Durante os dias 20 a 26 de novembro, as atividades on-line e presenciais da entidade serão realizadas em parceria com a biblioteca itinerante afrocentrada, a Pretoteca Zenaide Zen

 

 

 O tempo, a literatura e a leitura. Estas serão as temáticas das próximas atividades promovidas pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto que conta com a curadoria da Pretoteca Zenaide Zen, uma biblioteca itinerante afrocentrada, mantida por pessoas negras, que surgiu no início deste ano com a proposta de construir um acervo literário de autores e autoras negras, resgatando a história e humanidade do continente e da diáspora africana. As atividades acontecem nos dias 20, 23, 24, 25 e 26 de novembro e abordarão o Irokó (o orixá que rege o tempo e o espaço, segundo as nações brasileiras Jeje e Ketu).

 

Encontro presencial

A primeira atividade será a contação de história “Oralidade do tempo - histórias para os nossos erês” e acontece neste sábado (20/11), às 8 horas, de forma presencial em Ribeirão Preto, para os alunos da Escola Marista Social Ir. Rui. Brincar, contar histórias, rir e divertir: é com essa energia que o encontro proporcionará um momento descontraído para a aprendizagem. A contação de história será realizada por Daniella Pereira, da Pretoteca Zenaide Zen e do Griot Clubinho de Leitura. Na sequência, às 9h, Fabricio Bispo e Kamila Andrade, poetas e arte-educadores, apresentam um Sarau literário para os estudantes. A proposta deste encontro é gerar uma reflexão e incentivar os jovens no contato com a poesia. “Queremos despertar a veia cultural que, às vezes, está adormecida nas crianças e mostrar que todo mundo consegue fazer poesia. É possível!”, destaca o poeta Fabricio Bispo. A atividade é exclusiva para estudantes da Escola Social Marista Ir. Rui, fechada ao público. Posteriormente, as duas atividades estarão disponíveis na plataforma da instituição.

 

Encontros On-line

Durante a semana, mais quatro atividades serão realizadas, todas transmitidas pelos canais digitais da Fundação do Livro e Leitura.  Na terça-feira (23/11), às 20 horas, acontece o encontro “Tempo ancestral - a sabedoria dos nossos mais velhos”, com a participação dos escritores Paulo Ifatide Ifamoroti, Odete Silva e Maria Helena Ramos. Neste bate-papo, os escritores irão abordar a memória dos povos africanos, passada de geração para geração, aliada com as experiências sobre livro, literatura e arte. A atividade acontecerá pelo Instagram da Fundação do Livro e Leitura.

Na quarta-feira (24/11), às 20 horas, acontece uma roda de conversa sobre a Lei Nº 10.639, com Rosana Monteiro (ex-coordenadora para implementação da lei em Ribeirão Preto) e Rafael dos Anjos, coordenador do Centro de Referência para as Educação Étnico-Racial. Com o tema “É tempo de aprender - o verdadeiro alimento”, as participantes irão discutir a necessidade do ensino da história e cultura africana e indígena no Brasil. A atividade acontece pela plataforma de reuniões Zoom e canal do Youtube da Fundação do Livro e Leitura.

No dia 25/11 (quinta-feira), às 20h30, o encontro digital terá o tema “Pra ontem - um papo sobre autonomia e autogestão”, com a participação de Camila Oliveira e Marcelo Domingos, integrantes da Pretoteca Zenaide Zen, e Eduardo Donaire, da Biblioteca Zumbi dos Palmares - Apresentação Acervo da Biblioteca. O bate-papo irá falar sobre livros, bibliotecas, literatura e arte com base nos princípios de autonomia e autogestão. A atividade acontece no Instagram da Fundação do Livro e Leitura.

Para encerrar a agenda, acontece no dia 26/11 (sexta-feira) duas atividades: a partir das 20 horas, Iuliana Rodrigues do Resenha Preta, do Clube da Leitura; Carol Gregório, produtora cultural da BSJ e Melina Oliveira, da Pretoteca Zenaide Zen, discutem a “O tempo como um eterno recomeço”. Após o bate-papo, a Cia. Quadro Negro fará uma leitura dramática do livro “Os 3 Esús e o Tempo”, de Rodrigo Cândido. A atividade acontece no Instagram da Fundação do Livro e Leitura.

 

Parceria

Camila Oliveira, integrante da Pretoteca, destaca que a proposta da programação é proporcionar diversas linhas de discussões. “Vivemos numa sociedade, fruto da colonização, que historicamente luta contra o tempo, sempre se movendo entre passado e futuro. A temática foi escolhida para refletirmos como esse tempo nos afeta enquanto pessoas pretas, os reflexos na nossa luta e organização de povo, já que a nossa ancestralidade africana ensina que o tempo é nosso aliado”, explica. Segundo ela, a programação irá trazer ferramentas da oralidade, da leitura e da escrita para conectar passado, presente e futuro. “Nosso público são as pessoas pretas, e sempre a ideia é proporcionar o levante do nosso povo, africano da diáspora Brasil, através de debates lúcidos e inspiradores”, conclui.

Todas as atividades têm curadoria da Pretoteca Zenaide Zen e são gratuitas e abertas à população.

 

SERVIÇO:
8h | Contação de história: Oralidade do tempo - histórias para os nossos erês”, com Daniella Pereira
9h | Sarau literário com Fabricio Bispo e Kamila Andrade
Data: 20/11(sábado)
Atividade exclusiva para estudantes da Escola Marista Social Ir. Rui. Fechada ao público.

Live: “Tempo ancestral - a sabedoria dos nossos mais velhos”, com Paulo Ifatide Ifamoroti, Odete Silva Dias e Maria Helena Ramos
Data: 23/11(terça-feira)
Horário: 20 horas
Plataformas de exibição: Instagram (@fundacaolivrorp), plataforma digital (www.fundacaodolivroeleiturarp.com) e Youtube (www.youtube.com/user/FeiraDoLivroRibeirao)

“É tempo de aprender - o verdadeiro alimento” - Roda de conversa sobre a Lei 10.639, com Rosana Monteiro e Rafael dos Anjos 
Data: 24/11 (quarta-feira)
Horário: 20 horas
Plataformas de exibição: Plataforma de reuniões Zoom (Link https://us02web.zoom.us/j/81833772230)


Live “Pra ontem - um papo sobre autonomia e autogestão”, com Camila Oliveira, Marcelo Domingos e Eduardo Donaire
Data: 25/11 (quinta-feira)
Horário: 20h30
Plataformas de exibição: Instagram (@fundacaolivrorp), plataforma digital (www.fundacaodolivroeleiturarp.com) e Youtube (www.youtube.com/user/FeiraDoLivroRibeirao)


Live: “Circularidade - o tempo como um eterno recomeço”, com 
Iuliana Rodrigues, Carol Gregório e Melina Oliveira
Data: 26/11 (sexta-feira)
Horário: 20 horas
Após o bate-papo, a Cia Quadro Negro fará uma leitura dramática do livro “Os 3 Esús e o Tempo”, de Rodrigo Cândido
Plataformas de exibição: Instagram (@fundacaolivrorp), plataforma digital (www.fundacaodolivroeleiturarp.com) e Youtube (www.youtube.com/user/FeiraDoLivroRibeirao)


Sobre a Pretoteca

A Pretoteca Zenaide Zen é uma biblioteca itinerante afrocentrada que surgiu em 19 de janeiro de 2021. O dia e mês foram escolhidos por se tratarem da mesma data de nascimento de Zenaide Zen que negou seu sobrenome ‘Pereira da Silva’, por acreditar que este nome não fazia parte da sua história, adotando o sobrenome Zen (de Zenaide) e significa equilibro. Criada e mantida por pessoas negras, a Pretoteca Zenaide Zen tem o objetivo de construir um acervo literário de autores e autoras negras, oferecido à comunidade preta. Além do acervo, realiza grupos de leitura, contação de história, debates sobre a contemporaneidade, entre outras atividades que visam questionar a condição do negro na diáspora brasileira e oferecer alternativas de existência que não a da sociedade branca-ocidental.

