O evento, com inscrição limitada e gratuita, irá debater o livro "Las Chicas, Gourmet Garage", que conta a história do descolado restaurante de São Paulo

 

 

O Espaço Gourmet RibeirãoShopping promove no dia 29 de maio, quarta-feira, às 19 horas, mais uma edição do Clube de Leitura Gastronômico. O evento tem inscrição limitada e gratuita. O livro “Las Chicas, Gourmet Garage”, da chef Carla Pernambuco em parceria com a sua sócia, a chef Carolina Brandão, é o tema da edição de maio.

Durante o encontro, os participantes vão debater a obra e ainda preparar duas receitas deliciosas. O livro traz a história do Las Chicas, um novo conceito de restaurante em São Paulo, conhecido como gourmet garage.

 

A obra ainda reúne 60 receitas, divididas em quatro tipos de refeições: desjejum, almoço, café da tarde e jantar. Um apanhado de receitas nutritivas e inteligentes, que ajudam a combinar pratos e formular cardápios saborosos e descomplicados.

 

 

As inscrições são limitadas e devem ser feitas com antecedência pelo e-mail clubegastronomicoribeirao@travessa.com.br . A escolha dos livros acontece por meio de votação de uma seleção entre os participantes a cada três meses. Os inscritos ainda ganham 10% de desconto nos livros discutidos na Livraria da Travessa, e um desconto especial nos cursos do Espaço Gourmet.

 

O “Clube de Leitura Gastronômico”, que acontece preferencialmente na última quarta-feira de cada mês, é uma realização da Livraria da Travessa, em parceria com o Espaço Gourmet do RibeirãoShopping e com o apoio do Cenourão.

 

23 mai/19

Gabriela é livre. Viaja sozinha quando tem vontade, cria seus projetos sem precisar de palpites, corre atrás de cada detalhe dos seus projetos, e parece curtir os momentos de solitude com sorriso nos lábios. Segura como artista, Gabriela Francheck é inquieta, atenta às questões sociais e políticas, sempre com certa necessidade de representar nas canções aquilo que as pessoas gostariam de dizer mas não podem. Nesta entrevista ao Farofa, Gabriela comenta sobre seu novo projeto musical, "Mulher Submersa". Nossa conversa aconteceu no Brou'ne do Ribeirão Shopping.

 

 

Logo no início do nosso encontro, conversamos sobre o passado musical da cantora. E é um passado tão rico, com tanto estudo e horas de dedicação, que chega a ser difícil de acompanhar. "Fui aluna do projeto Guri, aluna do Centro Cultural e aluna do Minaz. Ao mesmo tempo. E ainda fazia conservatório de piano. Quando fui fazer a faculdade, eu fazia isso o dia inteiro. A música preenche 24 horas do meu dia, desde sempre".

 

 

O histórico com a música tornou Gabriela segura como artista. Esse contato "full time" com a música faz com que ela enxergue arte por onde quer que siga. E essa visão criativa ela traz consigo em seus trabalhos, na inteligência de seu repertório, na escola de cada detalhe dos seus figurinos, luzes, cenário. 

 

Quando falamos sobre influências musicais, ela cita muitos nomes. Mas um em especial chama atenção: Elza Soares. Isso devido ao fato de ser uma mulher a frente do seu tempo, e não ficar ensimesmada como muitos outros artistas que chegam ao conforto do reconhecimento nacional. E existe muito de Elza em Gabriela. Certamente o fato de pensar diferente dos demais, de buscar sua própria identidade musical e lutar pelo que acredita. 

 

Sempre com um projeto novo em mente, a cantora está empenhada com "Mulher Submersa", novo trabalho musical.

 

"É um trabalho denso, que tem uma sequência lógica entre as músicas. Passa a impressão de estar debaixo d'água. Trata das emoções que nós guardamos atrás do rosto. Então trata de coisas que estão por trás, escondidas, que muitas vezes não conseguimos falar. A projeção do CD é que, musicalmente, a pessoa perceba que está chegando à superfície da água no decorrer das músicas".

