Música

Na lista dos cem maiores artistas da Música Brasileira, feita pela revista Rolling Stone, ocupa a 41ª posição. Entre as canções que viraram sucesso como temas de novelas, é dono de 25 composições. Aos 70 anos, Zé Ramalho se apresenta no palco do Centro de Eventos do RibeirãoShopping neste sábado (26), a partir das 21 horas.

 

Com o show “Quarenta Anos de Música”, o cantor, compositor e músico celebra os grandes sucessos da carreira com um repertório de clássicos e releituras de artistas que marcam suas referências musicais.

 

Entram no setlist composições como “Chão de Giz”, “Avohai”, “Frevo Mulher”, “Mistérios da Meia-Noite”, “Garoto de Aluguel”, “Sinônimos”, “Entre a Serpente e a Estrela”, “Vila do Sossego”, “Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás”, entre outras.

Aclamado pela crítica e dono de uma voz inconfundível, Zé Ramalho tem gravados 18 álbuns de estúdio, três álbuns ao vivo, quatro coletâneas, cinco álbuns de tributos, sete DVD’s e participações em mais de 50 gravações de artistas brasileiros.

 

Os ingressos estão à venda através do site: www.eventim.com.br. Mais informações sobre os próximos eventos realizados pela Virazóm no Centro de Eventos do RibeirãoShopping podem ser obtidas através do site: www.virazom.com.br/.

 

 

Zé Ramalho – 40 Anos de Música
Quando: 26 de outubro (sábado), às 21h
Onde: Centro de Eventos do RibeirãoShopping - Avenida Coronel Fernando Ferreira Leite, n° 1.540
Categoria: Música Popular Brasileira
Ingressos: Bilheteria Centro de Eventos RibeirãoShopping, de segunda à sábado das 14h às 22h. Aos domingos e feriados das 13h às 20h.
Site: www.eventim.com.br

O cantor sertanejo interagiu com o público, cantou “modões” no meio da plateia e celebrou a vida na versão do “Buteco”, que esteve pela primeira vez na cidade, reunindo milhares de fãs em uma maratona de cerca de 7 horas de música

 

“Vamos viver sempre como se fosse o último dia”. Essa foi a mensagem deixada por Gusttavo Lima durante a apresentação no “Buteco do Gusttavo Lima”, realizado na sexta-feira (11/10) e que reuniu milhares de fãs em uma maratona de cerca de 7 horas de música no Parque Permanente de Exposições em Ribeirão Preto.

O evento, que é um projeto idealizado pelo próprio cantor, aconteceu pela primeira vez na cidade, contou também com a participação de Gustavo Mioto e da dupla João Bosco & Vinicius, que fizeram as primeiras apresentações.

No palco, Gusttavo Lima contagiou o público com os grandes sucessos de carreira e clássicos do sertanejo romântico, raiz e modão. No repertório também foram incluídas as canções mais recentes como “Milu” e “Perrengue”, do álbum “O Embaixador in Cariri”.

“Eu quero agradecer a todos vocês que estão aqui hoje. Se um dia eu mudar de Goiânia, uma das cidades que penso em morar é Ribeirão Preto”, disse o anfitrião durante o show.

O ponto alto da apresentação foi quando o cantor saiu do palco principal e, acompanhando de parte da banda, cantou “modões”, em uma estrutura montada no meio da plateia interagindo com os fãs.

Popularidade

O cantor sertanejo Gusttavo Lima é considerado um dos principais artistas no cenário da música sertaneja na atualidade, figurando entre os líderes de audiência no Youtube.

A música “Lo Que Tú y Yo Vivimos”, que faz faz parte do novo álbum “O Embaixador In Cariri”, gravado em Crato (CE), em apenas um dia, conta com mais de 1,9 milhão de visualizações na plataforma.

 

O músico ribeirão-pretano Ameslari lança seu novo álbum no show Neon Love, no dia 15 de outubro, às 20h, no Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto. O álbum City Stories é definido pelo artista como um livro de contos. As 11 músicas, cinco delas lançadas no EP de 2018, contam histórias com começo, meio e fim.

 

 

Ameslari será acompanhado pelos músicos Alessandro Perê (tecladista), Moi Gonzales (guitarrista), Paulo Bass (baixista) e Thiago Carbonari (baterista). 

 

Cantor e compositor, Ameslari faz pop rock. Começou a compor aos 12 anos. É fã de Elton John, The Killers, Prince, do projeto francês M83 e da banda japonesa Radwimps. O conceito sonoro das novas faixas é em grande parte inspirado no álbum “Counterparts” (1993) da banda canadense Rush – uma das favoritas do jovem artista.

 

 

Uma prévia do show pode ser vista no canal da Show Livre, no Youtube, um dos principais canais de lançamento de novos talentos da música nacional  (https://www.youtube.com/watch?v=HvktHqmFJyw). Os ingressos custam R$15 a meia ou compra antecipada e R$30 a inteira e podem ser adquiridos na bilheteria do Theatro Pedro II ou no site Ingresso Rápido.

 

Agenda
Show Neon Love
Data: 15 de outubro
Horário: 20h
Local: Theatro Pedro II (R. Álvares Cabral, 370 - Centro, Ribeirão Preto)
Ingressos: R$ 30 inteira e R$ 15 meia-entrada
Pontos de venda: bilheteria do Theatro Pedro II ou no site Ingresso Rápido

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Site Oficialwww.ameslari.com
Facebookhttps://www.facebook.com/ameslarimusic/
Instagramhttps://www.instagram.com/ameslarimusic
Twitter: https://twitter.com/ameslarimusic
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC16cx8F02fBRlxgUTPVaMOw

 

A apresentação da banda Soul Marley acontece nesta sexta-feira, dia 4, às 19h30, no Jardim Suspenso do empreendimento, com entrada livre e gratuita

 

 

O Garden Music Station, festival musical do RibeirãoShopping, presta uma homenagem neste mês de outubro à cidade de Kingston, Jamaica, berço do reggae. Para celebrar esse ritmo que tem como precursor o músico Bob Marley, a banda Soul Marley fará uma apresentação nesta sexta-feira, dia 4, às 19h30, no Jardim Suspenso do RibeirãoShopping. A entrada é livre e gratuita.

 

Criada em Piracicaba, SP, em 2001, a banda Soul Marley traz uma proposta de perpetuar a sabedoria do rei do reggae. Com fidelidade e clareza, o show contará com um repertório bastante variado de todos os álbuns de Bob Marley, resgatando a filosofia e as mensagens eternizadas em suas músicas.