Sobre a Fundação

A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Trata-se de uma evolução da antiga Fundação Feira do Livro, criada em 2004, especialmente para realizar a Feira Nacional do Livro da cidade. Hoje, é considerada a segunda maior feira a céu aberto do país. Em 2020, a Feira tornou-se internacional e neste ano de 2021 realizou sua 20ª edição, pela primeira vez, no formato on-line, devido à pandemia do novo Coronavírus.

Com uma trajetória sólida e projeção nacional e agora internacional, ao longo de seus mais de 20 anos, a entidade ganhou experiência e, atualmente, além da Feira, realiza muitos outros projetos ligados ao universo do livro e da leitura, com calendário de atividades durante todo o ano. A Fundação se mantém com o apoio de mantenedores e patrocinadores, com recursos diretos e advindos das leis de incentivo, em especial do Pronac e do ProAc.

Atendimento à Imprensa

16 nov/21

Filme foi gravado em Belo Horizonte e é uma adaptação do livro da autora Jéssica Macedo, sucesso de vendas na Amazon Kindle. A produção já está disponível no Cinebrac, website de compartilhamento de produções audiovisuais com conteúdo apenas brasileiro

 

 

 

O longa “Eternamente Minha” estreou no último dia 13 de novembro na plataforma de audiovisual Cinebrac (www.cinebrac.com.br). O filme é uma adaptação do romance escrito por Jéssica Macedo, sucesso de vendas na Amazon Kindle.

 

A história de amor, que já atraiu milhares de leitores da autora brasileira, mostra até onde vai a paixão entre opostos, a força do destino e do amor – vivenciado pelos protagonistas Vitor e Cintia, que, a princípio, enfrentam uma série de intolerâncias na convivência na faculdade de Direito.

 

A produção cinematográfica foi feita durante a pandemia, em Belo Horizonte (MG), cidade natal de Jéssica Macedo, através de uma parceria entre o Grupo Editorial Portal, a autora e a Big Boss Produções. O elenco seguiu protocolos sanitários rígidos, conforme regras de autoridades nacionais e locais.

 

Xanthine Drummond, selecionada para o papel da protagonista Cintia, conta que quando conheceu seu personagem sabia que existiam muitos fãs do livro. “Percebi de imediato que precisava atender a muitas expectativas”, revela a atriz. Para isso, passou por mudanças no visual duas vezes.

 

A autora, que também tem formação em Cinema pela UFMG, diz que a bagagem trazida da universidade facilitou a produção do longa-metragem que é a sua primeira experiência cinematográfica, bem como a adaptação do roteiro de um de seus livros. “Coloquei a mão na massa, tive a oportunidade de até filmar e acompanhei tudo de perto”, comemora.

 

Para Ricardo Assis, o protagonista Vitor e também diretor da Big Boss Produções, ter tido o apoio e a visão de filmagem da escritora no set contribuiu demais. “Eu fiquei muito feliz com o resultado”, destaca. Assis também dirigiu o filme, dupla função que desempenha há bastante tempo em suas produções e que segundo ele, é bem desafiadora. Em “Eternamente Minha”, ele teve uma preocupação ainda maior: agradar de verdade os fãs do livro. “Jéssica tem um grande número de leitores. Por isso, meu principal ponto era rodar um filme bem próximo do que foi narrado no livro – claro que com algumas novidades”, afirma.

 

A produção foi feita sem recursos e, mesmo assim, buscou o máximo da qualidade, o que para Jéssica Macedo foi uma grande superação. A autora dá um spoiler e diz que escreveu uma cena inédita para o filme – justamente para trazer novidade e aquecer a história. 

 

O filme conta também com a participação de Ju Fontana, que vive as gêmeas Cecília e Charlotte, duas personagens bem diferentes. Enquanto Cecília vive com sua mãe Cíntia e não conhece o pai, levando uma vida humilde e simples; Charlotte é uma garota rica, criada pelo pai, não conheceu a mãe e acredita que a mesma morreu em seu parto. É ‘patricinha’, e mimada. Consegue tudo que quer, mas o filme mostra que por trás da garota chata existe um enorme coração. A atriz ficou conhecida por interpretar a órfão muda Suelen, de "Amor sem igual", novela da Record. Fez também o filme "Doce novembro", campanhas publicitárias e participou da novela "Carinha de Anjo", do SBT.

O trailer do longa-metragem pode ser conferido no link:  https://www.youtube.com/watch?v=GfRRKZXLoI0.

 

Sinopse
Cíntia deixou sua casa, sua família e seu namorado e foi estudar em uma cidade grande. Determinada a se tornar advogada, ela não queria um relacionamento, mas o destino estava prestes a surpreendê-la: tentou e lutou com todas as forças para não se apaixonar. Vitor era o oposto de tudo o que desejava: um jovem mimado e rico que a provocou, enlouqueceu e roubou seu coração. Uma gravidez inesperada apenas intensificou o amor entre eles. Porém, o coração deles será partido, promessas serão quebradas, e todo o amor que viveram se tornará uma triste lembrança do passado na qual se negarão a desistir.

 

SERVIÇO
Filme Eternamente Minha

Autora: Jéssica Macedo
Direção: Big Bross Produção e Jéssica Macedo
Elenco: Xanthine Drummond, Ricardo Assis, Ju Fontana
Classificação: 16 anos
Exibiçãohttps://cinebrac.com.br/

Espetáculo 'A Ponte' será realizado pelo Ministério do Turismo e 3M no Teatro Santarosa; ingressos estão à venda nos valores de R$ 30 (meia-entrada) e R$ 60 (inteira)

 

 

 

Nesta sexta (12), às 15h e às 18h, o Teatro Santarosa de Ribeirão Preto será o palco do espetáculo 'A Ponte', do dramaturgo canadense Daniel MacIvor, que ficou conhecido pelo público brasileiro através das montagens de In on It, À Primeira Vista e Cine Mostro. Com tradução de Bárbara Duvivier e direção de Adriano Guimarães, o elenco é formado por Bel Kowarick, Carol Nemetala e Liliane Rovaris.

 

Na peça, Bel Kowarick dá vida à primogênita Theresa, uma freira que se isolou da família em um retiro religioso. Carol Nemetala é Agnes, a irmã do meio, uma atriz falida que deixou sua cidade natal. E Louise, interpretada por Liliane Rovaris, a mais jovem das irmãs, viciada em séries de TV a quem não interessa quase nenhum diálogo para fora do mundo virtual. E neste reencontro, do embate entre elas ambientado na cozinha da casa onde foram cridas, as três vão acabar revendo seus valores, crenças e diferenças em busca da possível reconstrução do núcleo familiar há muito tempo fragmentado.

 

 

Para Bel Kowarick, o reencontro entre as irmãs com personalidades e situações de vida tão distantes, revela uma noção de pertencimento. “Quando você sai do ambiente de casa e retorna àquela mesa de almoço, volta a ser o irmão caçula, o do meio ou o mais velho, mesmo que ganhe o mundo. Voltamos a ser a pessoa de quem não podemos fugir”, acredita a atriz. Segundo ela, a aceitação das diferenças que o espetáculo aborda de forma pontual é uma abordagem cara aos dias de hoje. “É fácil aceitar aquele que é próximo de mim, que pensa quase como eu, mas é duro conviver com o distante. É o nosso exercício atual: não precisamos necessariamente amar essas pessoas, mas sim compreendê-las e respeitá-las”.

 

A Ponte é uma peça extremamente popular e foi o texto de maior sucesso do autor canadense. “A qualidade da dramaturgia é latente no texto de MacIvor,” ressalta o diretor Adriano Guimarães.

 

Os ingressos custam R$ 30 (meia-entrada) e R$ 60 (inteira). As vendas acontecem na bilheteria do Teatro Santarosa 1h antes da apresentação, e por meio dos endereços: https://cutt.ly/dTs7pec (às 15h) e https://cutt.ly/8Ts4T5z (às 18h).

 

Ficha Técnica

Texto: Daniel MacIvor.