 

FAROFA: Qual a principal diferença deste seu novo projeto "Mulher Submersa" com os anteriores, como "à flor da pele"?

GABRIELA: Primeiramente por ser um album autoral. É o primeiro de minha carreira e tem todo um  tempero especial pra mim. A liberdade de tecer as melodias e arranjos que nascem das entranhas e ganham corpo no espaço sonoro é lindo. O flor da pele já trazia o empenho na expressao poética-musical, era visceral! Com o 'Mulher submersa" posso mergulhar nesse universo por inteiro

 

FAROFA: Como você descreve sua fase atual ?

GABRIELA: Acho que de maturidade. 

Não tenho mais alguns sonhos e ilusões do inicio... e é bom! Faz gastar energia e foco no que interessa. A ansiedade diminui e a sensação de ter que dar conta de tudo desaparece. Por isso agora me sinto mais centrada.

 

FAROFA: Além dos cuidados com a voz, você parece ter uma preocupação estética muito grande com seus shows, com luzes, figurinos, e com todos os detalhes envolvidos num espetáculo. Você se considera uma pessoa perfeccionista?

GABRIELA: Perfeccionista acho que não, mas, considero tudo que envolva arte muito importante. a oportunidade de fazer algo brotar nas pessoas, no mundo,... por vezes, pra sempre...outras vezes, por segundos... por isso cuido pra que cada detalhe esteja costuradinho na idéia, no tema, nas sensaçoes. 

A experiência deve ser completa e de total entrega.

 

FAROFA: Como lida com críticas? Já recebeu alguma crítica negativa nesses anos todos, ou algum "não"?

GABRIELA: Já recebi muiiiiiitas críticas, muitos palpites infelizes, muito deboche e tudo de cruel que possa sair da humanidade. Antes ficava pensando e repensando no que haviam me dito, virava um looping na minha cabeça , ficava triste, me sentia ridícula.... Hoje eu ouço, analiso o que me vale e descarto o resto. Não tem porque guardar essas coisas. Com relaçao aos "nãos": já aprendi que para cada 15 "nãos" vem uns 3 "sim". Viver de arte e produção é isso. Não há do que reclamar, é aprender e seguir.

 

FAROFA: Suas viagens te inspiram em seus novos projetos musicais?

GABRIELA: Sempre! A troca de ares, cheiros, culturas... a troca entre as pessoas, as conversas, sons, paisagens sempre renovam de alguma forma. Quando menos se espera numa composiçao vem um traço de um ritmo, ou o registro de alguma lenda, história... pra mim viver não é preciso, viajar é que é! rs

 

FAROFA: No momento político que vivemos, você acha que os artistas precisam expor claramente seu lado?

GABRIELA: Bem, eu particularmente faço questão de expor minhas opiniões e pensamentos. Além deles estarem também presentes na minha arte. Artista tem que refletir seu tempo ( Nina Simone já dizia). 

 

"Que arte é essa que não tem lado? Pra que que ela serve? Artista é um bicho corajoso na essencia, na raíz, na alma!! Como pode alguém se acovardar pelo o que pensa? Pelo que é?"

 

Acredito que quando se é neutro,ou já escolheu um lado ou o que faz não é arte, É ENTRETENIMENTO! E tudo bem! Trabalha com o segmento comercial e tem clientela. Mas artista, quem ta aqui pra balançar pelo bom e pelo ruim, pra mim, tem que se manifestar sim. Até pra reverberar e não deixar ninguém ficar "a toa na vida" vendo a banda passar.

 

 

 

FAROFA: Sobre a missão social e política da música: o projeto "mulher submersa" aborda o feminismo? 

GABRIELA: O projeto mulher submersa aborda essencialmente o humano. Algumas pessoas associam caracteristicas como sensibilidade, emoção, descontrole, tristeza, melancolia... como femininas. A minha idéia é quebrar isso. Trazer a empatia do ouvinte para essas questões além do gênero.Mas, de qualquer forma, ser mulher, com a necessidade de se expressar por tantos assuntos atuais, ser muito crítica, lançar um album num Brasilzão desses tempos atuias ( machista e de internet) e se expor da maneira mais profunda que eu posso, não deixa de ser por si só um ato politico feminista. Sou uma mulher livre em pensamentos e caminhos. Sei que isso incomoda.