 

 

Bob Marley foi responsável por tornar o reggae um ritmo mundialmente conhecido, após os grandes sucessos como “No woman, no Cry” e posteriormente “I shot the Sheriff”, gravado pelo guitarrista Eric Clapton, dando dimensões globais para sua música. Dedicado a protestar contra problemas sociais, Bob Marley levou através de sua música, o movimento rastafári  e suas ideias de paz, irmandade, igualdade social e de preservação ambiental. 

 

O Garden Music Station reúne apresentações musicais mensais, sempre na primeira sexta-feira do mês. A proposta é fazer um giro pelo mundo e pelas cidades que mais influenciaram a música nacional e internacional. O evento tem o apoio das seguintes empresas: Outback com bebidas alcoólicas pela metade do preço e Si Señor com cardápio especial. Todos os apoiadores disponibilizam atendentes exclusivos durante as apresentações do Garden Music Station.

 

Serviço

Festival musical “Garden Music Station”
Apresentações mensais, sempre na primeira  sexta-feira do mês

Horário: às 19h30

Local: Jardim Suspenso do RibeirãoShopping

Dia 4/10: Banda Soul Marley – homenagem à cidade de Kingston, Jamaica

Gratuito e aberto ao público

Projeto do cantor sertanejo, com a participação de convidados, acontece no dia 11 de outubro, no Parque Permanente de Exposições

 

 

 

 

Uma mistura de releituras de canções que marcaram a carreira de Gusttavo Lima até sucessos mais recentes como "Zé da Recaída", "Apelido Carinhoso", "Cem Mil" (música mais tocada nas rádios durante o primeiro semestre de 2019), "Milu" e "Online": este é o diferencial do projeto "Buteco Ribeirão e convidados", que acontecerá pela primeira vez na cidade no dia 11 de outubro, no Parque Permanente de Exposições. A abertura do portão está confirmada para 22h.  

Além de Gusttavo Lima, o palco do "Buteco" também receberá artistas convidados, que serão anunciados nos próximos dias. O evento conta com três setores nomeados com clássicos do cantor como: Área VIP Zé da Recaída, Front Stage Apelido Carinhoso e o Camarote O Embaixador. Estes dois últimos são open bar e com entrada exclusiva de maiores de 18 anos.

 

Os ingressos já estão a venda e podem ser adquiridos pela internet (www.ticmix.com.br) ou em pontos de vendas físicos em Ribeirão Preto, Sertãozinho, Cravinhos e Serrana. Os endereços podem ser consultados no site Ticmix.

"O público de Ribeirão e região pode se preparar para um show cheio de clássicos do sertanejo romântico, raiz e modão", destaca Gusttavo Lima.  

 

Os dois últimos singles do cantor "Milu" e "Online" somam juntos mais de 110 milhões de visualizações no Youtube. Gusttavo Lima foi o único cantor a ser o "Embaixador" da Festa do Peão de Barretos por dois anos consecutivos (2017 e 2018), batendo recorde ao cantar por aproximadamente seis horas em um de seus shows na arena do evento barretense.   

 

Serviço Buteco Gusttavo Lima em Ribeirão Preto

Data: 11 de outubro de 2019 | Abertura dos portões: 22h

Local: Parque Permanente de Exposições de Ribeirão Preto - Av. Orestes Lopes de Camargo, 350 - Jardim Jóquei Clube.

Áreas: VIP Zé da Recaída | Front Stage Apelido Carinhoso (open bar) | Camarote O Embaixador (open bar).

 

Vendas de Ingressos:

Online: www.ticmix.com.br

Pontos Físicos:  

Ribeirão Preto: Chapelaria Garcia (Mercado Municipal – Centro)  | Loja R&K Jeans (Calçadão – Centro de RP) | Loja La Muse ZER AH.P (Boulevard)

Sertãozinho: Jocko's (Centro)

Cravinhos: Transe Boutique (Centro)

Serrana: Digital Shop (Centro)

Pianista e compositora paulistana tem três discos gravados, um deles com o baixista Ron Carter, lenda do jazz

 

 

O Sesc Ribeirão recebe no dia 07 de agosto, quarta-feira, às 20h30 horas, o show de Vitoria Maldonado Quintet. A pianista, cantora, compositora e arranjadora traz no repertório standard do jazz, clássicos da música brasileira e composições de sua autoria.

 

No show, a pianista que é formada em composição e regência na Berklee College of Music (EUA), e tem três discos gravados, será acompanhada por Michel Freidenson (piano), Sylvinho Mazzuca (baixo), Duda Neves (bateria) e Marcelo Pizarro (guitarra).

 

Vitoria Maldonado é paulista. Cresceu em um ambiente extremamente musical. Foi aprendiz de Amylson Godoy quando começou a estudar piano ainda adolescente. Depois mudou-se para os EUA para a graduação em música. De volta ao Brasil, no final dos anos 1980, foi viver no Rio de Janeiro e chegou a formar uma dupla com Marisa Monte.

O primeiro disco veio em 1994, chamado Vitoria, e foi indicado ao Prêmio Sharp. Em 2011, lançou o CD e DVD O que está acontecendo comigo. E em 2017 recebeu o convite do baixista Ron Carter, uma lenda viva do jazz, para gravar o disco Brasil L.I.K.E.

 

O trabalho gravado com Ron Carter no Brasil tem arranjos do maestro Ruriá Duprat, sobrinho do tropicalista Rogério Duprat, participações do saxofonista Proveta, de Roberto Menescal no violão e do trompetista Randy Brecker.

 

 

Serviço


Música
SHOW – ViTORIA MALDONADO QUINTET
Dia 07/08, sábado, 19h.
Local: Auditório. 200 lugares.
Classificação: 10 Anos.
R$ 17,00 (Inteira)
R$ 8,50 (Aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante)
R$ 5,00 (Trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo credenciados no Sesc e seus dependentes)

“Eu quero crer no amor numa boa/ que isso valha pra qualquer pessoa/ que realizar a força que tem uma paixão” Assim diz “Tempos Modernos”, canção lançada em 1982 por Lulu Santos. A canção, agora eternizada por Fernanda Abreu e Toni Garrido traz uma mensagem otimista de um futuro bom, com “gente fina, elegante e sincera com habilidade pra dizer mais sim do que não”. Para Fernanda, a música segue atual pois ainda sentimos dificuldade de aceitar o outro como ele é, bem como suas opções sexuais e de vida. Em entrevista recente ao programa “Jovem Pan Morning Show”, a cantora afirma que “ainda precisamos avançar bastante para alcançar com naturalidade as opções de cada um, especialmente no Brasil”

 

 

 

“Hoje o tempo voa, amor/ Mesmo sem se sentir/ E não há tempo que volte, amor/ Vamos viver tudo que há pra viver/ Vamos nos permitir” – Os versos de “Tempos Modernos” seguem atuais. Num Brasil dividido de hoje em dia, onde pessoas quase não se escutam mais, uma mensagem positiva numa canção é sempre bem-vinda. “É uma época de inflexibilidade, de intolerância no Brasil. Essa canção fala pra aceitar o outro como ele é, com as opções dele, com as opiniões dele.” – relatou Garrido em entrevista à rádio Jovem Pan.