Tradução: Bárbara Duvivier

Dramaturgia: Emanuel Aragão

Direção: Adriano Guimarães

Elenco: Bel Kowarick, Carol Nemetala e Liliane Rovaris

Assistência de direção: Liliane Rovaris

Cenografia: Adriano Guimarães e Ismael Monticelli

Figurino: Ticiana Passos

Iluminação: Wagner Pinto

Direção de Movimento: Denise Stutz

Programação Visual e fotografia: Ismael Monticelli

Fotos de cena: Flavia Canavarro

Produção Executiva: Adriana Salomão

Produção Local SP: Contorno Produções

Administração e Produção: Super Normal

Direção de Produção e Idealização: Bel Kowarick e Maria Flor

Lote de convites com valor promocional é limitado; Organização da festa também explica sobre a entrada de menores

O Bloco Califórnia começa a pré-venda dos convites, com lote de valor promocional limitado, nesta segunda-feira, dia 08 de novembro, a partir das 12h. A festa que marca o pré-carnaval em Ribeirão Preto está confirmada para o dia 19 de fevereiro de 2022, no Estádio Palma Travassos.

 

 

Na pré-venda, os foliões podem adquirir os ingressos pelo valor promocional único de R$ 30,00 - tanto para o tradicional Ingresso Solidário quanto para meia-entrada. Na modalidade Ingresso Solidário é necessário doar um quilo de alimento não perecível na entrada do evento.

 

Entrada de Menores de Idade

O Bloco Califórnia também receberá menores de idade, desde que apresentem termo de autorização assinado (impresso em mãos) e acompanhados pelos pais ou responsável legal. Ao estar com os pais, o termo precisa estar somente assinado. Já pelo responsável legal acima de 18 anos é preciso que a autorização também esteja com firma reconhecida.

 

O termo pode ser acessado no site do Bloco Califórnia, a partir da abertura da pré-venda.

 

Onde comprar?

Os convites da pré-venda podem ser adquiridos pelo site do evento. As formas de pagamento são: cartões de crédito e de débito, boleto e PIX.

 

Programação

A organização do Bloco Califórnia informa que a programação da edição 2022 será divulgada em breve. O circuito Palma Travassos contará com 2 trios elétricos e 12 atrações entre bandas nacionais e locais, DJs e baterias universitárias.

 

Anote aí!

O que: Bloco Califórnia 2022

Quando: 19 de fevereiro

Local: Estádio Palma Travassos - Ribeirão Preto

Pré-venda dos convites: 08 de novembro às 12h

Valor: R$ 30 - Meia-Entrada e Ingresso Solidário

Para adquirir, basta acessar aqui.

26 out/21

Organização da festa ainda anuncia pré-venda dos ingressos com valor promocional

 

 

O Bloco Califórnia abrirá as portas do Carnaval em Ribeirão Preto com festa confirmada para o dia 19 de fevereiro de 2022, no Estádio Palma Travassos.

 

A organização do evento, que antecipa o clima carnavalesco aos foliões há cinco anos, ainda anuncia a pré-venda dos convites a partir do dia 08 de novembro.

 

Na pré-venda, os ingressos poderão ser adquiridos pelo valor promocional único de R$ 30 - tanto para o tradicional Ingresso Solidário quanto para meia-entrada. Na modalidade Ingresso Solidário é necessário doar um quilo de alimento não perecível na entrada do evento.

 

A pré-venda, que tem lote com número limitado de ingressos, acontecerá exclusivamente pelo site. As formas de pagamento serão: cartões de crédito e de débito, boleto e PIX.

 

Para animar a festa

A programação do Bloco Califórnia será divulgada em breve, mas a organização do pré-carnaval confirma que o agito da festa ficará por conta de quatro shows e da apresentação de oito DJs e de baterias universitárias. O circuito no Palma Travassos contará ainda com dois trios elétricos animando os foliões.

 

Anote aí!

O que: Bloco Califórnia 2022

Quando: 19 de fevereiro

Local: Estádio Palma Travassos - Ribeirão Preto

Pré-venda dos convites: 08 de novembro

Valor: R$ 30 - Meia-Entrada e Ingresso Solidário

Para adquirir, basta acessar o site.

03 out/21

A Harmonização Facial segue em voga. Muitos profissionais de saúde se tornaram aptos - legalmente falando - a trabalhar com estética facial com o passar dos anos. Procedimentos que antes eram exclusivos dos medicos, como aplicação de toxina botulínica e preenchimentos faciais, hoje podem ser realizados por vários profissionais de saúde, como dentistas, biomédicos, enfermeiros, fisioterapeutas e farmacêuticos. Agora, os biólogos também podem trabalhar na área. 

 

 

É claro que, para se tornar um bom profissional de Harmonização Facial, é necessário realizar cursos na área. 

Em Ribeirão Preto, o curso de "Harmonização Facial para Biólogos" , ministrado pelo cirurgião dentista Dr. Diogo Branco e pelo biomédico esteta Thiago Moura, tornou-se referência.

 

Dr. Diogo BrancoDr. Diogo Branco

 

Para saber mais sobre o cronograma do curso e o conteúdo programático, entre em contato pelo instagram @drdiogobranco e saiba mais

 

 

Encontro on-line acontece no canal “Eu Já Estive Em”, da jornalista Janaína Leme, no dia 6/10 (quarta-feira), às 19h. As escritoras D. Valenti e Aretha Vieira Guedes conversam sobre romance contemporâneo e aumento no número de leitoras por esse tipo de literatura

 

As escritoras D. Valenti e Aretha Vieira Guedes, do Grupo Editorial Portal, participam na próxima quarta-feira (6/10), às 19h, de um encontro on-line e ao vivo no canal do Instagram “Eu Já Estive Em”, comandado pela jornalista Janaína Leme. O bate bate-papo será sobre literatura erótica e romance contemporâneo, tema abordado pelas escritoras em suas obras.

 

  1. Valenti, de 43 anos, além de escritora é pedagoga. Natural de Belo Horizonte, ela escreve desde 2010, entre romances de amor e policiais, sempre dirigidos ao público feminino. São eles: ‘O Pecado de Dmitry’, de 2016; ‘Brumas do Passado’, de 2017; ‘Jardim de Inverno’, 2019, e o próximo que está prestes a ser lançado: ‘O que Ela Roubou de Mim’, estes dois últimos publicados pelo Grupo Editorial Portal. Suas obras são inspiradas na vida, anseios, conflitos e diversidade humanas.

Já Aretha Vieira Guedes, 34 anos, é formada em Ciências Biológicas e Odontologia e começou a escrever em 2015 com o romance “Elle – música, amor e amizade”, o primeiro da Série Jack Rock, que foi destaque em Romance no Wattpad. Casada e mãe de um menino, Aretha tem 27 títulos escritos, entre eles, ‘O Mundo do CEO’, ‘Um romance para o CEO’ - editados pelo Grupo Editorial Portal, ‘O CEO’ e ‘A virgem e o velho maluco que quer um neto’ - todos considerados sucesso de leitura. Bestseller da Amazon, Aretha já entrou nos mais vendidos da Veja, também foi vencedora de dois prêmios internacionais Wattys e do concurso Luvbook/Ler Editorial.

 


SERVIÇO:
Bate-papo no “Eu Já Estive Em”, com a jornalista Janaína Leme

Com D. Valenti e Aretha Vieira Guedes, escritoras
Data: 6 de outubro, quarta-feira
Horário: 19h
Plataforma de exibição: Instagram do programa (@eujaestiveem)


Grupo Editorial Portal

Com sede em Belo Horizonte (MG) e presente no mercado brasileiro há quatro anos, o Grupo Editorial Portal vivencia uma fase de evolução de sua marca e ampliação de portfólio, em contínua busca por jovens talentos, bem como incrementa sua frente de gestão, coordenada pela editora Patrícia Trigo.

A empresa já publicou cerca de 100 obras, incluindo ebooks e hoje atua com a produção e divulgação de cerca de 25 escritores. O Grupo Editorial Portal tem apresentado uma performance de crescimento nos últimos anos e, só em 2020, totalizou um aumento de faturamento na ordem de 300%, com lançamento expressivo de 37 obras, sendo 26 livros escritos em 2020, durante a pandemia do Coronavírus, pela autora principal e fundadora do grupo, Jéssica Macedo – eleita como sucesso de vendas na plataforma on-line Amazon Kindle Store.