 

FAROFA: Os artistas são vaidosos por natureza. Como lidar com o ego? Você tem essa preocupação?

GABRIELA: MUitos são sim! Mas a minha geração já encara a música como profissão e não o resultado do "seu talento supremo" então cresci vendo muitas atitudes chatas dos mais velhos, alguns jovens reproduzirem aquilo, mas também tenho a sorte de trabalhar e produzir com gente séria, e gengerosa de alma.

Me preocupo sim! Sei que há armadilhas mas sempre caminho com as pessoas certas, mais dispostas a construir juntos do que ter seu moemnto de brilho. Dessas eu já me livrei.

 

FAROFA: Qual dica você daria para um músico de Ribeirão Preto que está começando agora sua carreira? 

GABRIELA: Estude! Acredite em você e vá atrás de quem faz o mesmo som, ou quem vc tem como um norte. Há muita gente generosa por aqui disposta a partilhar o que sabe e os caminhos. Conheca outras cidades também! Ampliar a rede de conexões e os ouvidos é sempre muito bom.

 

FAROFA: Qual música definiria seu atual momento? 

GABRIELA: Puxa! to num moento tão lindo da vida agora que nem sei. Eu gosto mais das musicas mais pesadas nas letras.  Em contrapartida com meu momento pessoal, a vida em comunidade anda pegando caminhos perigosos, e isso me deixa muito preocupada. As medidas do novo governo estão sendo rápidas, destruidoras e só poderam ser revertidas em muitos anos a frente. Talvez eu mesma não veja isso.

Cada dia uma nova notícia me entristece e cada dia tenho mais vontade de me mobilizar .

Por isso pra agora digo : "Divino Maravilhoso"'

 

 
 
Difícil descrever Gabriela. Eu diria que, quem a conhece de perto, sabe que ela está longe de ser a mulher submersa que encarna em cena. Mas ainda assim, ela dá voz a essas pessoas que precisam falar algo e não conseguem. Ela tem essa qualidade de olhar para o outro e se preocupar. Não fica acomodada como uma estrela que já é reconhecida pelo seu talento, que é nítido. Ela compra a briga dos outros, luta por direitos, dá voz e reverbera no palco aquilo que os outros não conseguem ou não podem expressar.
 
Por essas e outras, nós do FAROFA agradecemos a oportunidade de conversarmos com Gabriela Francheck, e sugerimos que nossos leitores sigam a cantora em suas redes sociais.
 
 
 

Lançamento oficial do evento aconteceu nesta quarta-feira (8), no Theatro Pedro II. Solenidade contou com a presença de escritores, educadores, parceiros de instituições como o Sesc, Sesi, universidades, entidades locais, além de representantes de patrocinadores, autoridades, intelectuais e público em geral

 

 

Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto lançou a programação da 19ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, no dia 8 de maio, no Theatro Pedro II.  Durante a apresentação, que já é tradicional e esperada pela população da cidade, Adriana Silva (curadora da Feira e vice-presidente da Fundação) e Dulce Neves (presidente) conduziram a cerimônia, destacando os principais nomes, atrativos, atividades culturais desta edição, parceiros e também o principal propósito da Feira neste ano que atrelou o apelo e causas dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) ao tema principal do evento:  “Entre Uma História e Outra, Uma Nova História – Um Mundo Melhor para Todos. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”. 

 

 

A proposição embasa a tônica de todos salões de ideias, conferências, palestras, mesas-redondas, oficinas, exposição de filmes, shows, espetáculos infantis, performances, contações de histórias.

 

Este tema apresenta uma pauta relacionada à agenda desenvolvida pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2015. Trata-se de um plano de ação fundamentado em 17 objetivos criados para acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar para todos, proteger o meio ambiente e enfrentar as mudanças climáticas. Busca também fortalecer a paz universal com mais liberdade.