Data comemorada em 13 de julho teve como marco o concerto beneficente Live Aid, que este ano completa 34 anos, e contou com a participação de artistas lendários como Queen, Rolling Stones, Led Zeppelin e Black Sabbath

 

No dia 13 de julho, é celebrado o Dia Mundial do Rock, pois nessa data, em 1985, foi realizado o concerto beneficente Live Aid, que ocorreu simultaneamente nos estádios Wembley, em Londres, e John F. Kennedy, na Filadélfia. O megaevento, que este ano completa 34 anos, foi organizado pelos cantores e compositores Bob Geldof e Midge Ure, com objetivo de levantar fundos para combate à crise humanitária na Etiópia.

 

Em cada cidade, mais de 20 atrações que se apresentaram tiveram grande simbologia e importância. “Dada a grandeza do evento, os dois shows foram importantes para chamar a atenção da mídia para o problema de fome no país africano. Em Londres, o público foi de 72 mil pessoas, já na Filadélfia foi de 100 mil”, conta Ciro Visconti, coordenador da primeira e única pós-graduação em Rock do Brasil pela Faculdade Santa Marcelina.

 

As performances dos artistas demoraram cerca de 10 horas em cada um dos dois palcos e foram transmitidas via satélite para cerca de 150 países, alcançando aproximadamente 1,5 bilhão de espectadores. “O show de 21 minutos do Queen no Live Aid foi eleito como a melhor performance de um artista na história do Rock em uma votação entre artistas, produtores e jornalistas da indústria fonográfica, que ocorreu em 2005, batendo outras consagradas apresentações de artistas, como a de Jimi Hendrix (1969), Sex Pistols (1976), David Bowie (1973) e Rolling Stones (1969)”, comenta Visconti.

 

Ainda de acordo com o professor, o show da banda Queen, no Live Aid, é considerado o grande destaque, visto que o evento também contava também com bandas clássicas, como Led Zeppelin, Black Sabbath e The Who. “Na época, haviam artistas que estavam liderando as paradas, como Dire Straits (com Money For Nothing) e U2 (com Sunday Bloody Sunday). Além disso, a icônica performance da banda Queen foi reproduzida quase integralmente no filme Bohemian Rhapsody (2018)”, complementa.

 

As bandas e artistas que se apresentaram no estádio Wembley, em Londres, foram: Status Quo, The Style Council, The Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Spandau Ballet, Elvid Costello, Nik Kershaw, Sade, Sting (participação de Phill Collins), Howard Jones, Bryan Ferry (participação de David Gilmour), Paul Young, U2, Dire Straits, Queen, David Bowie, The Who, Elton John, Paul MacCartney e Band Aid.

 

Já no estádio John F. Kennedy, na Filadélfia, se apresentaram: Bernard Watson, Joan Baez, The Hooters, Four Tops, Billy Ocean, Black Sabbath, Run-D.M.C, Rick Springfield, REO Speedwagon, Crosby, Stills and Nash, Judas Priest, Bryan Adams, The Beach Boys, George Thorogood and The Destroyers, Simple Minds, Pretenders, Santana, Ashford & Simpsons, Madonna, Tom Petty and the Heartbreakers, Kenny Loggins, The Cars, Neil Young, The Power Station, Thompson Twins, Eric Clapton, PhillCollins, Led Zeppelin, Crosby, Stills, Nash & Young, Duran Duran, Patti LaBelle, Hall & Oates, Mick Jagger, Tina Turner, Bob Dylan e USA for Africa.

 

O gênero é contemplado pelos estudos da pós-graduação em Rock, da Faculdade Santa Marcelina, que analisa o estilo musical por meio de três pilares: teoria, história e prática. O curso, inédito no Brasil, aborda a aprofundada pesquisa acadêmica já desenvolvida internacionalmente sobre o Rock.

 

Sobre a Pós-graduação em Rock 

Mesmo que o Rock seja um dos gêneros mais conhecidos da música popular e que existam inúmeros músicos e bandas do gênero espalhados por todos os continentes, sua pesquisa acadêmica é, embora vigorosa, relativamente recente. Essa demora em constituir uma pesquisa específica gerou uma defasagem nos cursos superiores de música, especialmente no Brasil, onde são mais direcionados aos gêneros de música instrumental, como o Jazz, o Fusion e a Música Instrumental Brasileira. Isso ocorre porque as ferramentas e técnicas desenvolvidas nas pesquisas destes gêneros instrumentais, seja no campo da harmonia, morfologia, análise, rítmica, história. Prática de bandas, etc., não são adequadas à canção, a modalidade de composição mais comum ao Rock ou a seus subgêneros. O curso pretende não apenas abordar e divulgar pela primeira vez no país e em português a aprofundada pesquisa acadêmica desenvolvida em universidades internacionais especialmente para o gênero Rock, como também ampliar esta pesquisa ao aplicar suas ferramentas também ao Rock produzido no Brasil e na América Latina, destacando suas semelhanças e diferenças em relação ao Rock inglês e americano. Esta ação também abre a oportunidade de verificar a influência que o Rock exerce sobre determinados artistas de diferentes gêneros e de movimentos de música brasileira, como a Tropicália e o Clube da Esquina. 

 

Sobre a Faculdade Santa Marcelina

Faculdade Santa Marcelina é uma instituição mantida pela Associação Santa Marcelina – ASM, fundada em 1º de janeiro de 1915 como entidade filantrópica. Desde o início, os princípios de orientação, formação e educação da juventude foram os alicerces do trabalho das Irmãs Marcelinas. Em São Paulo, as unidades de ensino superior iniciaram seus trabalhos nos bairros de Perdizes, em 1929, e Itaquera, em 1999. Para os estudantes é oferecida toda a infraestrutura necessária para o desenvolvimento intelectual e social, formando profissionais em cursos de Graduação e Pós-Graduação (Lato Sensu). Na unidade Perdizes os cursos oferecidos são: Música, Licenciatura em Música, Artes Visuais, Licenciatura em Artes Plásticas e Moda. Já na unidade Itaquera são oferecidas graduações em Administração, Ciências Contábeis, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição e Tecnologia em Radiologia.

