da fachada iluminada na cor rosa, o empreendimento traz a exposição de uma peça que representa uma mulher em tratamento

 

 

Para marcar o Outubro Rosa, o RibeirãoShopping, além de iluminar toda a fachada na Avenida Presidente Vargas na cor rosa, traz uma escultura inspirada em história de paciente com câncer de mama. Durante todo o mês, os visitantes que passarem pelo Centro Médico RibeirãoShopping podem apreciar, gratuitamente, a peça de torso que representa uma mulher em tratamento.

 

A obra faz parte da exposição Inspiração Pink, que ao lado do projeto Artemisa, ambos executados via Lei de Incentivo à Cultura, levam a oito cidades do país 23 esculturas de torsos que retratam mulheres e um homem em tratamento. Essa exposição integra à programação do Coletivo Pink, iniciativa da Pfizer em parceria com as principais associações de pacientes no país. Tem como objetivo levar informação de qualidade sobre câncer de mama para a sociedade, romper paradigmas e acolher pacientes que vivem com metástase.

 

Com 1,70 m de altura, as esculturas ficarão expostas nas cidades de São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Recife, Belém e Brasília, durante o mês de outubro. As intervenções artísticas nos torsos foram criadas por 15 artistas plásticos que se inspiraram em cada paciente, de acordo com suas particularidades e histórias. São elas: Nina Pandolfo, Rizza, Ju Violeta, Patrícia Carparelli, Clara Leff, Minhau, Stella Nanni, Linoca, Pri Barbosa, Rafa Mon, Stefany Lima, Leticia Maia, Erika Chichkanoff, Associação Laramara, coletivo de artistas com deficiência visual, e Didu Losso, curador da exposição, ao lado de Camila Alves, que também assina a mostra. 

 

Em Ribeirão Preto, a escultura que está em exposição é da artista Stella Nanni. Quem estiver observando qualquer um dos 23 torsos pode também visualizar as outras esculturas no mesmo momento, basta direcionar o celular para o QR Code que o levará à exposição virtual completa. 

 

Mais informações podem ser obtidas no site ribeiraoshopping.com.br

Atividade, que acontece nesta quinta-feira (08/10), às 19 horas, pelo Instagram na nova plataforma da entidade, terá como tema central crítica na poesia. Escritora, atriz, poetisa, jornalista, cantora e atriz, Elisa Lucinda esteve na Feira do Livro no ano de 2018, emocionando o público com seu discurso de força e luta contra o preconceito

 

 

O projeto 40tena Culturalda Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, promove neste mês de outubro, o bate-papo “Crítica na Poesia”, com a escritora Elisa Lucinda. A live acontece nesta quinta-feira (08/10), às 19h, no Instagram (@fundacaodolivrorp) e pela nova plataforma da entidade (https://www.fundacaodolivroeleiturarp.com/). A agenda promete trazer um debate sobre poesia e reflexão de forma gratuita e on-line. A mediação do encontro será feita pela arte-educadora e artista visual, Brenda Cigarra.

 

 

Esta não é a primeira vez que Elisa Lucinda participa de atividades da Fundação. Ela esteve na 18ª edição da Feira do Livro de Ribeirão Preto, no ano de 2018, no projeto Combinando Palavras que reuniu cerca de 1 mil alunos no Theatro Pedro II. O encontro foi marcado por muita emoção por parte dos alunos e da própria escritora, a partir de um discurso de força e luta contra o preconceito, além de um grito de liberdade que trouxe em alto e bom tom para Ribeirão Preto, ecoando pelos quatro cantos da Feira. “Saibam que a palavra é uma arma. Eu sou negra e só estou hoje aqui por conta da palavra. Se minhas palavras continuarem depois que eu morrer, vou ser eterna”, disse, durante sua apresentação na Feira.

 

Elisa Lucinda é poetisa, jornalista, escritora, cantora e atriz. É uma das autoras que mais vendem no Brasil. Seus livros, em sucessivas edições, percorrem o país sendo lidos, interpretados e encenados. Possui 18 livros publicados, entre eles a Coleção Amigo Oculto, de livros infantojuvenis que lhe rendeu, em 2002, o prêmio Altamente Recomendável (FNLIJ) por “A Menina Transparente”. Elisa Lucinda encena e circula muito de sua obra pelos palcos brasileiros e estrangeiros e comemora o reconhecimento de ser uma das escritoras que mais popularizam a poesia em nosso tempo.

 


40tena Cultural

Durante mais de sete meses de programação consecutiva, a 40tena Cultural já realizou mais mais de 60 atividades e interagiu com quase 24 mil pessoas. O projeto, realizado pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, tem como proposta incentivar as pessoas a ficarem em casa durante o período de isolamento social, em virtude da pandemia do coronavírus (Covid-19). Semanalmente são divulgadas atividades que abrangem desde as transmissões ao vivo com artistas e convidados até contação de histórias para crianças, shows, dicas e discussões de livros. Para acompanhar a programação semanal, basta acessar as redes sociais da Fundação do Livro e Leitura:

Instagram (@fundacaolivrorp)
Facebook (facebook.com/FundacaodoLivroeLeituraRP)
Linkedin (fundacaolivrorp)
Twitter (@FundacaoLivroRP)
Youtube (FeiraDoLivroRibeirao)
Plataforma www.fundacaodolivroeleiturarp.com

 

Sobre a Fundação

A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Trata-se de uma evolução da antiga Fundação Feira do Livro, criada em 2004, especialmente para realizar a Feira Nacional do Livro da cidade. Hoje, é considerada a segunda maior feira a céu aberto do país. Em 2020, a Feira tornou-se internacional e entraria na 20ª edição. Por isso, recebeu recentemente nova identidade, apresentando-se como FIL (Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto), mas foi remarcada para agosto de 2021 devido à pandemia do novo Coronavírus.

Com uma trajetória sólida e projeção nacional e agora internacional, ao longo de seus 20 anos, a entidade ganhou experiência e, atualmente, além da Feira, realiza muitos outros projetos ligados ao universo do livro e da leitura, com calendário de atividades durante todo o ano. A Fundação se mantém com o apoio de mantenedores e patrocinadores, com recursos diretos e advindos das leis de incentivo, em especial do Pronac e do ProAc.