 

 

Entre uma vasta agenda (ao todo 338 atividades e todas gratuitas), a Fundação apresentou nomes como Monja Coen, Djamila Ribeiro, Boaventura de Sousa Santos, Xico Sá, Sérgio Vaz, Marcelino Freire, Marçal Aquino, João Anzanello Carrascoza, Estrela Leminski, Heloisa Prieto, Ignácio de Loyola Brandão e Renan Inquérito, entre várias atrações para todas as idades, temas, abordagens e modalidades artísticas.

 

 

O evento marcou a contagem regressiva para a feira literária, que acontece de 9 a 16 de junho e é um dos maiores eventos culturais do País. Segunda Adriana Silva, a 19ª edição da Feira traz debates importantes para a reflexão necessária sobre o papel da sociedade em relação ao cumprimento dos ODS, mas também terá um caráter bastante festivo, com ação cultural intensa durante os oito dias do evento.  “Por conta deste tema central, todas as atividades foram atreladas aos conceitos que permeiam os ODS com foco na Agenda 2030. A programação reúne ícones da literatura e nomes que são referências nas esferas educacional, artística, do universo das instituições, ONGs inclusivas e outras”, explica a curadora do evento.

 

 

“Essas causas mobilizam a nossa Feira do Livro, que visa contribuir para que os objetivos sejam alcançados no mundo por meio da formação de leitores, da propagação do conhecimento e do debate livre e aberto”, complementa Dulce Neves.

 

 

A programação completa também está disponível no site da Fundação do Livro e Leitura:

https://fundacaodolivroeleiturarp.files.wordpress.com/2019/05/19_fnlrp_revista_final.pdf  e nas redes sociais da Fundação.

 

Vozes presentes

Representantes dos parceiros, patrocinadores e apoiadores culturais, bem como homenageados também se pronunciaram. Participaram escritores, educadores, parceiros de instituições como o SESC, Sesi universidades, entidades locais, além de representantes de patrocinadores, autoridades, intelectuais e público em geral.

 

 

A professora Amini Boainain Hauy, homenageada pela organização da Feira Nacional do Livro, dedicou sua indicação à figura do professor.  “Fiquei muito emocionada e honrada por essa homenagem de carinho e reconhecimento pela figura do professor”. Ela estendeu a homenagem aos professores que são verdadeiramente educadores e afirmou que, em toda sua história de magistério, bem como na de tantos mestres vocacionados, outras histórias também nascem. “Com o mesmo ideal, sacerdócio de conhecimento e dedicação e, uma consciência sempre presente de que é da educação que brotam todos os valores do homem e da sociedade, compartilho toda a emoção deste momento e, principalmente, o significado e o mérito desta homenagem”.

 

 

O professor e escritor, Gilberto Andrade de Abreu, também se pronunciou e revelou um pouco da sua história. Ele, que foi preso aos 21 anos de idade, por conta da ditadura militar, voltou a Ribeirão Preto quando foi solto e, logo em seguida publicou um livro de poemas em resposta à censura. “Eu publiquei trechos do manual da caça às bruxas, além do manual dos inquisitores e os meus poemas respondem às falas inquisitoriais e da censura”. Depois disso, o autor local homenageado pela Feira publicou um livro a partir de um conto de Jorge Luis Borges – a obra “Mande beijos a Gardel”, que lhe rendeu o Prêmio Guimarães Rosa. “Me senti feliz e honrado de estar aqui sendo homenageado pela 19ª Feira Nacional do Livro e sobretudo pelo tema que me atrai muito”. Segundo ele, o termo sustentabilidade é uma palavra como globalização, muito mal utilizada e mal compreendida.

 

 

Na opinião da secretária municipal de cultura, Isabela Pessotti, que marcou presença representando o prefeito da cidade, Antônio Duarte Nogueira, a semente da Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto foi plantada há 19 anos e hoje o evento tornou-se uma potência. “Me inspira muito ouvir os autores que já estiveram nas feiras anteriores, porque nos depoimentos deles, a gente vê que a Feira tem uma importância transformadora de plantar essa sementinha que dá vontade de produzir, de escrever, continuar a lecionar, trabalhando por causas e é desta esperança que estamos precisando”, destaca.