A banda Bad Jack fará o show especial "Rock Brasília" nesta sexta-feira, dia 5 de julho, às 19h30, no Jardim Suspenso do empreendimento, com entrada gratuita

 

Luciano Maia, vocalista da banda Bad Jack 

 

 

O Garden Music Station do RibeirãoShopping vai comemorar o mês do rock com uma homenagem à cidade de Brasília, considerada o celeiro do rock nacional. A banda Bad Jack apresenta o seu show especial “Rock Brasília” nesta sexta-feira, dia 5 de julho, às 19h30, no Jardim Suspenso do empreendimento. A entrada é livre e gratuita.

Brasília, a capital do país, foi responsável por lançar as maiores bandas de rock do país. Uma cidade pulsante na cena rockeira e com muitas histórias na bagagem. Na segunda metade dos anos 70 começaram a surgir as primeiras bandas, sendo que o auge aconteceu nos anos 80, com o surgimento de bandas que se consagraram no cenário nacional, como Legião Urbana, Capital Inicial, Raimundos, entre outras.

A banda Bad Jack, formada na cidade de Batatais em julho de 2009, conta com uma extravagante jornada de música e comportamento que avançou no interior paulista, levando o espírito do rock nesses dez anos de existência.  Luciano Maia (vocal), Tadeu Schimitd (baixo), Daniel Vilas Boas (bateria), e Ernesto Rodarte (guitarra) são os integrantes da banda.

O Garden Music Station reúne apresentações musicais mensais, sempre na primeira sexta-feira do mês. A proposta é fazer um giro pelo mundo e pelas cidades que mais influenciaram a música nacional e internacional. O evento tem o apoio das seguintes empresas: Outback com bebidas alcoólicas pela metade do preço e Si Señor com cardápio especial. Todos os apoiadores disponibilizam atendentes exclusivos durante as apresentações do Garden Music Station.

 

 

Serviço
Festival musical “Garden Music Station”
Apresentações mensais, sempre na primeira  sexta-feira do mês
Horário: às 19h30
Local: Jardim Suspenso do RibeirãoShopping
Dia 5/7: Bad Jack – homenagem à cidade de Brasília
Gratuito e aberto ao público 

Como marco fundamental da história pessoal e profissional, em seu aniversário de 25 anos, Anddré Mafra comemora o lançamento de seu mais novo trabalho; o EP ‘’vou dizer que sou feliz (VDSF)’’ lançado na data de 7 de junho pela distribuidora Tratore em diversas plataformas digitais como Spotify, Deezer, iTunes e Youtube.

 

 

O trabalho foi realizado em parceria com o músico e produtor Marcos Paulo Guimarães na cidade de Uberaba (MG), com apoio da casa de eventos Laboratório 96 e da produtora de imagem Carol Borges. Também contou com o designer Caique Ferreira (Bonfim Paulista – SP), para elaboração da arte de capa do disco e demais artes que incluem diferentes jogos de cores e colagens, como reflexo das tendências contidas na obra. Discorrendo sobre temas fundamentais de seu trabalho, como a liberdade, a busca da felicidade, o amor e o autoconhecimento em três canções intimistas e introspectivas; ‘’Se você me perguntar’’, ‘’Alaska’’ e ‘’Fora do aquário’’.

 

‘’Este EP, como um todo, surgiu de uma seleção de minhas vivências, experiências e composições. Uma busca insistente de formas que eu sonho a vida inteira em expor meus pensamentos e minhas reflexões’’ relata o cantor e compositor em seu blog pessoal www.hitimes.blog, onde compartilha críticas musicais, pontos de vista e seus trabalhos atuais.

 

Dois videoclipes serão lançados ainda no segundo semestre de 2019 e seu 1º álbum completo tem sua gravação prevista para meados de Novembro. O cantor deverá se apresentar na cidade de Uberaba nas datas 25 e 26 de Julho e em Araraquara em Outubro, em apresentações que conterão as três músicas deste lançamento e outras inéditas.

 

A agenda completa pode ser acompanhada em:  www.fb.com/mafranddre/events

 

 

Mais informações em:

 

www.hitimes.blog


 Facebook: https://www.facebook.com/mafranddre
 Instagram: @mafranddre

contatoanddremafra@gmail.com

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCmVfVMkgzksnhm4EQVazGug?view_as=subscriber

 

Spotify► https://spoti.fi/2wO2V5C
Apple► https://apple.co/2KFbRCM
Deezer ► http://bit.ly/2ZdEfzK

23 mai/19

Gabriela é livre. Viaja sozinha quando tem vontade, cria seus projetos sem precisar de palpites, corre atrás de cada detalhe dos seus projetos, e parece curtir os momentos de solitude com sorriso nos lábios. Segura como artista, Gabriela Francheck é inquieta, atenta às questões sociais e políticas, sempre com certa necessidade de representar nas canções aquilo que as pessoas gostariam de dizer mas não podem. Nesta entrevista ao Farofa, Gabriela comenta sobre seu novo projeto musical, "Mulher Submersa". Nossa conversa aconteceu no Brou'ne do Ribeirão Shopping.

 

 

Logo no início do nosso encontro, conversamos sobre o passado musical da cantora. E é um passado tão rico, com tanto estudo e horas de dedicação, que chega a ser difícil de acompanhar. "Fui aluna do projeto Guri, aluna do Centro Cultural e aluna do Minaz. Ao mesmo tempo. E ainda fazia conservatório de piano. Quando fui fazer a faculdade, eu fazia isso o dia inteiro. A música preenche 24 horas do meu dia, desde sempre".

 

 

O histórico com a música tornou Gabriela segura como artista. Esse contato "full time" com a música faz com que ela enxergue arte por onde quer que siga. E essa visão criativa ela traz consigo em seus trabalhos, na inteligência de seu repertório, na escola de cada detalhe dos seus figurinos, luzes, cenário. 

 

Quando falamos sobre influências musicais, ela cita muitos nomes. Mas um em especial chama atenção: Elza Soares. Isso devido ao fato de ser uma mulher a frente do seu tempo, e não ficar ensimesmada como muitos outros artistas que chegam ao conforto do reconhecimento nacional. E existe muito de Elza em Gabriela. Certamente o fato de pensar diferente dos demais, de buscar sua própria identidade musical e lutar pelo que acredita. 