Conheça outros autores do Grupo Editoria Portal e seus lançamentos no site: https://grupoeditorialportal.com.br/ ou pelas redes sociais:
Facebook: https://www.facebook.com/grupoeditorialportal
Instagram: @grupoeditorialportal/

Inteligência artificial atua como assistente virtual multicanal

 

 

Lançado como mais uma solução para facilitar o relacionamento da Multiplan com os clientes dos seus shopping centers, incluindo o RibeirãoShopping e o ShoppingSantaÚrsula em Ribeirão Preto, o chatbot da Companhia é agora oficialmente apresentado com sua identidade e personalidade: o Zeca é a inteligência artificial que atua como assistente virtual multicanal. O nome é inspirado no fundador e CEO da Companhia, José Isaac Peres, e a tecnologia foi desenvolvida pela equipe interna do MIND (área de Marketing, Inovação e Negócios Digitais da Multiplan). O objetivo do Zeca é o mesmo da Multiplan: tornar a vida das pessoas melhor! 

 

O chatbot está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, e já está presente nos sites de todos os shoppings administrados pela Companhia. Entre as principais funções, o Zeca ajuda com informações sobre localização de lojas dentro dos shoppings, esclarece horário de funcionamento ou lista quais filmes estão em cartaz nos cinemas, por exemplo.  Também permite que o cliente seja direcionado diretamente ao WhatsApp de lojistas para consultas, reservas de produtos ou, até, compras.

 

A identidade visual e a personalidade do Zeca foram desenvolvidas pela equipe do MIND em parceria com a agência Dulado. Muito inteligente, engraçado e prestativo, ele ganhou identidade própria criada a partir da icônica logomarca da Multiplan, o trevo. O Zeca pode adotar feições humanas – sorrindo ou piscando, por exemplo – e se transformar em ícones típicos de datas comemorativas, como o Papai Noel.   

 

A novidade é mais uma iniciativa da Multiplan em sua estratégia de omnicanalidade, buscando sempre otimizar a jornada dos clientes. No futuro, ele também estará presente no Multi, o superapp dos shoppings Multiplan, nas redes sociais e em pontos físicos dos empreendimentos, como robôs, totens e tablets.  

 

“Com o chatbot, os shoppings passam a oferecer aos seus clientes atendimento a qualquer hora, em qualquer lugar, com objetivo de complementar o atendimento humano, não substituí-lo. O serviço nos ajuda a mapear perguntas e temas frequentes e dessa forma otimizar as respostas e conhecer melhor o consumidor, para atendê-lo ainda melhor”, afirma Richard Svartman, Diretor de Estratégia Digital do grupo Multiplan.

Você já conheceu o Zeca? Acesse os sites do RibeirãoShopping (www.ribeiraoshopping.com.br) e do ShoppingSantaÚrsula (www.shoppingsantaursula.com.br)  e confira!

 

Sobre a Multiplan

A Multiplan possui atualmente 19 shopping centers em operação e é uma das maiores empresas do setor no Brasil. A companhia também atua estrategicamente no desenvolvimento de imóveis comerciais e residenciais, com projetos multiúso que geram sinergias para as operações de shopping centers, oferecem conveniência e comodidade aos usuários, e geram valor a seus ativos. Fundada em 1974 como empresa full service, é responsável pelo planejamento, desenvolvimento, propriedade e administração de um dos melhores portfólios de empreendimentos do país. O ParkJacarepaguá, em construção no Rio de Janeiro, será o 20º shopping da companhia e será inaugurado em novembro de 2021.


Os shopping centers da Multiplan totalizam mais de 5.800 lojas, tráfego anual estimado em 190 milhões de visitas e área bruta locável (ABL) de 835.145 m². Adicionalmente, a Multiplan detém dois conjuntos de torres comerciais com ABL de 50.582 m², que somados à área total de shopping centers resultam em ABL de 885.727 m². Mais informações em https://www.multiplan.com.br.

 

 

 

O SESC Ribeirão Preto dá início ao mês de agosto trazendo uma programação repleta de  atividades para todas as comunidades e gerações. Nos próximos dias 10 e 13 de agosto, a unidade promoverá dois bate-papos online com  o tema “Uma Comunidade e Seu Tempo: A homossexualidade e seu envelhecimentointegrando a sua programação de Diversidade Cultural. Nos encontros, que contarão com as participações de especialistas de diversas áreas, serão abordados assuntos como os medos, expectativas e questionamentos de duas gerações: pessoas entre 30 e 45 anos e pessoas acima dos 50. 

 

            No primeiro dia (10/08), a homossexualidade e as questões que permeiam a orientação até pessoas de 45 anos, será discutida por Bruno Branquinho (Psiquiatra e psicanalista com foco em saúde mental LGBTQIA+), Marina Monteiro  (Atriz, produtora e escritora, autora do livro "Em Nossa Cidade Amarelinha era Sapata", arte-educadora e formanda em Filosofia),  Ikaro Kadoshi (Artista, jornalista, apresentador de TV e Drag Queen) e Genilson Coutinho (Fotógrafo, Youtuber, militante LGBTQIA+ e editor chefe do site Dois terços

 

 

 

      Já no dia 13/08, o Dr. Vinicius Borges - “Doutor Maravilha” (Infectologista focado na saúde LGBTQIA+), Silvetty Montilla (Atriz, transformista e comediante), Franco Reinaudo (Diretor do Museu da Diversidade Sexual de São Paulo) e  Sueli de Sousa (Voluntária na ONG Eternamente Sou e integrante da áudio novela Aquarius), explanam sobre a homossexualidade entre pessoas acima dos 50 anos, trazendo suas vivências, conhecimentos e fazendo o fechamento da atividade. Os dois encontros contarão com a mediação do ator, produtor e apresentador Rafael Bolacha

 

 

          

  Para o Sesc Ribeirão Preto muitos são os desafios enfrentados pela população LGBTQIA+, além das lutas contra os estígmas e preconceitos, e um padrão social construido a partir de uma heteronormatividade. O propósito desta programação é realizar uma discussão mais aprofundada sobre sexualidade, o processo de envelhecimento e relações sociais e culturais que envolvem essa população.

 

Os bate-papos “Uma Comunidade e Seu Tempo: A homossexualidade e seu envelhecimentoacontecerão no canal do Youtube do SESC Ribeirão Preto, a partir das 19 horas e para participar, basta acessar o link https://www.youtube.com/user/sescribeirao.

 

SERVIÇO

Bate-papo “Uma Comunidade e Seu Tempo: A homossexualidade e seu envelhecimento

Dias 10 e 13/8, terça e sexta,

Horário: 19 horas

Local: https://www.youtube.com/user/sescribeirao.

Classificação: Livre

Acesso gratuito Grátis.

 

SOBRE OS CONVIDADOS

-Bruno Branquinho - Psiquiatra e psicanalista com foco em saúde mental LGBTQIA+, colunista na Carta Capital e Voluntário na Clínica da ONG Casa 1. 

-Marina Monteiro - Atriz, produtora e escritora, autora do livro "Em Nossa Cidade Amarelinha era Sapata" pela editora Patuá, arte-educadora e formanda em Filosofia.

-Ikaro Kadoshi - Artista, jornalista, apresentador de TV e Drag Queen. 

-Genilson Coutinho - Fotógrafo, Youtuber, militante LGBTQIA+ e editor chefe do site Dois terços.

-Dr. Vinicius Borges - “Doutor Maravilha” - Infectologista focado na saúde LGBTQIA+.

-Silvetty Montilla:  Atriz, transformista e comediante. Franco Reinaudo - Diretor do Museu da Diversidade Sexual de São Paulo.

-Sueli de Sousa: Voluntária na ONG Eternamente Sou e integrante da áudio novela Aquarius. 

Mediação Rafael Bolacha - Ator, produtor e apresentador. Foi produtor, roteirista e apresentador do "Chá dos 5", programa disponível por 6 anos no youtube e na TV8 Brasil. Vencedor no 6º Prêmio Papo Mix da Diversidade como melhor canal LGBT. Realiza palestras sobre diversidade e HIV em empresas, universidades e eventos. 