 

 

O gerente das Edições SESC, Iã Paulo Ribeiro, ressaltou que “Feiras com a de Ribeirão Preto possibilitam um ambiente propício às trocas de saberes, aos encontros das diferenças, às conversas descontraídas sobre as vidas que entram e saem deste objeto que cultuamos: o livro, que deve que estar acessível ao público”. Para ele, se o livro é a extensão de nossa memória, de nossa imaginação, “somos aqui hoje o respiro para a comunidade. Somos a projeção de muitos sonhos fantasiados de frases e imagens”.

 

 

Informações gerais para imprensa

 

1)    A 19ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto acontece de 9 a 16 de junho/2019 e terá abertura no dia 8 de junho, com início a partir das 19h30, no Theatro Pedro II.

A programação desta 19ª edição da Feira é maior do que nos anos anteriores e bastante diversificada, com mais de 330 atividades.

- É um dos maiores eventos culturais do País.

Tema : “Entre Uma História e Outra, Uma Nova História – Um Mundo Melhor para Todos. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”.

- A Feira reúne salões de ideias, conferências, oficinas, palestras, mesas-redondas, shows, espetáculos teatrais infantis, apresentações musicais, rodas de conversa, performances, contações de histórias – todas foram embasadas na proposição do tema central e gratuitas à população.

Parcerias estratégicas da Fundação do Livro e Leitura: Sesc, universidades, empresas patrocinadoras, apoiadores e Poder Público.

 

 

Entendendo os ODS ligados ao tema central

Os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estão atrelados ao tema principal desta 19ª edição da Feira. A proposição embasa os debates de todo evento. O tema apresenta uma pauta relacionada à agenda desenvolvida pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2015. Trata-se de um plano de ação fundamentado em 17 objetivos criados para acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar para todos, proteger o meio ambiente e enfrentar as mudanças climáticas. Busca também fortalecer a paz universal com mais liberdade.

 

Exemplos de destaques de nome e atrações do evento:

Autores

Monja Coen, Djamila Ribeiro, Sérgio Vaz, Marcelino Freire, Marçal Aquino, João Anzanello Carrascoza, Estrela Leminski, Heloisa Prieto, Ignácio de Loyola Brandão e Renan Inquérito.

 

Espetáculo de abertura “Entre uma história e outra, uma nova história. Um mundo melhor para todos”, com a Academia Livre de Música e Arte (Alma) e o Coral da Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp). (Entrada aberta e gratuita, sujeita à lotação do teatro).

08/06: 19h30 | Theatro Pedro II – Sala Principal

 

Salão de Ideias com Ignácio de Loyola Brandão

09/06: 14h30 | Theatro Pedro II - Auditório Meira Junior

 

Bate-Papo “Africanidades” - com Kiusam de Oliveira

09/06 - 15h – Tenda Sesc

Haverá contação de histórias com a autora ao final do bate-papo, 16h – Tenda Sesc

 

Conferência com Monja Coen

09/06: 17h | Theatro Pedro II – Sala Principal

 

Espetáculo Auto da Compadecidacom Grupo Maria Cutia (Realização: SESC)

Baseado na obra mais conhecida do teatro brasileiro, escrita por Ariano Suassuna, o espetáculo apresenta repertório musical tocado e cantado ao vivo pelos atores. As aventuras picarescas de Chicó e João Grilo começam com o enterro e o testamento do cachorro do Padeiro e de sua Mulher e acabam em uma epopéia milagrosa no sertão envolvendo o clero, o cangaço, Jesus, Maria e o Diabo. Direção: Gabriel Villela.

Dia 09/06: 19h30 | Esplanada do Theatro Pedro II
Dia 10/06: 21h  | Esplanada do Theatro Pedro II

 

Salão de Ideias com Xico Sá

10/06 – 9h30 | Theatro Pedro II – Auditório Meira Junior

 

Salão de Ideias com Sérgio Vaz 

10/06:  16h30 | Theatro Pedro II – Auditório Meira Junior

 

Conferência da ONU – A cultura como meio de transformação – Os ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável com Niky Fabiancic e Carlo Pereira.