 

Sempre com um projeto novo em mente, a cantora está empenhada com "Mulher Submersa", novo trabalho musical.

 

"É um trabalho denso, que tem uma sequência lógica entre as músicas. Passa a impressão de estar debaixo d'água. Trata das emoções que nós guardamos atrás do rosto. Então trata de coisas que estão por trás, escondidas, que muitas vezes não conseguimos falar. A projeção do CD é que, musicalmente, a pessoa perceba que está chegando à superfície da água no decorrer das músicas".

 

FAROFA: Qual a principal diferença deste seu novo projeto "Mulher Submersa" com os anteriores, como "à flor da pele"?

GABRIELA: Primeiramente por ser um album autoral. É o primeiro de minha carreira e tem todo um  tempero especial pra mim. A liberdade de tecer as melodias e arranjos que nascem das entranhas e ganham corpo no espaço sonoro é lindo. O flor da pele já trazia o empenho na expressao poética-musical, era visceral! Com o 'Mulher submersa" posso mergulhar nesse universo por inteiro

 

FAROFA: Como você descreve sua fase atual ?

GABRIELA: Acho que de maturidade. 

Não tenho mais alguns sonhos e ilusões do inicio... e é bom! Faz gastar energia e foco no que interessa. A ansiedade diminui e a sensação de ter que dar conta de tudo desaparece. Por isso agora me sinto mais centrada.

 

FAROFA: Além dos cuidados com a voz, você parece ter uma preocupação estética muito grande com seus shows, com luzes, figurinos, e com todos os detalhes envolvidos num espetáculo. Você se considera uma pessoa perfeccionista?

GABRIELA: Perfeccionista acho que não, mas, considero tudo que envolva arte muito importante. a oportunidade de fazer algo brotar nas pessoas, no mundo,... por vezes, pra sempre...outras vezes, por segundos... por isso cuido pra que cada detalhe esteja costuradinho na idéia, no tema, nas sensaçoes. 

A experiência deve ser completa e de total entrega.

 

FAROFA: Como lida com críticas? Já recebeu alguma crítica negativa nesses anos todos, ou algum "não"?

GABRIELA: Já recebi muiiiiiitas críticas, muitos palpites infelizes, muito deboche e tudo de cruel que possa sair da humanidade. Antes ficava pensando e repensando no que haviam me dito, virava um looping na minha cabeça , ficava triste, me sentia ridícula.... Hoje eu ouço, analiso o que me vale e descarto o resto. Não tem porque guardar essas coisas. Com relaçao aos "nãos": já aprendi que para cada 15 "nãos" vem uns 3 "sim". Viver de arte e produção é isso. Não há do que reclamar, é aprender e seguir.

 

FAROFA: Suas viagens te inspiram em seus novos projetos musicais?

GABRIELA: Sempre! A troca de ares, cheiros, culturas... a troca entre as pessoas, as conversas, sons, paisagens sempre renovam de alguma forma. Quando menos se espera numa composiçao vem um traço de um ritmo, ou o registro de alguma lenda, história... pra mim viver não é preciso, viajar é que é! rs

 

FAROFA: No momento político que vivemos, você acha que os artistas precisam expor claramente seu lado?

GABRIELA: Bem, eu particularmente faço questão de expor minhas opiniões e pensamentos. Além deles estarem também presentes na minha arte. Artista tem que refletir seu tempo ( Nina Simone já dizia). 

 

"Que arte é essa que não tem lado? Pra que que ela serve? Artista é um bicho corajoso na essencia, na raíz, na alma!! Como pode alguém se acovardar pelo o que pensa? Pelo que é?"

 

Acredito que quando se é neutro,ou já escolheu um lado ou o que faz não é arte, É ENTRETENIMENTO! E tudo bem! Trabalha com o segmento comercial e tem clientela. Mas artista, quem ta aqui pra balançar pelo bom e pelo ruim, pra mim, tem que se manifestar sim. Até pra reverberar e não deixar ninguém ficar "a toa na vida" vendo a banda passar.

 

 

 

FAROFA: Sobre a missão social e política da música: o projeto "mulher submersa" aborda o feminismo? 

GABRIELA: O projeto mulher submersa aborda essencialmente o humano. Algumas pessoas associam caracteristicas como sensibilidade, emoção, descontrole, tristeza, melancolia... como femininas. A minha idéia é quebrar isso. Trazer a empatia do ouvinte para essas questões além do gênero.Mas, de qualquer forma, ser mulher, com a necessidade de se expressar por tantos assuntos atuais, ser muito crítica, lançar um album num Brasilzão desses tempos atuias ( machista e de internet) e se expor da maneira mais profunda que eu posso, não deixa de ser por si só um ato politico feminista. Sou uma mulher livre em pensamentos e caminhos. Sei que isso incomoda.

 

FAROFA: Os artistas são vaidosos por natureza. Como lidar com o ego? Você tem essa preocupação?

GABRIELA: MUitos são sim! Mas a minha geração já encara a música como profissão e não o resultado do "seu talento supremo" então cresci vendo muitas atitudes chatas dos mais velhos, alguns jovens reproduzirem aquilo, mas também tenho a sorte de trabalhar e produzir com gente séria, e gengerosa de alma.

Me preocupo sim! Sei que há armadilhas mas sempre caminho com as pessoas certas, mais dispostas a construir juntos do que ter seu moemnto de brilho. Dessas eu já me livrei.

 

FAROFA: Qual dica você daria para um músico de Ribeirão Preto que está começando agora sua carreira? 

GABRIELA: Estude! Acredite em você e vá atrás de quem faz o mesmo som, ou quem vc tem como um norte. Há muita gente generosa por aqui disposta a partilhar o que sabe e os caminhos. Conheca outras cidades também! Ampliar a rede de conexões e os ouvidos é sempre muito bom.

 

FAROFA: Qual música definiria seu atual momento? 

GABRIELA: Puxa! to num moento tão lindo da vida agora que nem sei. Eu gosto mais das musicas mais pesadas nas letras.  Em contrapartida com meu momento pessoal, a vida em comunidade anda pegando caminhos perigosos, e isso me deixa muito preocupada. As medidas do novo governo estão sendo rápidas, destruidoras e só poderam ser revertidas em muitos anos a frente. Talvez eu mesma não veja isso.

Cada dia uma nova notícia me entristece e cada dia tenho mais vontade de me mobilizar .