- Rafael Bolacha (Mediação):  Ator, produtor e apresentador. Foi produtor, roteirista e apresentador do "Chá dos 5", programa disponível por 6 anos no youtube e na TV8 Brasil. Vencedor no 6º Prêmio Papo Mix da Diversidade como melhor canal LGBT. Realiza palestras sobre diversidade e HIV em empresas, universidades e eventos.

 

 

 

 

 

Ciclo de debates terá ainda participação de nomes como os cineastas Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho, o ator Gregorio Duvivier, o médico-escritor Carlos Roberto Ferriani, a professora ribeirão-pretana Elaine Assolini, o físico Marcelo Gleiser, entre outros

 

Marcelo Gleiser

 

Diferentes utopias estarão em debate durante a 20ª FIL (Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto) e nortearão os encontros do Salão de Ideias com atividades que compõem a agenda desta edição histórica do evento que, neste ano, tem como tema central “Velhas e Novas Utopias”. O evento literário acontece entre os dias 21 e 29 de agosto, com cerimônia de abertura no dia 20 (sexta-feira), em formato 100% on-line em função da pandemia do coronavírus. A proposta dos organizadores da Feira do Livro é levar para os encontros do Salão de Ideias um diverso conjunto de participantes, mas que têm a veia literária em comum, reunindo conversas sobre política, meio ambiente, educação, cinema e literatura.

 

Escolhido como embaixador desta 20ª edição, o escritor araraquarense Ignácio de Loyola Brandão abre a programação da FIL e estreia o Salão de Ideias, no dia 21 de agosto, às 13h, comemorando os 40 anos de lançamento do premiado romance “Não Verás País Nenhum”, um de seus maiores sucessos, lançado em 1982.

 

Ignacio de Loyola Brandão

 

Jornalista e escritor – com 46 livros publicados entre romances, contos, crônicas, infantis, viagens, reportagens e uma peça teatral - atualmente é cronista quinzenal do jornal O Estado de S.Paulo. Com seis Jabutis na carreira e o maior prêmio da literatura, o Machado de Assis (2016), Ignácio de Loyola Brandão pertence ainda às Academias Paulista (Cadeira 47) e Brasileira de Letras (Cadeira 11). A mediação será feita pela pedagoga Laura Abbad.

Logo após a abertura com o escritor, o patrono da FIL, Paulo Roberto Oliveira, conversa com os internautas, às 14h, sobre o tema “Utopia da água potável”. Paulo Oliveira é presidente da GS Inima Ambient, apoiadora da FIL desde 2016. A empresa é pioneira em sustentabilidade com produção própria da energia utilizada em sua estação de esgotamento sanitário.

 

 Paulo Roberto

 

O Salão de Ideias encerra a programação do dia 21 de agosto com a participação de Carlos Berriel e Evanir Pavloski, comandando o debate sobre “Utopia”, de Thomas More, às 18 horas.

 

 Carlos Berriel

 

Considerado um dos grandes humanistas do Renascimento, o inglês Thomas More - filósofo, advogado, escritor, político - é autor de “Utopia”, livro clássico que trata de exploração econômica por quem domina o poder.  Carlos Berriel é professor de Teoria Literária na Unicamp, editor da revista Revista Morus – Utopia e Renascimento e coordenador do U_TOPOS – Centro de Estudos sobre Utopia da Unicamp. Evanir Pavloski é Doutor em Estudos Literários pela Universidade Federal do Paraná, pós-Doutor em Teoria Literária pela Universidade de Campinas e professor do Departamento de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

 

 Evanir Pavloski

 

No domingo, dia 22 de agosto, às 18 horas, o ator, humorista, roteirista e escritor brasileiro, Gregorio Duvivier, também estará na feira e participa do encontro “Entre uma poesia e outra, muitas utopias”. A mediação do bate-papo será feita pelo escritor João Augusto. Gregorio Duvivier ficou conhecido pelo seu trabalho no cinema e no teatro e, a partir de 2012, destacou-se como um dos criadores das esquetes do canal Porta dos Fundos, no YouTube.

 

 Gregorio Duvivier

 

A educação segue como temática do Salão de Ideias no dia 25 de agosto (quarta-feira), às 16h30, quando a professora ribeirão-pretana Elaine Assolini - uma das homenageadas da FIL 2021 - coloca em cena a questão: “as Utopias da Educação”. Formada em Pedagogia e Letras, Elaine Assolini atua no ambiente universitário há 25 anos, mas guarda experiências também no ensino fundamental e médio.

 

 Elaine Assolini

 

No dia seguinte, 26 de agosto, às 16h30, o escritor carioca Jessé Andarilho desembarca no evento trazendo um pouco da história de sua trajetória pessoal e como a literatura mudou a sua vida. Jessé Andarilho é escritor, roteirista, palestrante, produtor cultural, presidente do Centro Revolucionário de Inovação e Arte (CRIA) e criador do projeto marginow.

 

 Jessé Andarilho

 

No dia 27 de agosto, sexta-feira, às 16h30, os cineastas Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles comandarão o Salão de Ideias com a temática “Utopias e distopias em Bacurau”. Um dos mais premiados filmes brasileiros recentes, Bacurau, conquistou belas avaliações de público e da crítica especializada no Brasil no exterior.

 

 Kleber Mendonça Filho

 

Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco, Kleber Mendonça Filho foi responsável pelo setor de cinema da Fundação Joaquim Nabuco durante 18 anos. Escreveu para a Revista Continente, Folha de S. Paulo e Jornal do Commercio, no Recife. É diretor artístico do Janela Internacional de Cinema do Recife e curador do departamento de cinema do Instituto Moreira Salles. Seus curtas metragens (Vinil verde, Eletrodoméstica, Recife Frio) receberam mais de 100 prêmios no Brasil e no exterior. Juliano Dornelles começou sua carreira na publicidade e debutou no cinema, dirigindo o curta-metragem Biodiversidade (2005), ao lado de Daniel Bandeira. Começou a se destacar a partir de seu trabalho em Amigos de Risco (2007), drama no qual atuou como diretor, roteirista e designer. A dupla dirigiu o longa Bacurau, que estreou na competição do Festival de Cannes em maio de 2019 e ganhou o Prêmio do Júri, além do longa Aquarius (2016), que também estreou na competição do Festival de Cannes e distribuído em mais de 100 países.

 

No sábado, dia 28 de agosto, quem participa é a educadora social Bel Santos, a partir de 13h. A conversa é sobre “A literatura como direito humano: utopia?”. Criadora do projeto Biblioteca Caminhos da Leitura, que promove leitura em espaços que vão de maternidade a cemitérios, Bel Santos é coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário (Ibeac).

 

 Bel Santos

 

No mesmo dia, o médico ribeirão-pretano Carlos Roberto Ferriani - também homenageado nesta FIL – marca sua presença no Salão de Ideias “Palavras que sou”, às 18h. Autor de três livros (dois de poesia e um romance), Ferriani ocupa cadeira na Academia Ribeirãopretana de Letras e na Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto, além de ser membro da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores.

 

 

O físico Marcelo Gleiser encerra o Salão de Ideias da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto 2021, no dia 29 de agosto, a partir de 16h30 com o tema: A utopia é uma verdade?. Também astrônomo, escritor, professor e roteirista, Gleiser foi conselheiro geral da Sociedade Americana de Física e é ganhador de dois prêmios Jabuti. A mediação é de Fernanda Brando, professora do Departamento de Biologia da USP Ribeirão Preto.

 

“Com essa primeira edição internacional, a organização da FIL estende a possibilidade de participação e interação ao público de internautas de todo o Brasil e exterior, por meio do acesso on-line e gratuito”, afirma a presidente da Fundação do Livro e Leitura, Dulce Neves. Segundo ela, para estes encontros do Salão de Ideias, a programação do evento selecionou escritores e profissionais que se destacam no eixo cultural mundial.

 

Considerada a segunda maior feira do livro a céu aberto do Brasil e uma das maiores da América Latina, a FIL terá toda programação exibida virtualmente por meio da plataforma oficial da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, entidade organizadora do evento: www.fundacaodolivroeleiturarp.com.

 

Com 21 anos de história e 19 edições realizadas, a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto já reuniu mais de 3 mil escritores e artistas, com 6 milhões de leitores visitantes. Em 2021, o evento terá cerca de 60 atividades, durante 10 dias, e em torno de 110 horas de programação.