Mediador Henrique Sartori

10/06: 19h30 | Theatro Pedro II – Sala Principal

 

Salão de Ideias com Marcelino Freire

11/06: 16h30 | Theatro Pedro II - Auditório Meira Junior

 

*Atividade destaque com presença do sociólogo português Boaventura Sousa Santos

11/06 - 19h30 – A ecologia de saberes entre o rap e a sociologia com Renan Inquérito

Theatro Pedro II – Sala Principal

20h – Conferência com Boaventura Sousa Santos (Autor educação homenageado da Feira) - Theatro Pedro II – Sala Principal


Seminário de Educação / IEA – USP

12/06 – 13h30 às 15h | 15h30 às 17h00

13/06 - 13h30 às 15h | 15h30 às 17h00

Theatro Pedro II – Sala Principal - com encerramento de Renato Janine Ribeiro

 

Salão de Ideias com Marçal Aquino

12/06:  16h30 | Theatro Pedro II - Auditório Meira Junior

 

Salão de Ideias com João Anzanello Carrascoza

13/06: 16h30 | Theatro Pedro II - Auditório Meira Junior

 

Salão de Ideias com Estrela Leminski

14/06: 16h30 | Theatro Pedro II - Auditório Meira Junior

 

Conferência com Djamila Ribeiro

14/06: 19h30 | Theatro Pedro II – Sala Principal

 

Parada Poética com Renan Inquérito 
15/06 : 19h |  Estande Fundação do Livro e Leitura

 

Shows

Espetáculo com Orquestra Sinfônica Metropolitana de Ribeirão Preto

12/06 - 20h30 | Theatro Pedro II – Sala Principal


Fernanda Marx – Refazendo Gonzaguinha

13/06 – 20h | Sesi Ribeirão Preto

 

Aláfia

13/06 – 20h30 | Theatro Pedro II – Sala Principal

 

Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais

14/06 - 21h – Centro de Eventos RibeirãoShopping – ingresso (troca por doação de 1 livro).

 

Encerramento no dia 16/06 (Domingo)

19h – Apresentação da 20ª Feira Nacional do Livro de RP e Espetáculo Musical Ópera Chama Sagrada com Alma |  Theatro Pedro II – Sala Principal

 

 

COMBINANDO PALAVRAS E RECORTANDO PALAVRAS

Lembrar de destacar: é a terceira vez consecutiva que a Feira realiza o Projeto Combinando Palavras que ganha nesta edição mais um desdobramento: o Recortando Palavras.

 

Neste ano, o projeto atenderá:

Cerca de 5 mil estudantes do ensino médio das escolas estaduais e particulares

2 mil da rede municipal de ensino

500 estudantes da Fundação Educandário Cel. Quito Junqueira

500 da ETEC - José Martimiano da Silva

 

Autores do Combinando Palavras

Sérgio Vaz, Marcelino Freire, Marçal Aquino, João Anzanello Carrascoza, Estrela LeminskiHeloisa Prieto, Ignácio de Loyola Brandão e Renan Inquérito participam do projeto (atividade agendada apenas para estudantes) e  também nos Salões de Ideias (abertos à população). 

 

Já o projeto Recortando Palavras, novidade para mil alunos do 9º ano da rede estadual de ensino, instruiu os estudantes a produzirem fanzines com base em textos inéditos (produzidos especialmente para o projeto) de Ignácio de Loyola Brandão, escritor homenageado pela Feira, que também participará das atividades.