Por isso pra agora digo : "Divino Maravilhoso"'

 

 
 
Difícil descrever Gabriela. Eu diria que, quem a conhece de perto, sabe que ela está longe de ser a mulher submersa que encarna em cena. Mas ainda assim, ela dá voz a essas pessoas que precisam falar algo e não conseguem. Ela tem essa qualidade de olhar para o outro e se preocupar. Não fica acomodada como uma estrela que já é reconhecida pelo seu talento, que é nítido. Ela compra a briga dos outros, luta por direitos, dá voz e reverbera no palco aquilo que os outros não conseguem ou não podem expressar.
 
Por essas e outras, nós do FAROFA agradecemos a oportunidade de conversarmos com Gabriela Francheck, e sugerimos que nossos leitores sigam a cantora em suas redes sociais.
 
 
 

A Virazóm trouxe para Ribeirão Preto mais um maravilhoso show. Prestes a completar 40 anos de estrada, a trajetória da banda Roupa Nova se confunde com a história da própria música brasileira. São mais de 20 milhões de cópias vendidas e 37 discos lançados até os dias de hoje.

 

 

 

A laureada banda fez um show memorável no Centro de Eventos do RibeirãoShopping, no último dia 25. Nós do FAROFA estivemos lá e podemos garantir que foi um show muito animado e emocionante, relembrando grandes sucessos da banda, e apresentando novas canções. 

 

A fotógrafa do Farofa Cultural,  Laís Basílio,  esteve no evento, e registrou alguns momentos que mostramos com exclusividade para vocês:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para saber sobre os próximos shows que vão rolar no Centro de Eventos RibeirãoShopping, é só clicar aqui

18 abr/19

Gabriel Locher não é de seguir tendências. Pelo contrário. Autêntico, o músico aparenta remar contra a maré ao fazer aquilo que acredita, convicto e seguro de que está no caminho certo. Com uma lacuna enorme no mercado fonográfico, o artista afirma: “pouquíssimas pessoas fazem hoje o que eu faço”. Com seu show “O Novo Crooner Brasileiro”, o ribeirão pretano relembra grandes cantores que marcaram época, sempre com certa incumbência de apresentá-los à nova geração.

 


Busquei nas referências de Gabriel algo que me conduzisse ao seu universo. Então comecei a escutar músicas e assistir entrevistas de cantores antigos para me sentir no clima desta entrevista.  Confesso que me inclinei no estudo de Nelson Gonçalves pra entender um pouco sobre Gabriel Locher . Há um elo na carreira de ambos e uma convergência estilística natural. Então, além da minha função de “stalker” de músicos, achei válida a brincadeira de tentar descobrir Gabriel a partir da obra de Nelson. Talvez o ar de boemia também conte, mas seguramente o principal paralelo entre os dois é a segurança vocal que impressiona. Vale lembrar que este é o ano do centenário de Nelson, portanto aproveitei esta entrevista para homenageá-lo de certa forma.


Nelson foi um cantor tão seguro que, contam produtores musicais, costumava deixar o táxi esperando na porta do estúdio quando ia gravar uma música. Voltava logo, pois tinha a justa fama de gravar de primeira. E imagino que com Gabriel não seja assim tão diferente. Quem o acompanha sabe que, além do fato de ter também essa segurança vocal, ele passeia pelos mais variados estilos musicais com precisão. E não é fácil! “O popular tem nuances que o pessoal do erudito pode não conseguir e vice-versa. Então pros dois casos é complicado. Mas eu sempre convivi muito nos dois âmbitos. Sempre tive banda, cantei rock, pop, e cantava óperas. Então acabei me tornando um cantor mais versátil”, afirma Gabriel.

 

Assim como Gabriel, Nelson era crooner. Em 43, ganhou um emprego como crooner do Cassino do Copacabana Palace Hotel, após o estrondoso sucesso de Renúncia, de Roberto Martins e Mário Rossi. E o vocábulo “crooner” tem sido resgatado pelo músico ribeirão pretano em seu novo show.  “Foi um termo criado para designar o cantor popular que cantava a frente de orquestras e big bands. Hoje não é tão utilizado, mas se você conversar com pessoas mais velhas –
na faixa de 70 anos – elas devem se lembrar", explica Gabriel.

 

 

FAROFA:  O termo crooner ainda não é totalmente conhecido pela pessoas. O que é um Crooner?

GABRIEL: O termo foi criado para designar cantores populares que cantavam com orquestras e "big bands". A idéia é resgatar o termo também, que caiu em desuso, além,é claro, do resgate que faço do repertório.

 

FAROFA: Quando começou seu trabalho como crooner? 

 GABRIEL: Iniciou oficialmente em 2017, quando eu lancei o show "Gabriel Locher: o novo crooner brasileiro". Falo oficialmente porque, apesar de sempre ter gostado desse repertório, nunca tinha pensado em seguir só com esse repertório como eu venho fazendo hoje. Eu venho de uma escola operística. Já cantei em muitas óperas e muitos musicais, inclusive na Cia. Minaz aqui em Ribeirão, e sempre cantei grandes clássicos do Sinatra, do Elvis, e de outros cantores mais antigos, porque naquela época os cantores tinham a voz mais impostada, já que o microfone não era tido como um recurso do cantor. Hoje em dia tem cantores com vozes "pequenas", que são vozes que não tem uma aplitude grande, mas são cantores porque o microfone tá ali, e talvez sem o microfone não conseguiriam cantar nada. Como eu cantei sempre sem o microfone nos teatros, vejo uma semelhança com esses cantores antigos, que precisavam ter uma voz bem potente e impostada para conseguirem cantar naquela época. E esse estilo de canto tem tudo a ver com a ópera

 

FAROFA: No seu show “O Novo Crooner Brasileiro” há um resgate de grandes nomes da música brasileira como Orlando Silva, Cauby Peixoto, dentre outros. E ver um cantor jovem como você interpretando essas canções não é tão comum, pois a maioria se interessa por estilos musicais mais comerciais.  Nos dias de hoje, onde a nova geração parece não escutar tanto esses grandes nomes, você acha que seu trabalho pode contribuir para que eles ganhem uma atenção maior? 

GABRIEL: Sobre o show: o primeiro intuito, pessoal, foi encontrar um repertório em que minha voz se encaixasse. E nas músicas dos grandes crooners eu encontrei a veia para seguir. E também tem a ver com uma lacuna no mercado. Por incrível que pareça, esse tipo de show é muito comercial. Pouquíssimas pessoas fazem o que eu faço. Talvez no Brasil, do jeito que eu faço, não tenha mais ninguém.