 

SERVIÇO

DIA 21 DE AGOSTO (sábado)

Ignácio de Loyola Brandão (com mediação de Laura Abbad)

Horário: 13h

Tema: Comemoração aos 40 anos de lançamento do romance “Não Verás País Nenhum”

 

Paulo Roberto Oliveira (presidente da GS Inima Ambient)

Horário: 14h

Tema: “Utopia da água potável”

 

Carlos Berriel e Evanir Pavloski

Horário: 18h

Tema: “Utopia, de Thomas More”

 

DIA 22 DE AGOSTO (domingo)

Gregorio Duvivier (com mediação de João Augusto)

Horário: 18h
Tema: “Entre uma poesia e outra, muitas utopias”

 

DIA 25 DE AGOSTO (quarta-feira)

Elaine Assolini

Horário: 16h30

Tema: “As Utopias da Educação”

Professora homenageada

 

DIA 26 DE AGOSTO (quinta-feira)

Jessé Andarilho

Tema: vida e obra

Horário: 16h30

 

DIA 27 DE AGOSTO (sexta-feira)

Juliano Dornelles Kleber Mendonça Filho

Horário: 16h30

Tema: “Utopias e distopias em Bacurau”

 

DIA 28 DE AGOSTO (sábado)

Bel Santos

Horário: 13h

Tema: “A literatura como direito humano: utopia?”.

 

Carlos Roberto Ferriani

Horário: 18 horas

Tema: “Palavras que sou”

Escritor homenageado

 

DIA 29 DE AGOSTO (domingo)

Marcelo Gleiser (mediação de Fernanda Brando)

Tema: “A utopia é uma verdade?”

Horário: 16h30

 

20ª FIL – FEIRA INTERNACIONAL DO LIVRO DE RIBEIRÃO PRETO

A 20ª edição da FIL - Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto será realizada integralmente no formato on-line, entre os dias 21 e 29 de agosto, com cerimônia de abertura no dia 20. No ano passado, o evento foi adiado em função do avanço do Coronavírus (Covid-19) no país, mas foi anunciado com abrangência internacional a partir da sua 20ª edição. Por isso, recebeu recentemente nova nomenclatura e teve identidade visual reformulada.

Para 2021, diante da continuidade da crise sanitária, a decisão estratégica da organização do evento convergiu para realizá-lo no ambiente virtual, com transmissão ao vivo pela plataforma oficial da Fundação: www.fundacaodolivroeleiturarp.com  e  pelas redes sociais da instituição.

A Feira consagrou-se como um dos maiores eventos culturais do país: com 20 anos de história e 19 edições realizadas, já reuniu mais de 3 mil escritores e artistas com 6 milhões de leitores visitantes. Neste ano, a FIL contará com cerca de 60 atividades, durante 10 dias, e em torno de 110 horas de programação.


Sobre a Fundação

A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Trata-se de uma evolução da antiga Fundação Feira do Livro, criada em 2004, especialmente para realizar a Feira Nacional do Livro da cidade. Hoje, é considerada a segunda maior feira a céu aberto do país.

Com uma trajetória sólida e projeção nacional e agora internacional, ao longo de 21 anos, a entidade ganhou experiência e, atualmente, além da Feira, realiza muitos outros projetos ligados ao universo do livro e da leitura, com calendário de atividades durante todo o ano. A Fundação se mantém com o apoio de mantenedores e patrocinadores, com recursos diretos e advindos das leis de incentivo, em especial do Pronac e do ProAc.

Para acompanhar, basta acessar as redes sociais da Fundação do Livro e Leitura:
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Facebook (https://www.facebook.com/fundacaolivrorp)
Linkedin (fundacaolivrorp)
Twitter (@FundacaoLivroRP)
Youtube (FeiraDoLivroRibeirao)
Plataforma www.fundacaodolivroeleiturarp.com

Anúncio sobre essa parceria será realizado na terça-feira, dia 3 de agosto, às 10h, no IRCAD em Barretos com transmissão on-line

 

Na próxima terça-feira, dia 3 de agosto, às 10h, a Rede Savegnago de Supermercados e o Hospital de Amor de Barretos apresentam a parceria com a campanha Corrente de Amor, do ApCap do Bem. 

 

 

O objetivo é fomentar doações ao Hospital de Amor de Barretos, que atua com o tratamento, prevenção, reabilitação e pesquisa relacionados à área oncológica no Brasil.

 

A parceria com o Savegnago é celebrada como um importante peso à campanha por a rede alcançar mais de 5,5 milhões de habitantes nos 17 municípios que compõem sua área de atuação, aumentando a possibilidade de angariar mais doações para manter os serviços prestados pelo Hospital de Amor à população brasileira.

 

 

Hospital de Amor

Com mais de 58 anos de história e reconhecimento por sua excelência em tecnologia e cuidado humanizado, o Hospital de Amor conta atualmente com mais de 5,3 mil colaboradores e 380 médicos atuando em suas dezenas de unidades de tratamento, prevenção, reabilitação e pesquisa, relacionadas à área oncológica, espalhadas pelo Brasil. Em 2020, o hospital atendeu mais de 225 mil pacientes e promoveu mais de 910 mil atendimentos em 2.360 localidades, tudo de forma 100% gratuita.

Savegnago

Fundada há 45 anos, a Rede Savegnago conta, atualmente, com 50 lojas em 17 cidades, quatro postos de combustível, dois centros de distribuição e um moderno centro administrativo na cidade de Sertãozinho, matriz do grupo, que juntos geram mais de 10 mil postos de trabalho. Atualmente, o Savegnago está em 1º lugar no interior paulista, 7º no estado de São Paulo e 13º lugar do Brasil no quesito faturamento, de acordo com o ranking da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS).

 

Savegnago e projetos sociais

Preocupada com o desenvolvimento das regiões e das comunidades onde está inserida, a rede Savegnago contribui com diversos programas sociais e ambientais. O grande destaque é sua atuação como mantenedora da Instituição Aparecido Savegnago, que atende crianças e adolescentes de Sertãozinho e do distrito de Cruz das Posses, que participam de cursos de violino, violoncelo, viola, contrabaixo, clarinete, flauta, saxofone, trompa, trombone, trompete, violão, teoria da música, canto coral, teatro, dança, ética e cidadania e artes plásticas, além de saúde da criança, que é realizado por uma psicóloga.

 

Além disso, todos os anos, os cupons promocionais das campanhas da rede Savegnago são revertidos em doações às entidades assistenciais dos municípios onde possui lojas. Atualmente, está em vigor a campanha de aniversário "Vamos Celebrar a Esperança", que distribuirá mais de R$ 1,5 milhão em prêmios, incluindo 72 vale-compras no valor de R$ 5 mil para instituições.

Série de três vídeos, disponível no YouTube, mostra vida e obra do maior poeta negro brasileiro vivo, hoje com 94 anos de idade, considerado símbolo de enfrentamento e resistência na luta contra o racismo

 

Comparado por críticos e estudiosos a grandes nomes da poesia, como Castro Alves e Carlos Drummond de Andrade, Carlos de Assumpção é ícone da representatividade da cultura e da luta da população negra brasileira contra o racismo e todas as suas formas de preconceito e opressão. Considerado um poeta invisível, por não ser conhecido do grande público, a obra do artista transcende tempo e espaço e expõe em versos e prosas a dura realidade dos negros no país. Aos 94 anos, o “poeta griot” tem sua vida e obra homenageadas em um documentário de três episódios, produzido pelo Sesc Ribeirão Preto e lançado no canal do YouTube (YouTube.com/sescribeirao).

 

“A raça negra é tão espezinhada, posta para trás, tem que lutar, e muito, para vencer na vida. É uma vida de luta. O negro brasileiro tem que lutar muito para conseguir alguma coisa. E, mesmo conseguindo alguma coisa, ainda tem que vencer barreiras. Sempre. Mas a gente tem um espírito de luta, desde a infância”, diz Carlos de Assumpção, no vídeo.