 

Atividades agendadas para estudantes com autores do Combinando Palavras  (Projeto da Fundação do Livro e Leitura, em parceria com Sesc Ribeirão Preto, Diretoria de Ensino – Região de Ribeirão Preto, Secretaria Municipal de Educação, Etec José Martimiano da Silva, Fundação Educandário "Cel. Quito Junqueira” e escolas particulares).   (Agenda exclusiva para estudantes envolvidos no projeto)

 

Sérgio Vaz

10/06 – 8h30 (atividade agendada para escolas) | Theatro Pedro II – Sala Principal

 

Heloisa Prieto

10/06 - 8h30 e 14h30 (atividade agendada para escolas) | Teatro Municipal

11/06 - 8h30 e 14h30 (atividade agendada para escolas) | Teatro Municipal

 

Marcelino Freire

11/06 - 8h30 (atividade agendada para escolas particulares) | Theatro Pedro II – Sala Principal

 

Marçal Aquino

12/06 - 8h30 (atividade agendada para escolas) | Theatro Pedro II – Sala Principal

 

Ignácio de Loyola Brandão

11/06:  14h30  Projeto Recortando Palavras (atividade exclusiva para alunos do 9º ano da rede estadual) | Theatro Pedro II – Sala Principal
12/06 - 8h30 (Projeto Combinando Palavras - atividade agendada para alunos do Educandário) | Teatro Municipal

 

João Anzanello Carrascoza

13/06 - 8h30 (atividade agendada para escolas) | Theatro Pedro II -– Sala Principal

 

Estrela Leminski

14/06 - 8h30 (atividade agendada para escolas | Theatro Pedro II – Sala Principal

 

Renan Inquérito

14/06 - 8h30 (atividade agendada para escolas) | Teatro Municipal

 

Homenageados desta edição da Feira

Como em todos os anos, a feira fará homenagem a um país – e o escolhido foi a Suécia. Quanto aos autores homenageados, o escritor principal é Ignácio de Loyola Brandão. O autor educação é Boaventura de Sousa Santos; a autora infantojuvenil é Heloisa Prieto; autor local, Gilberto Andrade de Abreu; a professora homenageada (local), Amini Boainain Hauy e o patrono Luiz Octávio Junqueira Figueiredo.

 

Realização

A 19ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto é uma realização do Ministério da Cidadania, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura e Economia Criativa, Prefeitura Municipal, Alta Mogiana, GasBrasiliano, Tanger e Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, além de patrocinadores, apoiadores, entre outros parceiros.

 

AMAR é o nome da exposição fotográfica realizada pelo Shampoo Eliane e Rafael Pavini. Mulheres mães foram registradas pela fotógrafa Mel Garcia. Abertura aconteceu nesta terça-feira, 7/5, na Rua Floriano Peixoto, 1471, e ficará aberta à visitação durante todo mês de maio

 

 

Para homenagear mães e mulheres de Ribeirão Preto (SP), o Shampoo Eliane e Rafael Pavini lança a exposição fotográfica AMAR, aberta nesta última terça-feira (7/5). O trabalho ficará exposto durante todo o mês de maio no salão e a visitação é gratuita.

 

A vernissage contou com a participação do ator Rodolfo Dartan. Formado em Letras, Dartan é também professor de artes, poeta e músico e fez uma intervenção performática poética e musical a todas as mães presentes.

 

 

 

A exposição AMAR reúne imagens de 17 mães – todas clientes do salão em diferentes fases de vida – clicadas pela fotógrafa Mel Garcia. A exposição, em formato de quadrinhos, teve uma apresentação diferente: pintura estilizada com efeitos ilustrativos. Segundo a hairstylist e empresária, Eliane Pavini, o trabalho pretende valorizar a beleza de mulheres mães, que dedicam sua força e sensibilidade aos filhos, sem perder a essência feminina. “As imagens destacam a beleza, as expressões, a força e a coragem delas. Essa é a poesia desta exposição”, explicaEsta é a segunda exposição em homenagem às mães que o salão organiza. No ano passado, Eliane Pavini realizou a mostra “Beleza Impressa”, um trabalho de arte-retrato que com seis mães de diferentes idades, estilos e estética, em parceria com a fotógrafa Ana Ismeria Velludo e a artista plástica Maysa Pettes.

 

 

 

 

 

 

SERVIÇO
EXPOSIÇÃO AMAR

Data: 07 a 31/05
Horário: das 8 às 19h
Local: Shampoo Eliane e Rafael  Pavini (Rua Floriano Peixoto, 1471) - Ribeirão Preto (SP)
Informações: (16) 3610-7157
Livre