 

 

FAROFA: Os grandes cantores da rádio, tinham um elo do popular com o erudito? Ou são mundos completamente distintos? 

 GABRIEL: É interessante frizar que os dois âmbitos tem suas nuances, suas dificuldades. E é realmente difícil fazer a transição do repertório erudito para o popular. O erudito utiliza-se de um vibrato maior, por conta da projeção que é maior, e o popular tem várias nuances que as vezes o pessoal do erudito não consegue colocar, não consegue utilizar essas nuances. Então pros dois casos há uma dificuldade. Eu sempre convivi muito nos dois âmbitos. Sempre tive banda, cantei rock, cantei pop, e cantei ópera também. Então eu me tornei um cantor mais versátil. Esse repertório que eu faço hoje em dia é predominantemente popular, com nuances do erudito. O Francisco Alves, por exemplo, tinha uma voz de cantor lírico, e cantava músicas populares como "Aquarela do Brasil". Então no repertório do meu show eu consegui encontrar um meio termo perfeito dos dois. 

 

FAROFA: Seu amor por música tem influência dos seus pais ou alguém da família? 

 GABRIEL: Eu não tive uma formação musical dentro de casa. Meus pais não tinham costuma de apresentar cantores, de mostrar uma gama de repertório. Mas por outro lado, eles me insentivaram na participação de atividades musicais. Meu irmão fazia aula de piano, e quando ele acabava os seus estudos, eu sentava para tocar piano e tentava reproduzir tudo que meu irmão tinha acabado de estudar. Então de 9 para 10 anos eu entrei no coral infantil da Cia. Minaz, onde eu tive uma formação musical, com vivências em solos, em óperas, musicais. Isso foi muito importante para mim.

 

FAROFA: Qual lado negativo e qual o lado positivo de ser um músico hoje em dia? 

 GABRIEL: O lado negativo é saber que a arte tem um status de atividade "extra". Algumas pessoas não entendem que a música é um trabalho. O músico também tem que pagar conta, teve que estudar muito para conseguir ser um bom músico. A parte boa é fazer o que você ama, emocionar pessoas e ainda sobreviver disso.

  

FAROFA: Hoje quais são seus maiores ídolos e referências musicais que influenciam diretamente no seu trabalho como cantor? 

GABRIEL: Cada músico tem seu valor e sua importância na história. Mas atualmente minhas referências são os granders crooners: Frank Sinatra, Tony Bennett, Nat King Cole, Luciano Pavarotti e vários outros. Tem os nacionais também, como Francisco Alves, Silvio Caldas, Orlando Silva, Cauby Peixoto, Dick Farney. São vários.

 

FAROFA: Música tem também papel político? Como você vê a questão dos artistas se posicionarem politicamente, e como você vê a pressão das pessoas para que os artistas se posicionem?

 GABRIEL: Não vejo que artista hoje não tem a obrigação de se manifestar publicamente sobre sua posição política. Amadureci muito a minha idéia em relação a isso. Antes eu costumava me posicionar mas já tive muito desgaste com isso, inclusive com pessoas do meu convívio, com amigos que tinham idéias diferentes. Na ditadura os artistas eram calados, e a única forma de chegarem ao público era nas rádios, nas gravações. E quando eram censurados, eles não conseguiam levar nem a sua música ao público. Então eles sentiam uma necessidade, uma obrigação de se manifestar naquela época, para que a gente viva hoje a liberdade de expressão que vivemos. Mas hoje temos um meio muito poderoso que é a internet, que dificulda muito a censura de acontecer como aconteceu lá atrás. Então, hoje eu acho legal o artista pensar criticamente sobre as coisas, ter sua posição, mas ao mesmo tempo não vejo a obrigação de compartilhar com os outros o que pensa. Ele tem o direito de ser reservado. Hoje em dia o ambiente é capitalista. O artista precisa do contratante, que nem sempre tem a mesma posição do artista, podendo inclusive rejeitar o contrato de um show, por causa de política. 

 

FAROFA: Como funciona o processo de escolha de repertório nos seus shows? 

 GABRIEL:A idéia do show nasceu com a proposta de ser uma grande homenagem a Frank Sinatra, com repertório todo dele, mas resolvi exaltar também os grandes cantores nacionais. Temos tantos artistas bons aqui também, que resolvi homenagea-los. E escolhi músicas mais icônicas de cada artista, o lado "A" do repertório de cada um deles. Tem "Conceição" do Cauby, tem "Volta do Boêmio" do Nelson, tem "My Way", do Sinatra, e por aí vai.

 

FAROFA: As musicas do seu repertório contam um pouco sobre você? Você acha importante, como intérprete da canção, que a música tenha a ver com você, com sua vida pessoal?

GABRIEL: Algumas sim. A temática principal do meu show é o amor. Então tem uma relação sim. Amor está presente na vida de todo mundo: amor pela família, pelos pais, pela namorada, enfim...Mas não canto só o que tem a ver com minha vida. Nem todas as letras eu vivenciei, mas acho importante passar a mensagem.

 

FAROFA: Sabendo que a voz é um instrumento, quais cuidados que você tem para manter a voz sempre saudável?

GABRIEL: Procuro evitar coisas que sei que fazem mal à voz. Eu por exemplo, tenho muita alergia à poeira, então eu evito entrar em contato. Mas acabo vivendo uma vida normal, sem nenhum cuidado especial.

 

FAROFA: Os artistas em geral são vaidosos por natureza e podem em alguns casos se deixar levar pelo ego.

Qual o cuidado que você tem para não deixar o sucesso subir à cabeça? 

GABRIEL: Eu acho que antigamente eu tinha um pouco mais disso. Hoje eu vejo de uma forma diferente. Tento fazer meu trabalho bem feito e tratar as pessoas com carinho e com a devida atenção. A humildade é uma palavra muito importante para te levar a caminhos mais altos. Graças a Deus eu venho aprendendo e melhorando cada dia mais essa questão de me tornar uma pessoa melhor no que eu faço, e sem me sentir melhor perante os outros. Então isso é uma constante na minha vida. Eu sempre busco ser amanhã melhor do que eu sou hoje, mas sem ser arrogante, sem desprezar ninguém, e buscar o máximo de humildade. Isso faz o artista ser completo na minha opinião

 

 


Fui a um show de Gabriel. Naquele show, a voz era soberana. A plateia quase se esquecia de tudo ao redor, para perceber a riqueza emitida por aquele microfone. Embora já houvesse uma expectativa do público por se tratar do show “O Novo Crooner Brasileiro”, todos se surpreenderam. Ali, sim, estavam diante de um cantor nato. Enquanto seguimos acostumados com apresentações repletas de luzes, dançarinos, telões de LED, troca de figurinos e efeitos, surge Gabriel tendo como único recurso seu próprio talento.  "O Novo Crooner Brasileiro" é um show indispensável. É um show de músico para amantes de música.