 

Para Vitor Hugo Vieira, programador de Turismo, Literatura e Diversidade do Sesc Ribeirão, o lançamento do documentário é uma justa homenagem e reconhecimento à contribuição que Carlos de Assumpção deu, e ainda dá, ao engrandecimento das artes literárias e a cultura como um todo no país. “Nada, a não ser o racismo estrutural instituído no Brasil, poderia justificar o apagamento continuado deste poeta até seus 94 anos”, diz.

 

Consagrado como o maior poeta negro brasileiro vivo, Carlos de Assumpção nasceu em 1927 em Tietê (SP). Mudou-se para Franca, no interior de São Paulo, em 1969, adotando a cidade como ponto de resistência e produção para sua vasta obra literária. É neto de Cirilo Carroceiro, que deixou de ser escravo pela Lei do Ventre Livre, assinada pela Princesa Isabel e promulgada em 28 de setembro de 1871, libertando todos os filhos de mulheres escravas nascidos a partir de então.

 

O avô, analfabeto, era quem contava histórias testemunhais sobre a escravidão, e servia de contraponto para o garoto que lia uma história diferente nos livros didáticos, uma versão imposta por uma narrativa eurocêntrica dos processos de colonização das Américas. Entendedor da força da palavra, o poeta é uma voz forte na luta contra o racismo, uma referência na obra de resistência negra no Brasil.

 

Apesar de ser um decano da literatura afro-brasileira, Carlos de Assumpção estreou em publicação individual somente em 1982, aos 55 anos, com o livro “Protesto”. Nas décadas seguintes lançou mais quatro volumes de poemas (“Quilombo”, 2000; “Tambores da Noite”, 2009; “Protesto e Outros Poemas”, 2015; “Poemas Escolhidos”, 2017). Já a obra “Não Pararei de Gritar” reúne sua poesia completa: os cinco livros mais outros nove poemas inéditos, escritos entre 2018 e 2019.

 

“Saibam que minha luta está enraizada na luta dos meus avós. E também saibam que minha luta não é só minha. É luta de todos nós. Ontem lutaram comigo nos quilombos índios e brancos pobres, irmãos explorados também. Meu quilombo de hoje não é diferente dos quilombos do passado. Nas lutas contra a injustiça. Nas lutas contra a discriminação. Ninguém pode ser injustiçado e discriminado. Quem ame realmente a liberdade. Quem realmente seja irmão. Quem tenha realmente amor no peito. Me dê a mão. Junte-se a minha voz. E meu quilombo de hoje é igual aos quilombos do passado. É quilombo de todos os oprimidos. É quilombo de todos os explorados. É quilombo aonde todos são bem-vindos. É quilombo de todos nós.”

 

É com versos como este, do poema “Minha Luta”, declamado no documentário, que o poeta griot expõe seus sentimentos. Expressa a verdade sobre o preconceito velado e os olhares obscuros que a sociedade lança sobre a população negra, sempre com desconfiança e prejulgamento.

 

“A poesia, para mim, em primeiro lugar é um desabafo. É abrir os olhos das pessoas para os problemas que nos cercam. É incentivo, é tudo, é vida”, diz o poeta, no vídeo.

 

Segundo Vitor Hugo, os griots (contadores de histórias, músicos, conselheiros, oradores, entre outros) são considerados personagens fundamentais das civilizações africanas. Eles têm o compromisso de preservar e transmitir histórias, fatos históricos e os conhecimentos e as canções de seu povo na África Ocidental, mantendo a tradição de uma comunidade viva, perpassando gerações para a sua ancestralidade.

 

“Consideramos o escritor Carlos de Assumpção um griot, que se inspira nas histórias contadas pelos seus antepassados para escrever seus textos e poemas. Histórias do período escravocrata e do pós-abolição. Esse contexto histórico deixou marcas tão profundas que são sentidas até hoje, no preconceito e na discriminação racial, fato que motiva ainda mais a luta e militância do poeta no combate ao racismo”, diz Vitor Hugo.

 

Como professor, Carlos de Assumpção é um defensor da educação. Ele luta para que seja cumprida a lei 10.639/03, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, na qual foi incluída no currículo escolar a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira" nos componentes curriculares de Educação Artística, Literatura e História, alterada pela Lei 11.645/08, que inclui "História e Culturas Indígenas".

 

“A luta do poeta, que transparece na sua fala e suas obras, é contra essa legitimação de nossa sociedade como elitista e excludente, que menospreza a história dos africanos, afrodescendentes e indígenas. Mesmo com a grandeza da sua obra, ele é considerado um poeta invisível, uma vez que seu trabalho não é conhecido do grande público. Com 94 anos, ele usa os meios digitais para ajudar a espalhar suas palavras e poesias, enviando para seus contatos no WhatsApp um poema ou trechos de suas obras”, diz Vitor Hugo.

 

O vídeo

O documentário “Carlos de Assumpção, o poeta griot” lançado pelo Sesc Ribeirão tem como objetivo o registro da vida e realizações do poeta, suas produções e trabalhos até o momento. A ideia da série era acompanhar cenas do cotidiano do autor, mas devido às restrições impostas pela pandemia, o roteiro foi adaptado.

 

“Para gravar durante a pandemia, a equipe seguiu todos os protocolos de segurança e com acesso remoto. Os equipamentos foram enviados para a residência do escritor e as captações contaram com o auxílio da família - que reside com ele, e com o apoio à distância do técnico audiovisual”, explica Vitor Hugo.

 

O resultado é um monólogo em formato intimista, recheado de poesia e música com batuque, com uma linha narrativa a partir da expressão comumente utilizada por Carlos de Assumpção: “Quando o poeta acorda”. São opiniões sobre racismo, família, escravidão, democracia, educação, juventude, amor, samba, candomblé, sonhos e futuro, histórias da sua vida e poesias declamadas, como a “Zé Tambor”, descrita abaixo.

 

“Ei, você aí, Zé Tambor. Parado na frente do cinema. Na frente do banco. Na frente do supermercado, Zé Tambor. Cuidado. A injustiça ronda as ruas da cidade, Zé Tambor. A morte é irmã gêmea da vida, Zé Tambor. Lá vem o carro de fogo. Lá vem os homens de olhos de fogo. Com as armas de fogo nas mãos. Cuidado, Zé Tambor. Cor suspeita de carvão”.

 

Serviço

Documentário ‘Carlos de Assumpção, o poeta griot’

Onde assistir: canal do Sesc Ribeirão no YouTube - https://www.youtube.com/playlist?list=PLSQPgUA8X-xxjp5C4h0pSPBlSe-UCy9pH

 

FICHA TÉCNICA

Realização: Sesc Ribeirão Preto

Apresentando: Carlos de Assumpção

Participação percussão: Luciano Soares

Agradecimento: Lourdes Nascimento

Direção: Leo Otero

Imagens e entrevista: Leo Otero

Assistência e roteiro: Sheila Brandão

Iluminação: Michel Masson

Edição e legendas: Raíza Ferreira

Ilustração: Lucas Frischa

Animação: Willian Calegaro

01 jul/21

24 jun/21

Floresthá lança "Teto Azul"

postado por Diogo Branco

 

Floresthá é artista ribeirão-pretana que mistura a música e a performance como ferramentas de expressão. Seu primeiro Ep. intitulado "HABITAT" está sendo lançado no decorrer de 2021 através de singles e videoclipes que dão vida a esta obra formatada desde 2018. Nele, cinco músicas revelarão através das letras e arranjos, uma pesquisa de texturas e camadas da música eletrônica brasileira que busquem potencializar a essência do "habitar", realçando as várias leituras que essa palavra possa sugerir, dentre elas o seu significado metafórico de pertencimento, lar e segurança para ser quem se é.

 

 

Seu primeiro single: "O Que Não Cabe" estreou com videoclipe em abril e conta com uma atuação digna de estreia, com matérias por todo o país e exterior. Agora em junho Floresthá lançará a segunda faixa do EP. chamada "Teto Azul". Vale destacar que essa obra - uma das mais recentes da compositora - foi composta por Floresthá já durante a pandemia. Sua composição aconteceu de forma inusitada: a artista propôs criar uma música mostrando o processo nas redes sociais e abrindo para que seus ouvintes contribuíssem criativamente, inspirando através de frases, ideias e elementos.

 

A temática que fala da capacidade humana em regenerar-se, veio da própria compositora que buscou
investigar através da produção eletrônica, uma atmosfera forte e ao mesmo tempo leve, como um resgate positivo meio ao caos instalado pela covid 19 e pela crise financeira e política no país.

 

A produtora busca unir em seu trabalho, gêneros da música eletrônica como o pop, indie-eletrônico e brazilian trip hop com pitadas de uma dramaturgia sonora a fim da convergência de linguagens artísticas - e assim, aproximar seu público de uma experiência sonora e visual. O contraponto trazido pela densidade das letras, pelos samples e pelas timbragens sintetizadas, investiga simbologias que representem o paradoxo do natural e do tecnológico, da humanidade e das máquinas, do selvagem e do urbano, do sagrado e do profano.

 

 

SOBRE A ARTISTA

Floresthá é uma artista independente, nascida e residente em Ribeirão Preto - SP, que atua como produtora cultural há mais de 10 anos, trabalhando diretamente com criações artísticas e formação no âmbito da música, teatro e circo. Graduada em Artes Cênicas e técnica em Música, viu na paixão em diversas linguagens uma oportunidade de potencializar suas produções. Cria e produz trilhas-sonoras para espetáculos cênicos, audiovisuais e em alguns projetos realiza essa execucão ao vivo. Durante boa parte de sua carreira dedicou seus conhecimentos musicais para o teatro. Em 2017 lançou-se a participar de projetos musicais em bares, feiras, festivais e, neste período, também começou a trabalhar em suas composições particulares rascunhadas desde 2009. No decorrer dos próximos anos, encorajada por coletivos que promovem a música autoral e a visibilidade da mulher no meio musical (entre eles destaca-se o "Sonora - Festival Internacional de compositoras"), a artista pôde passar por um período intenso de experimentações e estudos na área da produção musical eletrônica que possibilitaram a busca de uma identidade e, assim, impulsionar o planejamento do tão sonhado EP "HABITAT"

14 jun/21

Edição histórica da tradicional FIL – Feira Internacional do Livro será realizada neste ano em formato on-line e gratuito, com interação do público, entre os dias 20 a 29 de agosto, com o tema “Velhas e Novas Utopias”. O evento será transmitido ao vivo pela internet, com interpretação em Libras e legendas

 

 

Ribeirão Preto (SP), 14 de junho de 2021 – A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, anuncia que, neste ano, a 20ª edição da FIL - Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto será realizada integralmente no formato on-line, entre os dias 20 e 29 de agosto. No ano passado, o evento foi adiado em função do avanço do Coronavírus (Covid-19) no país. Para 2021, diante da continuidade da crise sanitária, a decisão estratégia da organização do evento é realizá-lo no ambiente virtual, com transmissão ao vivo pela plataforma oficial daFundação: www.fundacaodolivroeleiturarp.com e pelas redes sociais da instituição.

 

A Feira consagrou-se como um dos maiores eventos culturais do país: com 20 anos de história e 19 edições realizadas, já reuniu mais de 3 mil escritores e artistas com 6 milhões de leitores visitantes. Neste ano, a FIL contará com 60 atividades, durante 10 dias, com um total de 110 horas de programação. Alguns nomes já estão confirmados, entre eles, Mia Couto, Ignácio de Loyola Brandão, Renan Inquérito, Milton Hatoum, Sérgio Vaz, Mel Duarte, Jessé Andarilho, Cidinha da Silva, Conceição Evaristo, entre outros.

 

Ignácio de Loyola Brandão

 

 

 Sergio Vaz

 

 

Totalmente gratuito, o evento literário será acessível, com interpretação em Libras em toda a sua programação, além de legendas nas atividades internacionais cujos participantes não falam a Língua Portuguesa.

 

O tema escolhido para nortear toda a agenda da 20ª FIL é “Velhas e Novas Utopias”. “Nossa proposta é trazer discussões e participações que irão enriquecer e democratizar o acesso ao livro e à literatura. E esta edição será completamente digital, quebrando qualquer barreira física, mas com a interação do público”, destaca a presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Dulce Neves. A expectativa da entidade é alcançar um público de cerca de 20 mil pessoas de, em média, 18 países. Algumas atividades ainda estão sendo projetadas pela equipe de programação da Fundação do Livro e Leitura possibilitando a participação do público, de forma segura, seguindo todos os protocolos e sem aglomeração.

 

 

 

Protocolos de Saúde

Diferente de outros anos, quando a FIL recebia cerca de 2 mil pessoas por dia, apenas na plateia do Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto, um dos principais espaços do evento, a 20ª edição não terá a presença física do público. No entanto, neste novo formato, o evento prevê a participação e interação do público, inclusive com uma plateia representativa que estará on-line e ao vivo. Toda a equipe e convidados que participarem presencialmente, seguirão a um rígido protocolo de saúde obrigatório, que inclui testagem e uso de equipamentos de EPI (equipamento de proteção individual) como máscaras e protetores faciais. As transmissões, sem público, a princípio, serão realizadas no Theatro Pedro II, Biblioteca Sinhá Junqueira, Centro Cultural Palace e Espaço Infantil - Biblioteca SESC.

 

A FIL é a segunda maior feira a céu aberto do país e, a partir de 2021, inaugura o formato internacional e, neste ano, on-line. “Passamos por uma constante evolução e buscamos sempre formar leitores cidadãos. É isso que faz da nossa Feira um evento exitoso. É uma tradição que se renova a cada ano e tem se ajustado às necessidades de cada edição e hoje, ainda mais, diante deste momento histórico que o mundo inteiro enfrenta”, diz a curadora do evento, Adriana Silva, vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto. 

 

 

Expertise On-line

Desde o início das restrições de circulação e de atividades coletivas por conta da Covid-19, a entidade fez uso constante de recursos tecnológicos que permitiram que o trabalho fosse realizado sem interrupções, oferecendo ao público transmissões de lives, contações de histórias, shows, performances e apresentações diversas pelas redes sociais, através do projeto 40tena Cultural. Com uma programação consecutiva, o projeto já realizou mais de 120 atividades e interagiu com mais de 40 mil pessoas. 

 

O projeto “20 Horas de Literatura”, realizado em comemoração aos 20 anos da FIL – Feira Internacional do Livro, em setembro do ano passado, também foi um piloto para preparar a equipe realizadora para uma versão completa da FIL digital. Neste ano, entre os dias 25 a 27 de abril, mais um projeto foi realizado no mesmo formato: “Revolução Poética – Festival de Ideias” contou com a participação de diversos artistas e intelectuais ligados à poesia e a manifestações relacionadas ao fazer poético.

 

Homenageados da 20ª FIL

Como em todas as edições, a FIL elenca nomes da literatura para homenagear durante o evento. Nesta 20ª edição, Mia Couto é escritor homenageado e Conceição Evaristo, a escritora homenageada.

 

 

O autor local é Carlos Roberto Ferriani, a professora homenageada (local) é Elaine Assolini e o patrono é Paulo Roberto Oliveira.

 Carlos Roberto Ferriani

 

 Elaine Assolini

 

 

Semíramis Paterno é a autora infantojuvenil, Milton Santos, o autor educação e Edgar Morin também recebe uma homenagem especial.

 

 Semirames Paterno

 

 


Sobre a Fundação

A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Trata-se de uma evolução da antiga Fundação Feira do Livro, criada em 2004, especialmente para realizar a Feira Nacional do Livro da cidade. Hoje, é considerada a segunda maior feira a céu aberto do país. Em 2020, a Feira tornou-se internacional e entraria na 20ª edição. Por isso, recebeu recentemente nova identidade, apresentando-se como FIL (Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto), mas sua realização foi remarcada para agosto de 2021, devido à pandemia do novo Coronavírus.

 

Com uma trajetória sólida e projeção nacional e agora internacional, ao longo de seus 20 anos, a entidade ganhou experiência e, atualmente, além da Feira, realiza muitos outros projetos ligados ao universo do livro e da leitura, com calendário de atividades durante todo o ano. A Fundação se mantém com o apoio de mantenedores e patrocinadores, com recursos diretos e advindos das leis de incentivo, em especial do Pronac e do ProAc.

 

 

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