Apresentação da turnê "Novas do Roupa" acontece no dia 25 de abril, quinta-feira, às 21h. ingressos já estão à venda

 

 

O Centro de Eventos RibeirãoShopping recebe mais um show especial e cheio de grandes sucessos com a apresentação da turnê “Novas do Roupa”, da banda Roupa Nova. Com mais de 30 anos de carreira, o grupo retorna a Ribeirão Preto no dia 25 de abril, quinta-feira, às 21h. Os ingressos já estão à venda.

Com dezenas de sucessos lançados, uma agenda de shows ininterrupta e lotada pelo Brasil inteiro e que conta com seus integrantes originais na sua formação. O Roupa Nova é um fenômeno da música brasileira.

O grupo começou sua lista de sucessos com a música “Canção de Verão” na década de 80 e desde então emplaca hits nas rádios e telenovelas brasileiras, com um público fiel e que se renova a cada ano. Formada por exímios músicos, o Roupa Nova já lançou 22 CDs e 05 DVDs, alcançando a impressionante marca de mais de cinco milhões de produtos vendidos.

A banda é formada por Cleberson, Feghali, Kiko, Nando, Paulinho e Serginho são os seis integrantes dessa obra de arte que é a trajetória de Roupa Nova, e agora os protagonistas do trabalho inédito, chamado “Novas do Roupa”. 

Roupa Nova já teve dezenas de músicas incluídas em trilhas de novelas, o que garante uma forte presença de suas canções no imaginário brasileiro. Canções como "Dona" em Roque Santeiro, "Coração Pirata" em Rainha da Sucata, "Começo, meio e fim" em Felicidade e "Whisky a Go Go " em Um sonho a mais tornaram clássicos no imaginário popular brasileiro e são sempre pedidas nos shows.

 

Pontos de venda:
Bilheteria do Centro de Eventos e site www.ingressorapido.com.br


Informações: 16. 3620-2266

 

Serviço
Data: 25 de abril |quinta-feira
Onde: Centro de Eventos RibeirãoShopping
Horário: 21h
Endereço: Av. Cel. Fernando Ferreira Leite, 1540 - Jardim Califórnia, Ribeirão Preto

Com realização de ARTREC E VEIGA PRODUÇÕES, o show que une o cantor e compositor com o grupo musical chega a Ribeirão Preto dia 20 de outubro

 

 

Exímio violonista e compositor de inúmeros sucessos, parceiro mais produtivo de Vinícius de Moraes, com quem imortalizou canções durante 10 anos de parceria, Toquinho reúne extensos talento e versatilidade para compartilhar o palco com outros ícones da música popular brasileira, da mesma grandeza e peculiaridades musicais. Desta vez, terá como parceiros os Demônios da Garoa, lenda viva da música brasileira, que tem a cara de São Paulo, com estilo inconfundível e forma original de interpretar com humor o linguajar cotidiano do povo paulista, que hoje, todo mundo conhece através de mais de sete décadas da carreira deste surpreendente e animado grupo.

Na comemoração de 75 anos de carreira, os Demônios da Garoa provocam em cada apresentação um entusiasmo singular na plateia. Agradam desde os mais antigos que acompanham o conjunto, até os mais novos expectadores, que descobriram alegria e a personalidade marcante do grupo, com suas vozes inconfundíveis. E é justamente o mesmo fenômeno que acontece nas apresentações de Toquinho, que, com mais de 50 anos de trajetória musical, tem seu público renovado e sempre participativo em cada show.

 

Resulta daí um espetáculo cuja dinâmica melódica se estende pelo bom humor alicerçado na longa amizade que os une. Atuando juntos ou separados, o show flui numa constante parceria. Apresentam-se separadamente, depois fazem uma música na intersecção das atrações e no final fazem mais dois ou três números juntos interpretando canções que o público aprendeu a gostar e a cantar junto.     

 

Assim, o público poderá reviver sucessos como Tarde em Itapuã, Regra Três, Testamento, Meu Pai Oxalá, Aquarela e cantar junto com Toquinho, assim como as memoráveis composições que nas vozes dos Demônios da Garoa perpetuam a consolidam as raízes paulistanas, tais como Trem das Onze, Saudosa Maloca, Samba do Arnesto, Iracema, As Mariposas, Tiro ao Álvaro, Samba da Garoa, e outras.

 

 

 

 

SERVIÇO

TOQUINHO E DEMÔNIOS DA GAROA

Dia 20 de outubro

Sábado, às 21h

Theatro Pedro II

Classificação: Livre

1h30

 

INGRESSOS

Setor

Valor

Meia-Entrada

Galeria

R$  110,00

R$ 55,00

Balcão Simples

R$  140,00

R$ 70,00

Balcão Nobre

R$  180,00

R$ 90,00

Plateia B e Frisa

R$  230,00

R$ 115,00

Plateia A

R$  260,00

R$ 130,00

 

* Crianças até 24 meses que fiquem sentadas no colo dos pais não pagam

**Descontos não cumulativos a demais promoções e/ ou descontos;

*** Pontos de vendas sujeito à taxa de conveniência;

**** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso ao auditório;

***** A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais
- IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
- ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br 
- PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.
- JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.
- JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
- APOSENTADOS E/OU PENSIONISTAS DO INSS (que recebem até três salários mínimos) mediante apresentação de documento fornecido pela Federação dos Aposentados e Pensionistas do RS ou outras Associações de Classe devidamente registradas ou filiadas. Válido somente para espetáculos no Teatro do Bourbon Country e Auditório Araújo Vianna.
- DOADORES REGULARES DE SANGUE mediante apresentação de documento oficial válido, expedido pelos hemocentros e bancos de sangue. São considerados doadores regulares a mulher que se submete à coleta pelo menos duas vezes ao ano, e o homem que se submete à coleta três vezes ao ano.

******Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

 

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS (sujeito à taxa de serviço):

Site: www.ingressorapido.com.br 

 

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS (sem taxa de serviço):

Bilheteria do Theatro Pedro II

 

Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito